BRASÍLIA

Brasil

Justiça mantém condenação de 22 bicheiros do Rio

Publicados

em

Os bicheiros Aniz Abrahão David, o Anísio e Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães , tiveram a pena reduzida
Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, na Sapucaí no último carnaval Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo
Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, na Sapucaí no último carnaval Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

RIO — O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), no Rio, manteve a condenação dosbicheiros  Aniz Abrahão David, o Anísio  , patrono da Beija-Flor, e Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães  , ligado à Vila Isabel. Ambos tiveram a pena reduzida de 47 anos para 26 anos. A decisão da 1ª Turma do tribunal de dois votos favoráveis a condenação e um contra. Ainda cabe recurso da defesa.

Além da redução da pena, os desembargadores reconheceram a prescrição dos crimes de  formação de quadrilha. Na primeira instância, os contraventores foram condenados  por corrupção ativa e passiva, formação de quadrilhas, entre outros crimes.

A 1ª Turma é a mesma que julga os réus da Operação Lava-Jato no Rio, e a associação entre os dois casos não para por aí. De acordo com a Operação Furacão, desencadeada em 2007, três políticos supostamente envolvidos em esquemas de propina do governo estadual também figuravam, segundo investigações, na lista de pagamento dos bicheiros: os deputados Chiquinho da Mangueira e Marcos Abrahão, presos na Operação Furna da Onça, e o ex-deputado e conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão, que cumpriu prisão temporária na Operação Quinto do Ouro.
Bicho se associa à milícia

Leia Também:  Conheça as 3 vitimas da queda de avião na Bahia

Bicho se associa a milícia

O julgamento da Furacão no TRF-2 também ocorre num momento em que aparecem indícios de ligação entre a contravenção e a expansão das milícias no Rio. Preso em 12 de março, o ex-sargento da PM Ronnie Lessa, apontado como um dos executores da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, já trabalhou para o bicheiro Rogério Andrade e teria participação em um grupo paramilitar da Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Já o ex-PM Adriano Magalhães, o Capitão Adriano, um dos foragidos da Operação Intocáveis, realizada em janeiro, foi segurança da família do bicheiro Maninho Garcia, morto em 2004.

Fonte: O Globo

COMENTE ABAIXO:

Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Brasil

Mulher mata filha de cinco anos; criança tem olhos arrancados

Publicados

em

Por

Criança foi morta pela própria mãe em Alagoas Foto: Reprodução

Fato aconteceu em Alagoas e mulher, que teria transtornos mentais, foi presa em flagrante por conta do crime

Um crime bárbaro aconteceu na cidade de Maravilha, Sertão de Alagoas, no último domingo (24), quando uma mulher matou a própria filha de cinco anos e arrancou os olhos e a língua da criança com uma tesoura. De acordo com a polícia, a autora do crime tem transtornos mentais. A autora do crime foi presa em flagrante.

A polícia foi acionada após o pai de Josimare Gomes, de 30 anos, mãe da pequena Brenda Carollyne, ter encontrado ela e a neta trancadas no banheiro. Ao chamar pela filha e ver marcas de sangue no chão, o homem arrombou a porta e viu a neta já sem vida.

– Ao chamar ela, ela disse que estava tomando banho, mas demorou. Foi quando o senhor foi olhar pela porta de trás e viu as marcas de sangue. Ele arrombou a porta e encontrou a criança, já sem vida, no banheiro, e a mãe “rezando o terço” sobre o corpo – detalhou Eduardo Prado, agente da Polícia Civil (PC).

Leia Também:  Termina neste mês o prazo para prestação de contas de obras de saneamento básico

Segundo os agentes, ainda não há confirmação se a mulher teria arrancado os órgãos da criança depois de matá-la. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para fazer a perícia. O 7° Batalhão da Polícia Militar (7° BPM) esteve no local e constatou o crime. O caso vai ser investigado pela Delegacia Regional da vizinha Ouro Branco.

MINISTRA DAMARES COMENTA O CASO
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, comentou o caso ainda na última segunda-feira (25). Em sua publicação, a chefe da pasta social afirmou que o caso provavelmente denota o desenvolvimento de um ciclo que começa com a negligência, os maus tratos e segue até a bárbara morte.

– Neste caso, nos parece que ninguém interrompeu o caminho e ninguém viu ou ouviu os sinais e os pedidos de socorro emitidos pela criança. É fato que muitas vezes as crianças nos pedem socorro por dias, meses e até anos – disse.

Damares também contou que ficou “em lágrimas” ao saber do fato, mas disse que tentará trabalhar para que a política pública possa funcionar de forma que consiga evitar que casos como esse continuem acontecendo no Brasil.

Leia Também:  Dez startups de Brasília concorrem a prêmio nacional de inovação

– Em lágrimas, depois de soluços, só peço a Deus que me dê forças para interromper o caminho e ouvir o clamor das crianças no Brasil. Só quero que a máquina e a política pública funcionem de fato e estou trabalhando para isto – completou.

Fonte: Pleno.News

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

Nos siga no Facebook

DISTRITO FEDERAL

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Gostou da notícia? Quer mais?

Nos Siga no Facebook 

para mais Notícias

Gostou da notícia? Nos Siga para Mais.