BRASÍLIA

BRASIL 61

Inflação para famílias com renda mais baixa é a maior desde 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação da cesta de compras para famílias com renda de até cinco salários mínimos, ficou em 0,96% em maio deste ano. É a maior taxa para o mês desde 2016, quando o índice bateu 0,98%. 

De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice ficou bem acima do observado em abril, quando marcou 0,38%. O indicador é obtido a partir dos Índices de Preços ao Consumidor regionais e tem como objetivo oferecer a variação dos preços no mercado varejista, mostrando, assim, o aumento do custo de vida da população.

Com sétima alta consecutiva, projeção do PIB brasileiro para 2021 chega a 4,36%

Prévia da inflação sobe 0,44% em maio, aponta IBGE

O INPC acumula 3,33% no ano e 8,9% em 12 meses. Os percentuais registrados foram maiores do que os da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que acusou variações de 0,83% em maio, de 3,22% no ano e de 8,06% em 12 meses.

Leia Também:  Covid-19: Ministério da Saúde autoriza mais 2.191 leitos de suporte ventilatório pulmonar

Em maio, os produtos alimentícios, medidos pelo índice, tiveram inflação de 0,53%, enquanto os não alimentícios registraram alta de preços de 1,1%, no período. O peso do grupo alimentos, como arroz, feijão, leite, frutas, refeições feitas em restaurantes e lanchonetes, é maior no INPC que no IPCA, que mede até 40 salários mínimos. Logo, uma variação nesse grupo tem um impacto maior no INPC.

Brasil 61

COMENTE ABAIXO:
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

BRASIL 61

RJ: recursos obtidos pela venda da Cedae serão repartidos entre municípios

Publicados

em

Por

Com a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), ocorrido no dia 30 de abril, os recursos obtidos serão repartidos entre os 29 municípios impactados pela concessão, o Instituto Região Metropolitana (IRM) e o Governo do Estado. O anúncio foi feito na quarta-feira (16) pelo governador do Rio, Cláudio Castro.

O total de R$ 22,6 bilhões foi arrecadado com as outorgas. Deste valor, o estado vai ficar com R$ 14,478 bilhões e os 29 municípios que aderiram ao plano devem repartir R$ 7,688 bilhões. O IRM receberá cerca de R$ 522 milhões. Os valores serão pagos em três parcelas, divididas pelos anos de 2021, 2022 e 2025.

Proposta prevê que municípios regulamentem faixas marginais de curso d’água em áreas urbanas e regiões metropolitanas

Setor de infraestrutura foi um dos que mais rendeu investimentos no último ano

De acordo com o governador Castro, o dinheiro da venda da companhia será investido em infraestrutura. O projeto prevê a melhoria de saneamento básico para 10,3 milhões de pessoas, o que equivale a 60% da população fluminense, segundo o governo do estado.

Leia Também:  Comunicado orienta municípios sobre saldos remanescentes da Lei Aldir Blanc

Brasil 61

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA