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PF e PRF estouram depósito com toneladas de maconha, fuzis e pistolas

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A Polícia Federal ainda não pesou a droga, mas acredita que provavelmente se trata da ‘maior apreensão de maconha realizada neste ano’ no Paraná

A Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam na manhã nesta sexta, 17, dois fuzis, 14 pistolas, munições e contêineres de madeira com maconha na cidade de Palotina, na região oeste do Paraná.

A investigação teve início a partir de informações levantadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Foz do Iguaçu (PR), com a suspeita de existência de rota de tráfico de armas e drogas visando abastecer a criminalidade organizada que atua no Rio de Janeiro.

A Polícia Federal ainda não pesou a droga, mas acredita que provavelmente se trata da ‘maior apreensão de maconha realizada neste ano’ no Paraná.

Um dos fuzis apreendidos é de calibre 7.62mm e o outro de calibre 5.56mm. Também foram apreendidos quatro “kits rajada”, acessórios capazes de transformar pistolas comuns em armas de fogo automáticas.

A maioria dos itens apreendidos estava escondida em um galpão, na cidade de Palotina, mas a operação conjunta da PF e da PRF cumpriu mandados de busca e apreensão em outros três locais, todos na região oeste do Paraná.

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Durante as diligências, um homem e uma mulher foram presos em flagrante e, ao menos três veículos de alto padrão com alerta de roubo foram recuperados: duas caminhonetes e um automóvel. As duas caminhonetes foram roubadas no estado do Rio de Janeiro, reforçando a conexão dos crimes violentos com o tráfico de armas e drogas.

Balanço preliminar da ação conjunta da PF e PRF:

– Sete contêineres de madeira com toneladas de maconha (a ser pesada);

– Um pacote de haxixe;

– Dois fuzis, um deles de calibre 7.62mm e outro, 5.56mm;

– 14 pistolas;

– 4 kits rajada (acessório que transforma pistolas em armas automáticas);

– Duas pessoas presas (um homem e uma mulher);

– Três veículos com alerta de roubo recuperados (duas caminhonetes e um automóvel).

Estadão Conteúdo

Postagem: http://temporarioegnews.com.br

Fonte: Jornal de Brasilia

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Mulher mata filha de cinco anos; criança tem olhos arrancados

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Criança foi morta pela própria mãe em Alagoas Foto: Reprodução

Fato aconteceu em Alagoas e mulher, que teria transtornos mentais, foi presa em flagrante por conta do crime

Um crime bárbaro aconteceu na cidade de Maravilha, Sertão de Alagoas, no último domingo (24), quando uma mulher matou a própria filha de cinco anos e arrancou os olhos e a língua da criança com uma tesoura. De acordo com a polícia, a autora do crime tem transtornos mentais. A autora do crime foi presa em flagrante.

A polícia foi acionada após o pai de Josimare Gomes, de 30 anos, mãe da pequena Brenda Carollyne, ter encontrado ela e a neta trancadas no banheiro. Ao chamar pela filha e ver marcas de sangue no chão, o homem arrombou a porta e viu a neta já sem vida.

– Ao chamar ela, ela disse que estava tomando banho, mas demorou. Foi quando o senhor foi olhar pela porta de trás e viu as marcas de sangue. Ele arrombou a porta e encontrou a criança, já sem vida, no banheiro, e a mãe “rezando o terço” sobre o corpo – detalhou Eduardo Prado, agente da Polícia Civil (PC).

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Segundo os agentes, ainda não há confirmação se a mulher teria arrancado os órgãos da criança depois de matá-la. O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para fazer a perícia. O 7° Batalhão da Polícia Militar (7° BPM) esteve no local e constatou o crime. O caso vai ser investigado pela Delegacia Regional da vizinha Ouro Branco.

MINISTRA DAMARES COMENTA O CASO
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, comentou o caso ainda na última segunda-feira (25). Em sua publicação, a chefe da pasta social afirmou que o caso provavelmente denota o desenvolvimento de um ciclo que começa com a negligência, os maus tratos e segue até a bárbara morte.

– Neste caso, nos parece que ninguém interrompeu o caminho e ninguém viu ou ouviu os sinais e os pedidos de socorro emitidos pela criança. É fato que muitas vezes as crianças nos pedem socorro por dias, meses e até anos – disse.

Damares também contou que ficou “em lágrimas” ao saber do fato, mas disse que tentará trabalhar para que a política pública possa funcionar de forma que consiga evitar que casos como esse continuem acontecendo no Brasil.

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– Em lágrimas, depois de soluços, só peço a Deus que me dê forças para interromper o caminho e ouvir o clamor das crianças no Brasil. Só quero que a máquina e a política pública funcionem de fato e estou trabalhando para isto – completou.

Fonte: Pleno.News

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