25% da população das metrópoles vive em situação vulnerável, com renda de no máximo 1/4 do salário mínimo

A renda média dos mais pobres voltou a cair no 1º trimestre, elevando para 25,2% a fatia da população nas regiões metropolitanas do país que vivem em lares cujo rendimento médio per capita é de no máximo 1/4 do salário mínimo, ou seja, R$ 303 por pessoa.

Em números absolutos, subiu para 21,1 milhões o total de pessoas em situação de vulnerabilidade social nas metrópoles, com rendimentos muito baixos. No final de 2021, o percentual tinha recuado para 23,6%, depois de ter atingido 29,7% em 2020, na fase mais aguda da pandemia.

Os dados estão na oitava edição do boletim Desigualdade nas Metrópoles, antecipado com exclusividade ao g1. O estudo foi produzido por pesquisadores da PUC-RS, do Observatório das Metrópoles e da Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL), a partir dos dados da PNAD Contínua trimestral do IBGE.

Vida no aperto

 

R$ 140 por mês – menos de 1/8 do salário mínimo. É com isso que vive Ana Paula.

“Vivemos assim: hoje a gente come carne na mistura, amanhã come arroz e feijão, depois de amanhã a gente come sem o feijão. É assim que vamos levando”, contou Ana Paula Jorge, 43 anos, que vive junto das três filhas na comunidade Santo Amaro, no Catete, Zona Sul do Rio.

 

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