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Vejam um dos motivos que levou a demissão de Castelo Branco na Petrobrás

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Roberto Castello Branco se autoconcedeu bônus milionário na Petrobrás

Enquanto esteve na presidência da Petrobrás, Roberto Castelo Branco triplicou os valores pagos à diretoria e se auto concedeu gratificação de até 13 vezes o seu já robusto salário caso as metas fossem ultrapassadas. A medida levou a empresa a conceder em média bônus de R$ 1,4 milhão aos diretores, enquanto a gratificação paga aos servidores da base foi reduzida

Roberto Castello Branco
Roberto Castello Branco (Foto: Agência Brasil)

Agenda do Poder – O presidente demitido da Petrobras Roberto Castelo Branco é responsável pela mais escandalosa política de bônus da história recente da empresa. Ele triplicou os valores pagos à diretoria e se auto concedeu gratificação de até 13 vezes o seu já robusto salário caso as metas fossem ultrapassadas. Em contraste, os empregados sem cargos de liderança passaram a receber somente 2,6 vezes o rendimento mensal na mesma situação.

A generosidade do presidente levou a empresa a conceder em média bônus de R$ 1,4 milhão aos diretores, enquanto a gratificação paga aos servidores da base foi reduzida.

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Em abril de 2020, a diretoria da Petrobras informou aos acionistas que o aumento determinado por Roberto Castelo Branco levaria a estatal desembolsar R$ 43,3 milhões para pagar salários, benefícios, bônus por desempenho e encargos a seus administradores no período entre abril de 2020 e março de 2021. No ano anterior, foram R$ 34,2 milhões.

No texto, o então presidente, Roberto Castello Branco, explica que os salários não seriam reajustados. Para esta rubrica, a Petrobras reservou R$ 14,1 milhões, uma média de R$ 120 mil (incluindo décimo terceiro) por diretor.

O pagamento de prêmios pelo desempenho de 2019, liquidado em 2020, em meio à pandemia, bateu a casa de R$ 11,8 bilhões, mais do que o dobro dos R$ 5,5 bilhões de 2018. Uma média de R$ 1,4 milhão por diretor, incluindo os encargos.

Liberal em temas de interesse de social, Castelo Branco transmuta-se num empedernido autoritário, quase um stalinista, quando o assunto é bônus da diretoria. Durante todo o tempo, sonegou da sociedade brasileira os valores que se auto concedeu e os que mandou pagar a seus asseclas no comando da empresa. A relação completa do valor pago a cada integrante da diretoria nunca foi revelada.

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Deputados de oposição preparam-se para desvendar os valores que faziam a alegria do protoliberal Castelo Branco na direção da empresa. Paulo Ramos (PDT) entrará nesta semana com um requerimento de informação solicitando nomes e valores dispendidos individualmente aos diretores..

Fonte: Brasil 247

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FHC critica açodamento de Doria e avisa: Aécio não será afastado do PSDB

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“Apressado come cru”, disse o ex-presidente, referindo-se à tentativa de Doria de “tratorar” o partido

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou o comportamento do seu correligionário João Doria (PSDB), governador de São Paulo, que recentemente tentou assumir o controle do partido e até expulsar o deputado Aécio Neves (MG), ex-presidente do partido. Dória acabou isolado no próprio partido e acabou provocando o lançamento da pré-candidatura do governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB) a presidente.

“O apressado come cru”, disse FHC referindo-se à atitude agressiva governador na tentativa de viabilizar sua candidatura ao Palácio do Planalto. O ex-presidente avisou que “é um engano imaginar que alguém pode afastar Aécio Neves do partido. “A expulsão não tem sentido”, afirmou.

Fundador do PSDB e político experiente, FHC criticou também a ansiedade de Doria para se viabilizar candidato a presidente. Para definir a candidatura do PSDB em 2022, “vamos observar para ver quem será capaz de unir forças”, disse. O ex-presidente disse ainda que o partido precisa examinar também a hipótese de apoiar uma candidatura mais viável de outro partido, sem especificar a agremiação.

FHC criticou a troca de comando na Petrobras, mas disse que o governante fica mesmo entre observar as regras de mercado e atender os interesses da população, prejudicada pelos constantes aumentos. “Esse negócio de governar não é bom, não, é muito difícil”.

O ex-presidente da República foi entrevistado no programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, quando defendeu lockdown total nas escolas. Mesmo reconhecendo que haveria prejuízos, FHC entende que só uma medida dura como essa poderia frear a escalada de mortes:

FHC foi entrevistado no Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, pelos jornalistas Thays Freitas, Pedro Campos e Cláudio Humberto.

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Fonte: Diário do Poder

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