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Deputado é afastado de partido após assediar colega na Alesp

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Deputado estadual Fernando Cury
Divulgação/Alesp

Deputado estadual Fernando Cury

O deputado estadual Fernando Cury foi afastado do Cidadania após ele  assediar uma colega na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) durante sessão nesta quarta-feira (16). O parlamentar foi visto de aproximando por trás de Isa Penna (PSOL) e colocando as mãos na altura dos seios dela. A informação é da CNN Brasil .

A decisão foi tomada pelo presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire. Na véspera, o partido havia anunciado que levaria o deputado estadual a um julgamento no Conselho de Ética da legenda. Esse julgamento poderia resultar em sua expulsão.

Fernando Cury
Reprodução/Alesp

Deputado estadual Fernando Cury (Cidadania) coloca mão no seio de deputada estadual Isa Penna (PSOL) durante sessão na Alesp

Segundo nota do Cidadania, o conselho pode se reunir ainda hoje para começar a analisar o caso. Até lá, Fernando Cury está afastado de todas as posições ligadas ao partido, incluindo a representação em nome do Cidadania na Alesp.

Nas imagens feitas durante o assédio, Isa Penna é vista de costas, conversando com o presidente da Alesp, Cauê Macris (PSDB). Nesse momento Cury se aproxima e a abraça por trás, tocando os seios da parlamentar.

A deputada registrou boletim de ocorrência contra o colega, sob a acusação de importunação sexual.

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Delegacias aplicarão questionário para traçar o grau de risco das vítimas de violência doméstica e familiar

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (6), a sanção da Lei 14.149, que institui o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. A norma representa um avanço no atendimento e na proteção à mulher vítima de violência doméstica e familiar. No primeiro atendimento às vítimas das agressões nas delegacias de polícia, as autoridades deverão aplicar um questionário que permitirá traçar o grau de risco a que a pessoa está exposta.

A senadora Leila Barros (PSB-DF), que relatou a proposição que deu origem à Lei, comemorou a sanção sem vetos. “O formulário tem o potencial de agilizar a adoção das medidas protetivas. Além disso, padronizará o recebimento da denúncia. A implantação do questionário garantirá que elas contem suas histórias e recebam o amparo que precisam, evitando assim a sua revitimização, dessa vez em ambiente institucional”, explicou a primeira senadora eleita pelo Distrito Federal.

O questionário toma por base a experiência de países como Portugal, Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos e foi concebido por meio de parcerias entre importantes instituições atuantes no enfrentamento à violência contra a mulher, contando com o apoio técnico da União Europeia e do Ministério Público. São ao todo 19 perguntas objetivas e 10 abertas. Após as respostas, será possível determinar o grau de gravidade de risco e avaliar as condições físicas e emocionais da mulher.

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O Formulário já foi aprovado inclusive em ato normativo conjunto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), cujo objetivo é mensurar o potencial de agravamento da violência doméstica. Com a Lei 14.149, que altera a Lei Maria Penha para tornar obrigatória a aplicação das perguntas nas delegacias, outros órgãos e entidades públicas ou privadas que atuem na área de prevenção e de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher poderão também aplicar o questionário.

Fonte: Assessoria Sen Leila

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