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Alexandre Frota apresenta novo pedido de cassação de Flávio Bolsonaro; entenda

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Alexandre Frota de terno em frente à bancada com microfone
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Alexandre Frota

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou uma nova representação contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) ao Conselho de Ética do Senado por “crimes de improbidade administrativa, peculato e associação criminosa”. As informações são do jornal Metrópoles .

Frota  alega que o senador vem buscando interferir nas investigações do Ministério Público e menciona possível cometimento de crime de tráfico de influência, que pode levar à perda do mandato. 

Flávio Bolsonaro é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) pela prática de rachadinha na época em que era deputado estadual na capital fluminense. De acordo com a publicação, o crime consiste no confisco de parte dos salários dos funcionários, o que caracteriza desvio de dinheiro público.

Outras denúncias

Em novembro, o MPRJ apresentou denúncia contra Flávio por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O filho do presidente foi apontado como líder da organização criminosa, que teria desviado R$ 6,1 milhões entre 2007 e 2018, de acordo com os investigadores.

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A representação apresentada por Frota se junta a outras que estão paradas no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado há meses. O presidente do colegiado, Jayme Campos (DEM-MT), pode arquivar os pedidos que considerar que não cumprem os requisitos regimentais. 

O órgão de assessoramento afirma que é necessário que os atos praticados sejam contemporâneos à legislatura e entende que esse requisito não foi encontrado, o que impossibilita a responsabilização política de Flávio Bolsonaro pelo Senado.

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BRASIL POLÍTICA

Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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