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Ao tentar se explicar sobre frase de morte, Gleisi Hoffmann culpa Bolsonaro

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A senadora paranaense Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), tentou dar explicações a respeito de sua frase que repercutiu muito mal perante a sociedade brasileira e também diante das redes sociais. Ela se manifestou sobre o julgamento do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, quem considerada como inocente das acusações que pesam contra o ex-mandatário petista de crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Vale ressaltar que o ex-presidente enfrentará um novo julgamento já no próximo dia 24 de janeiro, no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede na capital gaúcha, Porto Alegre.
Lula foi condenado em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, cujos trabalhos são realizados na 13ª Vara Criminal da Justiça Federal da cidade de Curitiba, capital paranaense. Ele o juiz responsável pelas ações que tratam da maior operação anticorrupção na história do país no Paraná, em que são apurados crimes de colarinho branco, a Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
O petista foi sentenciado a nove anos e meio de cadeia, em regime fechado, cujo processo será analisado em segunda instância por três desembargadores federais do TRF4, que poderão confirmar a condenação, modificá-la ou mesmo absolver o ex-presidente.
Senadora se complica ao tentar se explicar
Durante a realização de um entrevista concedida à imprensa, a senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, tentou se eximir de qualquer culpa em relação ao polêmico episódio em que havia dito que, se Lula for condenado e preso, “vai ter que matar gente”, o que foi interpretado como uma clara ameaça dirigida ao Poder Judiciário no Brasil, principalmente, ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF).
Como tentativa de se desvencilhar da enorme repercussão negativa gerada pela frase, Gleisi afirmou que teria sido tão somente uma “força de expressão” suas palavras.
Entretanto, ela tentou se comparar ao deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato a presidente da República. Gleisi chegou a afirmar, durante a entrevista que estaria sendo tratada diferentemente de Bolsonaro. Segundo a petista, o deputado prometeu dar porte de armas para todas as pessoa e que o ser humano somente respeitaria o que teme.
Porém, a petista afirmou que Lula se trataria de uma pessoa inocente, sem que houvessem provas a apresentar quanto a sua culpa. Ao demonstrar um certo desespero, Gleisi afirmou que para o PT, não haveria como Lula não ser candidato neste ano. A senadora disse ainda que condenar o ex-mandatário petista sem provas seria um ato de violência. Entretanto, ela não explicou sobre as acusações pelas quais Lula está implicado, numa clara tentativa de ludibriar a opinião pública.
Fonte: F7 Noticias
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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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