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“Guardiões do Crivella” que barravam imprensa em hospitais no Rio são exonerados

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Ex-prefeito do Rio de Janeiro foi afastado antes de completar mandato por suspeita de comandar esquema de propinas
Valter Campanato/Agência Brasil

Ex-prefeito do Rio de Janeiro foi afastado antes de completar mandato por suspeita de comandar esquema de propinas

Os funcionários que ficaram conhecidos por serem os “Guardiões do Crivella” por impedirem que a imprensa fizesse a cobertura próximo a hospitais do Rio de Janeiro em 2020 foram exonerados. A informação foi confirmada pelo secretário de Integridade Pública do Rio, Marcelo Calero, disse nesta segunda-feira (4).

Ainda de acordo com Calero, esses funcionários deixaram o governo no primeiro dia de gestão de Eduardo Paes (DEM). Além dos jornalistas, eles também intimidavam parentes de pacientes que faziam reclamações.

“A primeira coisa que me surpreendeu é que esses servidores, 80% deles, dessas pessoas que estavam dedicadas a achacar a imprensa e as pessoas que buscavam atendimento na área de saúde, elas ainda estavam nomeadas. Nós exoneramos essas pessoas. Um ato do prefeito as exonerou no primeiro dia do mandato da nova gestão, 1º de janeiro. E a segunda providência foi abrir uma investigação preliminar aqui na prefeitura, na sede administrativa”, afirmou.

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O secretário acrescentou que “surpreendentemente” não havia qualquer investigação aberta por parte da prefeitura para apurar o caso.

Calero também falou sobre as metas estabelecidas para os 100 primeiros dias da secretaria.

Segundo ele, o prefeito Eduardo Paes pediu que fosse criado um mecanismo para garantir a proteção de servidores que desejam fazer denúncias sobre problemas na prefeitura. Outra preocupação, de acordo com Calero, é evitar o uso político da secretaria.

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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