BRASÍLIA

BRASIL POLÍTICA

Primeira Turma do STF já tem maioria para mandar André do Rap de volta à prisão

Publicados

em


source
André do Rap de camisa preta com parede branca ao fundo
Reprodução

André do Rap está foragido após decisão de Marco Aurélio de soltá-lo

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) já tem maioria para que o narcotraficante e líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) André do Rap volte à prisão. Por meio de sessão virtual, os ministros Alexandre de Moraes , Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli divergiram do relator do caso, o ministro Marco Aurélio Mello.

O julgamento é de um habeas corpus do líder do PCC e foi aberto na semana passada por Marco Aurélio, quando ele se manifestou novamente a favor da soltura . Na ocasião, o relator criticou a “visão totalitária” do presidente da Corte, o ministro Luiz Fux, que foi o responsável por revogar a decisão inicial que colocou o traficante em liberdade.

Leia Também:  Com crise no PSL, clã Bolsonaro negocia migrar para nova UDN

Na avaliação do decano, mesmo que André do Rap esteja foragido, os fundamentos que o levaram a revogar a prisão preventiva no início de outubro continuam valendo.

A divergência, no entanto, foi aberta na última sexta-feira (13) por Alexandre de Moraes, que foi seguido por Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli.

Em seu voto, Moraes destacou a “função de destaque” de André do Rap na facção criminosa, observou que não caberia a Marco Aurélio conceder ordem de ofício para soltar o traficante. O motivo, segundo ele, seria que a jurisdição do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não havia sido esgotada no caso. Moares ainda reafirmou o entendimento fixado pelo plenário do STF contra a soltura automática de presos em caso de excesso de prazo de revisão das prisões preventivas.

Condenado a 25 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, André do Rap teve a prisão temporária decretada em abril de 2014, junto com outros dez suspeitos, após a deflagração das Operações Hulk e Overseas pela Polícia Federal (PF).

Leia Também:  Provável substituta de Raquel Dodge pode ter escrito pedido de impeachment de Gilmar

Ele foi preso em 15 de setembro de 2019, após passar cinco anos foragido. Na época, foi encontrado pela polícia em uma mansão em Angra dos Reis, na Costa Verde fluminense. Hoje o paradeiro dele é desconhecido.

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

BRASIL POLÍTICA

Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

Publicados

em

Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

Leia Também:  Secretário demitido por Witzel é nomeado em nova função

Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

FALA BOLSONARO

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA