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BICADA DA ÁGUIA

Prisão do Cel Rajão parte 1: Uma trama de quase 40 anos

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O militar Altamiro Rajão relata trama contra seu pai, vejam:

Olá,

Eu sou Altamiro Rajão, Oficial do CBMDF e filho de José Rajão Filho – um Senhor de 74 anos, com saúde fragilizada, em que foi tirado do seio de sua família violentamente, preso como um marginal e levado para uma cela, em função de uma trama muito antiga.

A história é muito longa, e existem muitos personagens e autoridades que figuram nesta trama – e por isso, mesmo que tenha uma elevada capacidade síntese, não poderia deixar de citar fatos e nomes.

Serei cuidadoso e esviscerar todos os fatos e os detalhes, demonstrar conexões e acontecimentos, mostrar provas e associar pessoas – algo que tenho investigado ao longo de algum tempo. Portanto, para alguns isto se tornará uma novela, pois falaremos em espécie de capítulos, para mim será uma longa narrativa de uma trama que existe há 40 anos.

Tudo começou no caso da corrupção de 1985 no então CBDF. Oficiais eram beneficiados por um esquema de corrupção sistemático.

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Este oficiais foram denunciados a Auditoria Militar. José Rajão, à época Major, foi um dos denunciantes deste estado de coisas. E foi neste período em que a trama começou.

(continua no próximo post)

Fonte: Galo de Briga
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BICADA DA ÁGUIA

Prisão do Cel Rajão parte 3: Uma trama de quase 40 anos

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A PRISÃO DO CORONEL RAJÃO – UMA TRAMA DE QUASE 40 ANOS – PARTE 003

(CONTINUAÇÃO)

 


RUPTURA

A foto acima se refere a imagem da primeira turma de Oficiais do CBMDF. É uma placa que está exposta no Museu do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal localizado na Academia de Bombeiros Militar em Brasília.

O meu Pai (Rajão) é o primeiro cadete da esquerda para a direita. É o que está “cortado” na imagem. Depois voltarei a comentar a respeito desta placa.

Voltando ao caso da Corrupção de 1985, o então Cabo Bombeiro Militar Rubens de Araújo Lima – Rubão, um dos Denunciantes, estava sob pressão e veio até ao Major Rajão e o interpelou se caso ele fosse arrolado como testemunha na Justiça Militar se ele (o Rajão) iria se posicionar contra todo aquele estado de coisas.

O meu Pai (Rajão) estava numa situação delicada, pois boa parte dos oficiais envolvidos e posteriormente indiciados no caso da Corrupção de 1985 eram da primeira turma de oficiais, ou seja, o Rajão teria que se posicionar contra companheiros de sua própria turma de oficiais.

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Para aqueles que nunca foram militares, é preciso entender que uma turma de oficial funciona como uma espécie de irmandade, quase uma relação de cumplicidade entre os seus membros.

Entretanto, a escolha do então Major Rajão foi a mais difícil, ele não se omitiu diante dos fatos e pagou o preço (e está pagando até hoje) por ter escolhido o lado certo.

Rajão se tornou uma das testemunhas mais importantes contra aquele momento delicado da Corporação. Ao escolher um lado, Ele se tornou ‘persona non grata’ por uma Ala de sua Turma.

Nos próximos posts Vocês entenderão os difíceis reflexos que impactaram a vida do Rajão por ter sido um dos denunciantes da Corrupção de 1985.

Voltando a placa, não precisamos ser nenhum Sherlock Holmes para deduzir a razão pela qual na foto da primeira turma de oficiais o Rajão está cortado na imagem. De fato a escolha do Rajão gerou uma ruptura nas relações.

(continua no próximo post)

Fonte: Jornal Galo de Briga

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