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Kalil pede união durante posse virtual em BH: “Estamos no mesmo barco”

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Prefeito de Belo Horizonte (PSD) Alexandre Kalil
Amira Hissa/PBH

Prefeito reeleito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD)

Em discurso de posse feito de forma remota nesta sexta-feira (1º), o prefeito reeleito de Belo Horizonte , Alexandre Kalil (PSD), pregou a união e o respeito às diferenças, e fez referência indiretamente ao combate à pandemia da Covid-19 . Por medida de segurança sanitária, Kalil participou por videoconferência da solenidade que empossou ele, seu vice Fuad Noman e os 41 vereadores eleitos na capital mineira.

“Estamos no mesmo barco, na mesma canoa. Sairemos de um jeito melhor ou pior na frente”, afirmou Kalil, numa referência à pandemia atual. “A verdade vai continuar prevalecendo na prefeitura de Belo Horizonte. O que poderá ser feito, será feito. Há um grande trabalho pela frente”, completou.

No último ano, Kalil chegou a travar embates públicos com o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), por defender medidas restritivas mais duras no combate à Covid-19. Zema, que se mostrou mais alinhado ao presidente Jair Bolsonaro, resistiu a adotar medidas como fechamento de atividades comerciais. Com a reeleição em primeiro turno na capital, com 63% dos votos válidos , Kalil passou a ser cotado para disputar o governo do estado em 2022.

Na posse do novo mandato, o prefeito de Belo Horizonte frisou o tom conciliatório, disse que a capital mineira é “uma cidade de todos, de LGBTs, de cristãos, de evangélicos, de negros” e agradeceu à oposição.

“Claro, temos divergências, teremos divergências, mas quero deixar aqui, todos que me conhecem sabem que não sou de demagogia e não gosto de mentira. Agradeço a quem me apoiou e a quem foi oposição. A pluralidade é muito importante. Temos que saber conversar com o diferente”, disse Kalil.

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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