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Rede de drenagem e bacia de detenção integram Túnel de Taguatinga

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Pela grande magnitude, a obra do Túnel de Taguatinga tem uma série de etapas. Entre elas, a criação da drenagem. O serviço consiste na construção de uma nova rede e de uma bacia de detenção para controlar o volume de água pluvial.

“A parte de drenagem é para absorver toda a água pluvial do Túnel de Taguatinga. A bacia permanece seca na maior parte do ano. Recebe aporte de água somente no período de chuva e libera o volume de água lentamente no córrego, evitando inundações”, explica o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras, Ricardo Terenzi.

O sistema será instalado abaixo da Feira dos Importados, próximo ao córrego de Taguatinga. A capacidade será de 4.696,09 m³, com 2070,80 m³ de volume de terraplanagem. Serão construídos dois dispositivos de chegada e saída e uma rampa de acesso. Também serão executados o gabião (estrutura armada) e o talude de corte.

A construção do sistema de drenagem tem papel fundamental na construção do Túnel de Taguatinga. “A obra de drenagem é essencial para garantir o funcionamento e a segurança do túnel, principalmente durante o período chuvoso. Os usuários da via irão trafegar com a segurança de existir ali um sistema de drenagem condizente com a grande obra que é o túnel”, declara o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Serviços

Os trabalhos estão previstos para serem iniciados em meados de junho, com a escavação da bacia. A obra do Túnel de Taguatinga está sendo feita pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e do consórcio de empresas contratadas intitulado Novo Túnel.

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Considerada a maior obra viária urbana em execução no país, conta com 70% das obras já executadas, com trabalho de cerca de 400 operários. A construção vai beneficiar mais de 130 mil motoristas.

Fonte: Agência Brasília

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DF tem maior proporção de pessoas que se declaram bi ou homossexuais no país, aponta IBGE

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Distrito Federal tem a maior proporção de pessoas que se autoidentificam como homo ou bissexuais do país. É o que aponta um levantamento inédito do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quarta-feira (25). Na capital, esse público é composto por 66 mil pessoas, e representa 2,9% da população maior de idade.

A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional de Saúde 2019. O índice em Brasília ficou acima da média nacional, de 1,8% da população. Segundo o estudo, em todo o país, 2,9 milhões de pessoas se autodeclararam homo ou bissexuais.

Segundo o levantamento, a população do Distrito Federal acima de 18 anos, em 2019, foi estimada em 2,3 milhões de pessoas. Desse total:

  • 2,1 milhões (92,2%) se autodeclaram heterossexuais
  • 113 mil (4,9%) se recusaram a responder ou disseram que não sabiam
  • 66 mil (2,9%) se autodeclaram homossexual ou bissexual

 

As informações foram colhidas por meio da pergunta “Qual é a sua orientação sexual?”, incluída pela primeira vez no questionário da pesquisa.

Atrás do DF, os estados com maior população homo ou bissexual foram Amapá, com 2,8%, e o Amazonas, com 2,3%. As últimas posições foram ocupadas por Tocantins e Pernambuco, com 0,6% e 1%, respectivamente.

O IBGE, no entanto, ponderou que “o fato de uma pessoa se autoidentificar como heterossexual não impede que ela tenha atração por ou relação sexual com alguém do mesmo sexo”. Segundo o instituto, para captar em detalhes a efetiva orientação sexual da população “seria necessária a investigação do comportamento e da atração sexual, conceitos esses diferentes da autoidentificação”.

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No início do mês, o Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), já tinha levantado dados sobre a comunidade LGBT da capital. O levantamento apontou que 3,8% da população da capital se identificava como parte desse grupo, também incluindo pessoas transexuais, na identidade de gênero.

No Brasil

 

Bandeira LGBT  — Foto: Pixabay

O detalhamento das informações do IBGE aponta, que no Brasil:

  • 94,8% da população adulta se autoidentifica como heterossexual
  • É maior a proporção de homens (1,4%) que de mulheres (0,9%) autodeclarados homossexuais
  • Já as mulheres têm maior proporção (0,8%) que os homens (0,5%) entre os bissexuais
  • A autoidentificação homossexual ou bissexual é maior entre quem tem nível superior (3,2%) e maior renda (3,5%)
  • Proporção das respostas “não sabe” ou “recusou-se a responder” foi maior entre aqueles com menor nível de instrução
  • É ligeiramente menor a proporção de homossexuais e bissexuais entre os brancos (1,8%) que entre os pretos (1,9%) e pardos (1,9%)
  • O grupo de 18 e 29 anos apresenta a maior proporção de autodeclarados homossexuais ou bissexuais (4,8%)
  • A faixa etária mais jovem também soma a maior proporção de pessoas que não souberam ou não quiseram responder (5,3%) à questão

 

Os dados são compatíveis com os de países que fizeram pesquisa com metodologia semelhante. Na comparação internacional, Brasil ficou empatado com o Chile em relação à proporção de pessoas que se autoidentificam homossexuais ou bissexuais, mas abaixo de Reino Unido, Austrália, Estados Unidos e Canadá.

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Com relação à idade, a proporção dos que declararam a orientação homossexual ou bissexual foi de:

  • 4,8% na faixa etária entre 18 e 29 anos;
  • 1,9% na faixa entre 30 e 39 anos;
  • 1% no grupo entre 40 e 59 anos;
  • 0,2% entre aqueles com 60 anos ou mais.

 

Segundo a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, entre os fatores que podem interferir na autodeclaração da orientação sexual e que podem ter interferido no resultado da análise regional, estão:

  • o contexto cultural;
  • o contexto familiar;
  • habitar em cidades pequenas;
  • inseguro para falar sobre o tema com pessoa estranha;
  • desconfiança com o uso da informação;
  • não compreensão dos termos homossexual e bissexual;
  • indefinição quanto a própria orientação sexual.

 

A pesquisa

 

O questionário foi aplicado em 108 mil domicílio. O manual da pesquisa, usado para consulta tanto dos entrevistadores quanto dos entrevistados, relacionava a orientação sexual a diferentes formas de atração afetiva e sexual de cada um. As opções estavam conceituadas da seguinte forma:

  • Heterossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva entre indivíduos de sexo oposto;
  • Bissexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por mais de um gênero ou sexo binário. Contrapõe-se às monossexualidades (heterossexualidade e homossexualidade);
  • Homossexualidade – Refere-se à atração sexual e/ou afetiva por outro indivíduo do mesmo sexo ou gênero;
  • Outra orientação sexual (especifique) – Quando o morador declarar orientação sexual diferentes das relacionadas anteriormente. Registrar, no campo especifico, a resposta do morador.

Fonte: G1

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