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Sem PSOL, oposição oficializa apoio a Baleia Rossi para presidência da Câmara

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Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)

Após  decisão do PT de apoiar Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara, os partidos de oposição  formalizaram a aliança com o emedebista. Em carta divulgada nesta segunda-feira, PT, PCdoB, PSB, PDT e Rede anunciaram que o objetivo do acordo é “derrotar Bolsonaro e sua pretensão de controlar o Congresso”. A única legenda que ficou de fora foi o PSOL.

As legendas decidiram pelo alinhamento ao bloco de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para tentar derrotar o candidato apoiado por Jair Bolsonaro (sem partido), Arthur Lira (PP-AL). No documento, as siglas enumeram cinco compromissos assumidos por Baleia Rossi.

O acordo prevê a “defesa da Constituição”, a “proteção à democracia”, a “independência do Legislativo”, com a garantia de instrumentos de ação e fiscalização da oposição, além do respeito à soberania do país e a proteção de minorias.

“Tais compromissos, assumidos também pelo candidato a presidente da Câmara que decidimos apoiar, deputado Baleia Rossi, orientará nossa atuação parlamentar, em estrito cumprimento dos mandatos que a população nos conferiu”, diz a nota da oposição.

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No documento, os parlamentares de esquerda criticam a atuação de Bolsonaro durante a pandemia, qualificando o governo como “insensível ao sofrimento do povo, irresponsável diante da pandemia e chefiado por um presidente da República que ao longo de sua trajetória sempre se colocou contra a democracia”.

“Nós, dos partidos de oposição, temos a responsabilidade de combater, dentro e fora do Parlamento, as políticas antidemocráticas, neoliberais, de desmonte do Estado e da economia brasileira, e de lutar para que nosso povo possa ter resguardados o direito à vida, à saúde, ao emprego e renda, à alimentação acessível, à educação, à moradia, a defesa do meio ambiente, dos povos indígenas e quilombolas, entre outros direitos essenciais”.

Com a decisão, Baleia Rossi consolida o apoio de onze partidos em um bloco para a eleição de fevereiro.

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“Foi essa responsabilidade que nos uniu aos demais partidos do bloco que integramos para propor saídas ao país e ao nosso povo, aos problemas que nos afligiram nos dois últimos anos, especialmente durante a pandemia, tais como a aprovação da PEC do ‘orçamento de guerra’, a renda emergencial e a liberação de recursos para o SUS, para Estados e Municípios, que efetivamos juntos nesse período”, diz a nota das legendas.

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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