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Eduardo Bolsonaro pode perder comissão de política externa após racha no PSL

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) corre risco de perder o comando da comissão de política externa da Câmara em meio a um racha do PSL e a disputa da presidência da Casa. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) está no comando do órgão colegiado há dois anos e quer tentar colocar um aliado no cargo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

O principal motivo para eventual saída de Eduardo seriam os rompimentos dentro do partido. A legenda foi a qual Bolsonaro se filiou para disputar as eleições presidenciais de 2018. Ocorre que, agora, após a implosão do partido, ele é comandado pela ala que rompeu com o bolsonarismo.

Além disso, o grupo próximo do presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), não pretende entregar cargos para a ala rebelde.

As negociações de comissões também passam pela eleição para a presidência da Câmara. Como o PSL se juntou ao bloco que apoia Baleia Rossi (MDB-SP), candidato do atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), o partido não deve ceder espaço a deputados que votarem em Arthur Lira (PP-AL).

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

Leia Também:  Bolsonaro e ministros não irão à posse do novo presidente na Bolívia

Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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