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Girão pede apoio popular a petição contra supersalários na administração pública

Em pronunciamento nesta quinta-feira (10), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) pediu o apoio da sociedade civil a uma petição pública pelo fim dos supersalários na administração pública.

Segundo ele, 25 mil servidores recebem valores superiores ao teto de salário do setor público, que é de R$ 39.293,32. O pagamento acima do limite constitucional é, na opinião do senador, injusto e representa uma despesa anual de R$ 2,6 bilhões. 

— A gente tem no nosso país essas desigualdades gigantes e tem uma casta que está acima das demais, com privilégios, com benesses, mordomias, regalias. E tudo isso, a gente precisa acabar — disse o senador, informando o endereço do site para assinar a petição, o Brasil sem Privilégios.

Girão lembrou que em países da Europa a situação é diferente. Segundo ele, lá é possível ver ministros usando o metrô para ir ao trabalho ou compartilhando assessores.

O próprio senador revelou que, antes mesmo de tomar posse, no dia 1º de fevereiro de 2019, teve a iniciativa de abrir mão do que ele considera alguns privilégios a que tem direito o parlamentar, como o uso de apartamento funcional, carro com motorista, plano de saúde vitalício e aposentadoria especial. Ele disse ainda que trabalha com uma equipe reduzida em seu gabinete. Segundo Girão, ao longo desse período, essas medidas representaram uma economia de R$ 4 milhões aos cofres públicos.

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— Eu tenho um projeto de lei [PL 225/2020] para que essa verba economizada seja, de alguma forma, destinada a entidades, destinada à saúde. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Senado Federal

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Câmara aprova urgência para projeto que cria instrumento de política monetária; acompanhe

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17/06/2021 – 14:05  

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Plenário reunido em sessão deliberativa híbrida

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou há pouco o regime de urgência para o Projeto de Lei 3877/20, do Senado, que autoriza o Banco Central (BC) a acolher depósitos voluntários remunerados das instituições financeiras, ou seja, os bancos terão a opção de depositar recursos no BC, que renderão juros.

Foram 381 favoráveis e 40 contrários.

Assista ao vivo

O objetivo é dar ao BC uma nova ferramenta para controlar a quantidade de moeda em circulação na economia que tenha impacto menor sobre a dívida pública. Atualmente, a autoridade monetária usa as operações compromissadas para controlar a quantidade de moeda na economia, que elevam a dívida pública. Com o projeto, os dois instrumentos vão coexistir.

A proposta poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário.

Confira a pauta completa da sessão

Mais informações a seguir. 

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Cláudia Lemos

Câmara Federal

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