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Viradas podem marcar eleições municipais em 2020

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Agência Brasil / Câmara dos Deputados

Bruno Covas (PSDB) e Celso Russomanno (Republicanos) participaram de um debate ao lado de Guilherme Boulos (PSOL) e Marcio França (PSB) nesta quarta (11)


Às vésperas das eleições municipais deste ano, que serão realizadas em todos os municípios brasileiros no próximo domingo (15) , apenas 95 cidades, aquelas com mais de 200 mil eleitores, poderão decidir quem será seu novo prefeito em um eventual segundo turno. Neste ano, algumas das principais capitais do país vivem uma tendência de viradas e cenários imprevistos .


Na cidade de São Paulo , até o início do mês de outubro, o cenário que se desenhava era que disputa para decidir os rumos da capital paulista ficaria entre o atual prefeito Bruno Covas (PSDB) e o deputado federal Celso Russomano (Republicanos) – que liderou boa parte do tempo a corrida pela prefeitura.

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No entanto, Guilherme Boulos (PSOL) e Márcio França (PSB) cresceram nas últimas pesquisas e estão garantindo a menos de uma semana da eleição um cenário de dúvidas sobre quem irá para o segundo turno com o atual prefeito Bruno Covas (PSDB).

No Rio de Janeiro , o atual prefeito Marcelo Crivela (Republicanos) periga não ir para o segundo turno após empatar tecnicamente com a candidata Delegada Marta Rocha (PDT), segundo informações da pesquisa Ibope.

Essa tendência de viradas na última hora acontece também em Palmas , capital de Tocantins. O candidato do PSB Tiago Andrino saiu do terceiro lugar, ultrapassou Cinthia Ribeiro (PSDB) e agora lidera as intenções de voto por 25% a 24%. Os dados são do Instituto AVOX/ Jornal O Coletivo, que divulgou sua quarta rodada de pesquisa nesta quarta-feira. Vale lembrar que na pesquisa do Ibope divulgada em 22 de outubro, Cinthia Ribeiro tinha 26%, contra apenas 7% de Tiago Andrino.

A deputada estadual Vanda Monteiro (PSL), com 12%, está em terceiro lugar.

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Delegacias aplicarão questionário para traçar o grau de risco das vítimas de violência doméstica e familiar

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Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Foi publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (6), a sanção da Lei 14.149, que institui o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. A norma representa um avanço no atendimento e na proteção à mulher vítima de violência doméstica e familiar. No primeiro atendimento às vítimas das agressões nas delegacias de polícia, as autoridades deverão aplicar um questionário que permitirá traçar o grau de risco a que a pessoa está exposta.

A senadora Leila Barros (PSB-DF), que relatou a proposição que deu origem à Lei, comemorou a sanção sem vetos. “O formulário tem o potencial de agilizar a adoção das medidas protetivas. Além disso, padronizará o recebimento da denúncia. A implantação do questionário garantirá que elas contem suas histórias e recebam o amparo que precisam, evitando assim a sua revitimização, dessa vez em ambiente institucional”, explicou a primeira senadora eleita pelo Distrito Federal.

O questionário toma por base a experiência de países como Portugal, Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos e foi concebido por meio de parcerias entre importantes instituições atuantes no enfrentamento à violência contra a mulher, contando com o apoio técnico da União Europeia e do Ministério Público. São ao todo 19 perguntas objetivas e 10 abertas. Após as respostas, será possível determinar o grau de gravidade de risco e avaliar as condições físicas e emocionais da mulher.

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O Formulário já foi aprovado inclusive em ato normativo conjunto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), cujo objetivo é mensurar o potencial de agravamento da violência doméstica. Com a Lei 14.149, que altera a Lei Maria Penha para tornar obrigatória a aplicação das perguntas nas delegacias, outros órgãos e entidades públicas ou privadas que atuem na área de prevenção e de enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher poderão também aplicar o questionário.

Fonte: Assessoria Sen Leila

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