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Paes abre quatro investigações contra Crivella antes de completar 24h de mandato

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Prefeito eleito do Rio de Janeiro%2C Eduardo Paes (DEM) tomou posse nesta sexta-feira (1º)
Beth Santos/PCRJ

Prefeito eleito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM) tomou posse nesta sexta-feira (1º)

Em um ato relâmpago antes de cumprir 24 horas de mandato, o prefeito do Rio de Janeiro , Eduardo Paes (DEM), abriu quatro investigações contra o ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). Os dois foram adversários nas eleições municipais de 2020 e Crivella foi afastado do cargo antes do fim de sua gestão por suspeita de comandar um esquema de propinas na Prefeitura. Ele está preso desde 22 de dezembro.

Em dois decretos publicados no Diário Oficial do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (1º), Paes determinou a criação de comissões de investigação sobre os casos do “QG da Propina”, no qual Crivella teria arrecado mais de R$ 53 milhões , e dos  “Guardiões do Crivella”, que seriam funcionários que impediam o trabalho da imprensa da cobertura dos atendimentos precários em hospitais durante a pandemia da Covid-19.

Além da investigação desses dois casos, Paes abriu outras duas apurações. Uma para investigar “o cometimento de eventual irregularidade na aquisição de equipamentos e insumos de saúde não utilizados” e outra sobre “eventual irregularidade na execução das obras e contratações do Hospital de Campanha do Riocentro”.

As quatro investigações serão conduzidas pela Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública, pela Procuradoria-Geral e pela Controladoria Geral do Município. Um relatório de investigação deve ser entregue em até 30 dias. Esse prazo pode ser prorrogado por igual período.

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

Leia Também:  “Pacto pelo emprego”: Bolsonaro ironiza proposta econômica de Flávio Dino

Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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