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Mães de Sobradinho ganham festa

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Centenas de pessoas participaram do evento alusivo ao Dia das Mães realizado neste sábado (7) pelo Instituto Espírito de Luz, Organização Não Governamental (ONG) voltada, principalmente, para atividades de associações de defesa de direitos sociais. O evento teve o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF).

Presente à festa, o vice-governador Paco Britto, acompanhado de sua esposa, Ana Paula Hoff, e do administrador de Sobradinho, Osmar da Silva Felício, recebeu várias autoridades, entre elas, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do DF, coronel Alan Alexandre Araújo, e o deputado distrital João Cardoso.

Paco Britto destacou o apoio do GDF ao evento, ratificando a importância de levar o governo para perto das pessoas. “Essa interação do governo com a comunidade é muito importante”, disse, após tomar a vacina contra a influenza, disponibilizada na administração para os visitantes.

O administrador de Sobradinho concordou com o vice-governador. “Este evento social é muito bem recebido pela comunidade, pois traz serviços básicos, como retirar a carteira de identidade”, pontuou Osmar.

Famílias inteiras aproveitaram a data para colocar em dia os serviços básicos disponibilizados por vários órgãos do governo e também se divertir e se cuidar no espaço especialmente reservado em frente à administração regional da cidade. Lá, a população contou com diversas atividades, entre elas, as destinadas ao cuidado pessoal, como corte de cabelo e maquiagem, oferecidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-DF).

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Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e vários outros órgãos do GDF participaram do evento | Foto Divulgação PC Chaves

A barraca do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) fez a festa, principalmente, da criançada, que disputava para tirar fotos com o mascote da PMDF. Demonstrações dos materiais utilizados no socorro pré-hospitalar; manobra de recuperação cardiopulmonar (RCP); além das viaturas e mangueiras dos veículos da CBMDF foram outras atrações encontradas na tenda dos militares.

Saúde

Na área da saúde, o agendamento de exames de mamografia foi um dos mais procurados, como conta a artesã Edna Martins, 59 anos, uma das 300 mulheres que buscaram o serviço, no local, na tenda da secretaria. Aliviada com a marcação, Edna tranquilamente andava no espaço entre as tendas, segurando uma sombrinha para proteger-se do sol, e acompanhada do sobrinho Luís Eduardo Martins, 20.

Nascido em Sobradinho, Luís Eduardo elogiou o evento. “Muito bom. A união de todos, governo e sociedade, é muito importante. A comunidade estava isolada socialmente, devido à pandemia. Sobradinho sempre teve eventos e hoje resgatamos esta característica da cidade”, valorizou o técnico de informática, que já havia visitado os estandes do Corpo de Bombeiros, do Serviço Social do Comércio (Sesc-DF) e a Carreta da Mulher.

No espaço da festa, também estavam instaladas as tendas da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa); da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb); da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF); da Vigilância Sanitária; do Na Hora; do Posto Avançado do Banco de Brasília (BRB), bem como as das secretarias de Cultura; de Turismo e da Justiça e Cidadania, com atendimento psicológico e assistência social.

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Flores

As mães que passaram pela tenda do Instituto Espírito de Luz levaram lembranças: vasos com mudas de flores e lixas para unha. Segundo a presidente da empresa, Milda Moraes, esta foi a primeira ação social do instituto em parceria com o GDF. “Já vinha dialogando com o vice-governador Paco Britto [sobre a ação social] e, aí, ele nos chamou e surgiu a iniciativa deste primeiro evento em parceria com o governo”, revelou. Ainda de acordo com ela, cerca de 500 vasos foram distribuídos às mães ao longo do dia. Na equipe, 12 pessoas trabalhavam também na produção de mandalas, para que as crianças pudessem presentear as mães.

Os pequenos se divertiram também com os brinquedos infláveis e se deliciaram com as guloseimas, como pipoca e algodão-doce.

Fonte: Agência Brasília

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DF tem maior proporção de pessoas que se declaram bi ou homossexuais no país, aponta IBGE

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Distrito Federal tem a maior proporção de pessoas que se autoidentificam como homo ou bissexuais do país. É o que aponta um levantamento inédito do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (25). Na capital, esse público é composto por 66 mil pessoas, e representa 2,9% da população maior de idade.

A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019. O índice em Brasília ficou acima da média nacional, de 1,8% da população. Segundo o estudo, em todo o país, 2,9 milhões de pessoas se autodeclararam homo ou bissexuais.

Segundo o levantamento, a população do Distrito Federal acima de 18 anos, em 2019, foi estimada em 2,3 milhões de pessoas. Desse total:

  • 2,1 milhões (92,2%) se autodeclaram heterossexuais
  • 113 mil (4,9%) se recusaram a responder ou disseram que não sabiam
  • 66 mil (2,9%) se autodeclaram homossexual ou bissexual

 

As informações foram colhidas por meio da pergunta “Qual é a sua orientação sexual?”, incluída pela primeira vez no questionário da pesquisa.

Atrás do DF, os estados com maior população homo ou bissexual foram Amapá, com 2,8%, e o Amazonas, com 2,3%. As últimas posições foram ocupadas por Tocantins e Pernambuco, com 0,6% e 1%, respectivamente.

O IBGE, no entanto, ponderou que “o fato de uma pessoa se autoidentificar como heterossexual não impede que ela tenha atração por ou relação sexual com alguém do mesmo sexo”. Segundo o instituto, para captar em detalhes a efetiva orientação sexual da população “seria necessária a investigação do comportamento e da atração sexual, conceitos esses diferentes da autoidentificação”.

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No início do mês, o Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), já tinha levantado dados sobre a comunidade LGBT da capital. O levantamento apontou que 3,8% da população da capital se identificava como parte desse grupo, também incluindo pessoas transexuais, na identidade de gênero.

No Brasil

 

Bandeira LGBT  — Foto: Pixabay

O detalhamento das informações do IBGE aponta, que no Brasil:

  • 94,8% da população adulta se autoidentifica como heterossexual
  • É maior a proporção de homens (1,4%) que de mulheres (0,9%) autodeclarados homossexuais
  • Já as mulheres têm maior proporção (0,8%) que os homens (0,5%) entre os bissexuais
  • A autoidentificação homossexual ou bissexual é maior entre quem tem nível superior (3,2%) e maior renda (3,5%)
  • Proporção das respostas “não sabe” ou “recusou-se a responder” foi maior entre aqueles com menor nível de instrução
  • É ligeiramente menor a proporção de homossexuais e bissexuais entre os brancos (1,8%) que entre os pretos (1,9%) e pardos (1,9%)
  • O grupo de 18 e 29 anos apresenta a maior proporção de autodeclarados homossexuais ou bissexuais (4,8%)
  • A faixa etária mais jovem também soma a maior proporção de pessoas que não souberam ou não quiseram responder (5,3%) à questão

 

Os dados são compatíveis com os de países que fizeram pesquisa com metodologia semelhante. Na comparação internacional, Brasil ficou empatado com o Chile em relação à proporção de pessoas que se autoidentificam homossexuais ou bissexuais, mas abaixo de Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Canadá.

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Com relação à idade, a proporção dos que declararam a orientação homossexual ou bissexual foi de:

  • 4,8% na faixa etária entre 18 e 29 anos;
  • 1,9% na faixa entre 30 e 39 anos;
  • 1% no grupo entre 40 e 59 anos;
  • 0,2% entre aqueles com 60 anos ou mais.

 

Segundo a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, entre os fatores que podem interferir na autodeclaração da orientação sexual e que podem ter interferido no resultado da análise regional, estão:

  • o contexto cultural;
  • o contexto familiar;
  • habitar em cidades pequenas;
  • inseguro para falar sobre o tema com pessoa estranha;
  • desconfiança com o uso da informação;
  • não compreensão dos termos homossexual e bissexual;
  • indefinição quanto a própria orientação sexual.

 

A pesquisa

 

O questionário foi aplicado em 108 mil domicílio. O manual da pesquisa, usado para consulta tanto dos entrevistadores quanto dos entrevistados, relacionava a orientação sexual a diferentes formas de atração afetiva e sexual de cada um. As opções estavam conceituadas da seguinte forma:

  • Heterossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva entre indivíduos de sexo oposto;
  • Bissexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por mais de um gênero ou sexo binário. Contrapõe-se às monossexualidades (heterossexualidade e homossexualidade);
  • Homossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por outro indivíduo do mesmo sexo ou gênero;
  • Outra orientação sexual (especifique) – Quando o morador declarar orientação sexual diferentes das relacionadas anteriormente. Registrar, no campo especifico, a resposta do morador.

Fonte: G1

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