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Senado elege chapa única para Mesa; Anastasia fica com a 1ª vice-presidência

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Crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Estadão Conteúdo 06/02/19 – 18h06

O Senado elegeu nesta quarta-feira os integrantes para a sua Mesa Diretora. A chapa única, definida após um acordo fechado entre partidos, foi eleita com 72 votos favoráveis, 2 contrários e 3 abstenções. A votação foi feita de forma secreta.PUBLICIDADE

O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) ficou com a 1ª vice-presidência e o senador Lasier Martins (PODE-MG), com a 2ª vice-presidência.

A primeira-secretaria ficou com o PSD, que sugeriu o nome de Sergio Petecão (PSD-AC); a segunda será de incumbência do MDB, que apresentou o senador Eduardo Gomes (MDB-TO); a terceira-secretaria será do PSL, que indicou Flávio Bolsonaro (PSL-RJ); a Quarta-Secretaria será do PP, que indicou o senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS).

Os senadores Marcos do Val (PPS-ES), Weverton Rocha (PDT-MA), Jaques Wagner (PT-BA) e Leila Barros (PSB-DF) foram eleitos para as suplências dos cargos da mesa.

Ao final da eleição, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, agradeceu aos líderes partidários pela realização do acordo e afirmou que já há entendimento também para a maioria das indicações para os comandos das comissões temáticas da Casa. Elas serão formalizadas na próxima terça-feira, 12.

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Não participaram da eleição de hoje os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Fernando Collor (Pros-AL), Jader Barbalho (MDB-PA) e Rogério Carvalho (PT-SE).

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Após sinalização de interferência de Bolsonaro, ações da Eletrobras valorizam 23% na semana

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Ações da Eletrobras valorizam 23% na semana, mas não se falou em ‘interferência’

Bolsonaro sinalizou interferência, e o papel da Eletrobrás saltou de R$27,04, na segunda, para R$33,83 na quinta

A estatal federal Eletrobrás valorizou 23% esta semana, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro avisar que iria interferir no setor elétrico, mas ninguém atribuiu a essa atitude a valorização expressiva da estatal de energia.

No início da semana, o papel da Eletrobrás era vendido a R$27,04 e, nesta quinta (25), registrava valorização de 23%, cotada a R$33,83. O dedo presidencial, no setor elétrico, afinal só gerou lucros. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O gesto do presidente de levar ao Congresso a medida provisória que deflagra a privatização da Eletrobrás ajudou a valorizar suas ações.

A MP 1031 (Eletrobrás) teve objetivos vitais para o êxito do governo. Um deles foram os grandes investidores privados, nacionais e internacionais.

A MP também é uma investida contra aumentos tão cruéis quanto os dos combustíveis: só em 2021, o povo amarga alta de 13% na conta de luz.

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Confiar ao BNDES os estudos para privatizar a Eletrobrás gerou alívio. A pior escolha seria entregar a tarefa ao corporativismo dos eletrocratas.

Fonte: Diário do Poder

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