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Deslizamento de terra invade rua de Ouro Preto (MG) e destrói casarão do século 18

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As informações são de que não houve feridos no desastre, já que o casarão atingido estava vazio. A edificação é do século 18

Um deslizamento de terra atingiu diversas casas em Ouro Preto, Minas Gerais. Na manhã desta quinta-feira (13), as residências acabaram soterradas com o volume de solo do Morro da Forca. De acordo com informações, a região ficou completamente sem energia elétrica.

As informações são de que não houve feridos no desastre, já que o casarão atingido estava vazio desde 2012, por conta dos riscos da localização. A edificação é do século 18, propriedade da Prefeitura de Ouro Preto. A Defesa Civil da cidade já havia isolado a área antes do deslizamento.

Com as fortes chuvas que assolam o estado, o solo molhado não resistiu. Ouro Preto fica na parte Central de Minas Gerais, uma região montanhosa, repleta de morros e elevações. Segundo o prefeito da cidade, Angelo Oswaldo de Araújo, este não é o primeiro deslizamento de terra no município. “Desde o fim do ano passado tivemos deslizes, entretanto este foi o maior até o momento”, revelou Angelo. “Felizmente, nenhuma pessoa ficou ferida e nenhum conjunto importante da cidade foi aingido”, completou.

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Conforme o prefeito, existem outras áreas com risco de desabamento e invasão de solo nas ruas de Ouro Preto, entretanto, a Defesa Civil local tem monitorado e interditado as regiões de risco.

Em entrevista para a GlobNews, Angelo Oswaldo afirmou existir mais de R$ 100 milhões para investir em programas de contenção de encostas, aprovado pela Caixa Econômica Federal. Porém, a licitação precisa ser realizada pelo Governo do Estado.

Confira as imagens do momento do deslizamento:

Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, moradores e trabalhadores nas proximidades do local do incidente foram evacuados preventivamente porque ainda há uma instabilidade do talude. “Se houver outro desmoronamento, há a possibilidade de um hotel e um restaurante serem atingidos”, afirma a corporação.

De acordo com a Guarda Municipal de Ouro Preto, o incidente ocorreu por volta das 9h10 e o prédio, interditado desde 2012, armazenava materiais de tecnologia da informação da administração municipal.

A área em frente aos imóveis atingidos já estava isolada, após uma denúncia de que havia deslocamento de um pequeno punhado de terra no entorno do local, localizado em encosta logo abaixo do heliporto da cidade.

“Recebi uma ligação por volta das 8h30 de um fiscal de nossas linhas de ônibus e deslocamos uma viatura para lá, avisando à Defesa Civil. Resolvemos isolar a área e antes dos profissionais da Defesa Civil chegar, não deu nem 15 minutos, tudo veio abaixo”, afirma o guarda municipal Dickson Reitmeyer Fernandes.

Segundo ele, o movimento foi feito por causa de uma grande pedra na encosta do local, que também apresentava “deslocamento”. No momento do incidente, não havia nenhum trabalhador no interior do imóvel.

Devido às chuvas que acometem o estado há semanas, 341 municípios de Minas Gerais estão em situação de emergência.

Na quarta (12), um deslizamento de terra “engoliu” carros em um estacionamento na cidade de Ponte Nova (MG), a 181 km de Belo Horizonte. Os veículos estavam no terreno do Conjunto Habitacional Dom Helvécio, conhecido como Cojan, quando o terreno cedeu.

Além do deslizamento, pontes do município foram interditadas, uma cratera se abriu na MG-262 -que liga Ponte Nova e Mariana- e inúmeros pontos de alagamento foram registrados ao longo da última semana. Durante o fim de semana, ainda houve a queda de um paredão em um cânion em Capitólio.

Fonte: Jornal de Brasilia

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TJ-SP absolve traficante por ter sido detida por guardas e não por policiais

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Mesmo detida em flagrante traficando crack, a mulher foi absolvida porque a ação foi de guardas municipais – Foto: site Justiça de Saia.

Tribunal decide que guardas não podem fazer revistas em suspeitos

A 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo reformou sentença de primeiro grau e absolveu uma mulher acusada por tráfico de drogas por ter sido detida por guardas civis municiais e não por integrantes de forças policiais. A decisão considerou ilegal a revista à criminosa realizada pelos guardas.

A ré foi abordada por guardas civis municipais enquanto carregava porções de crack. Em primeira instância, ela havia sido condenada a 5 anos de prisão, em regime fechado. No entanto, a turma julgadora verificou “ilegalidades” na abordagem dos guardas e invalidou as provas, o que levou à absolvição da acusada.

O relator do caso, desembargador Geraldo Wohlers, considerou que “a diligência da Guarda Municipal que culminou na apreensão do entorpecente foi irregularmente realizada”. Ele sustentou que guardas não podem fazer investigações próprias de polícia, citando a Constituição.

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Conforme Wohlers, embora a Guarda Municipal possa efetuar prisões em flagrante quando se depara com alguém praticando crimes, essa não seria essa a hipótese dos autos.

“Pelo contrário, como visto, ao depararem com a acusada na via pública, os sentinelas não tinham conhecimento do que ela trazia consigo ou guardava, sendo certo que a descoberta de estupefaciente resultou de posterior exame, de revista a ré (corporal, portanto), típica de policiamento preventivo/ostensivo, normalmente afeto à Polícia Militar, algumas vezes desempenhado pela Civil”, completou.

Fonte: Diário do Poder

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