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Prefeitos eleitos como “fichas-sujas” entram com recurso no STF para tomar posse

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Adair Henriques da Silva (DEM)%2C prefeito eleito de Bom Jesus de Goiás
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Adair Henriques da Silva (DEM), prefeito eleito de Bom Jesus de Goiás

Dois candidatos a prefeito que conseguiram ser eleitos mesmo sendo considerados “fichas-sujas” entraram com recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) para que pudessem tomar posse. Foram eles Adair Henriques (DEM), que foi eleito em Bom Jesus de Goiás, e Cacique Marquinhos (Republicanos), que foi o vitorioso em Pesqueira, em Pernambuco.

A possibilidade para recurso ocorreu após uma decisão do ministro Nunes Marques abrir portas para que esses candidatos pudessem assumir seus mandatos. No dia 19 de dezembro, Marques concedeu liminar que reduziu o tempo de inelegibilidade de políticos condenados na Justiça.

A decisão do ministro veio mesmo após presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, suspender a análise de cinco casos de outros “fichas-sujas” , alegando que é preciso aguardar decisão definitiva do plenário do STF.

Adair Henriques foi condenado por delito contra o patrimônio público em segunda instância, em 2009. Já o Cacique Marquinhos foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por causa de uma condenação em 2015 pelo crime de incêndio.

Com a indefinição, os dois municípios serão comandados pelo presidente da Câmara Municipal. Isso depende, porém, que a Casa emposse os vereadores eleitos e eles decidam entre si quem será o presidente, que, automaticamente, se torna o prefeito em exercício.

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

Leia Também:  Bolsonaro faz segunda “live” e destaca viagem aos Estados Unidos

Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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