Fraga quer reduzir frota oficial de carros usando serviço de táxi

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Democrata prometeu voltar com a linha de crédito no Banco de Brasília (BRB), com juros acessíveis, para renovar os veículos dessa modalidade

Walterson Rosa/ Especial para o Metrópoles

Em seu primeiro compromisso de agenda na manhã desta segunda-feira (10/9), o candidato ao Palácio do Buriti Alberto Fraga (DEM) se reuniu com representantes do Sindicato dos Permissionários e Motoristas Auxiliares de Táxi do DF (Sinpetaxi).

Com uma colinha na mão, o buritizável prometeu criar regras para tornar “justa” a concorrência entre condutores de táxi e motoristas particulares. “Não posso prometer que vou acabar com o Uber, mas, sim, regulamentar. Não podemos deixar a classe dos taxistas desaparecer. Eles têm uma história em Brasília”, afirmou.

O democrata também criticou a falta de segurança que os aplicativos particulares trazem. “Há condenados ou ex-condenados dirigindo um Uber. Não tem como ter a tranquilidade de deixar nossos filhos, por exemplo, com desconhecidos que não sabemos as origens”, ressaltou.

Fraga prometeu voltar com a linha de crédito no Banco de Brasília (BRB), com juros acessíveis, para que a frota de táxi seja renovada; reduzir 50% dos pardais e colocar gradativamente barreiras eletrônicas; combater o transporte pirata e reformar o ponto de encontro da categoria, que foi um dos motivos de reclamação dos representantes. De acordo com os taxistas, o banheiro está em péssimas condições de uso e o chão precisa ser asfaltado.

Outra ideia apoiada por Fraga é a implementação do TáxiGov, aplicativo já utilizado pelo governo federal. “É uma forma de revitalizar o sistema deles, que hoje foi sufocado pelo excesso de Ubers na cidade. Teremos um tipo de convênio entre os taxistas e o governo para ajudar a máquina pública a diminuir a frota excessiva de carros oficiais que gastam demais”, explicou.

Também participou do encontro o candidato ao Senado Izalci Lucas (PSDB), que criticou a falta de mulheres taxistas no local.

Apoio
No sábado (8), o democrata cancelou a agenda para visitar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após ser esfaqueado na última quinta-feira (6), durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG). No entanto, não foi possível entrar na UTI onde está o candidato ao Planalto.

Nas redes sociais, seguidores estão confusos sobre quem realmente Fraga estaria apoiando para presidente. Para manter o deputado federal Izalci Lucas (PSDB) na coalizão que disputará as eleições de outubro, Fraga disse que o apoio do partido é a Geraldo Alckmin (PSDB). “Mas no meu voto ninguém manda. Sou Bolsonaro”, cravou.

Fonte: Metropolis

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