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Esquerdista, Carol Solberg perde todos os patrocínios

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Carol Solberg agora está sem patrocínio Foto: Divulgação/FIVB

Atleta perdeu apoio de empresas após manifestação política contra Bolsonaro

Pouco mais de três meses após a manifestação polêmica feita durante uma competição de vôlei de praia, a atleta Carol Solberg tem que lidar com uma nova realidade: a falta de patrocínio. Depois de gritar “Fora, Bolsonaro” ao vivo na TV, no dia 20 de setembro, Carol perdeu o auxílio das empresas que a apoiavam e agora está pagando sua equipe do próprio bolso.

– Sei que fechei portas com as marcas que não querem se envolver com política – disse a atleta à revista Veja Rio.

Carol Solberg até chegou a ser advertida por conta da manifestação política, registrada durante a cerimônia de premiação da etapa de Saquarema (RJ) do Circuito Brasileiro do Vôlei de Praia, em setembro. Entretanto, o Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do vôlei absolveu Solberg no dia 16 de novembro.

A punição inicial, aplicada em primeira instância no dia 13 de outubro, havia sido de condenação para Carol, com base no artigo 191 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – “deixar de cumprir ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial, de competição”. Os auditores tinham aplicado multa de R$ 1 mil, convertida para advertência.

Fonte: Pleno.News

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Procuradores reclamam de celular funcional de R$ 3,6 mil: “Esmola”

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O novo aparelho seria o iPhone SE, cujo preço de mercado varia de R$ 2,6 mil a R$ 3,6 mil

Supostas mensagens da rede interna usada por procuradores da República, e divulgadas nesta segunda-feira (1º/3) pelo jornal Folha de S. Paulo, revelam críticas de integrantes do Ministério Público Federal (MPF) em relação à qualidade de um novo celular funcional que passou a ser fornecido aos funcionários da instituição.

Além do celular, os procuradores que integram o MPF têm direito a um tablet funcional e a um notebook no valor máximo de R$ 4,5 mil. Segundo a reportagem, a troca mais recente do notebook foi feita em 2020. Já um novo contrato da PGR com a Claro, que garante o fornecimento de iPhones do modelo SE, teria sido assinado no fim do ano passado pelo órgão, a partir de licitação em regime de comodato, ou seja, em que não há compra de aparelhos.

Os procuradores teriam reclamado do tamanho da tela do aparelho, da defasagem em relação às novas tecnologias (5G) e do custo-benefício de um contrato longo, de 30 meses. As mensagens teriam sido dirigidas ao secretário de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, Darlan Airton Dias, responsável pela gestão dos contratos.

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O procurador da República Marco Tulio Lustosa Caminha, que atua no Piauí, teria escrito, em 9 de fevereiro: “É isso mesmo, Darlan? Você acha mesmo que depois de mais de três anos com um iPhone 7, já ultrapassado, processador lento, bateria ruim, tela pequena, vamos aceitar por mais outros 30 meses um iPhone SE? Acho que ninguém aqui é moleque, Darlan”.

Segundo a reportagem, o mesmo procurador teria dito na mensagem que 40% do trabalho é “feito pelo celular”, e chamou o aparelho de “esmola”. “Não quero esmola. Acho que ninguém aqui quer esmola! Estamos há quase um ano trabalhando de casa, celular, notebook, internet, energia… Que bagunça é essa? Estão querendo nos humilhar? Não aceito humilhação, Darlan. Acho que devemos ser respeitado.”

A procuradoria no estado informou que o contrato para aquisição dos celulares foi suspenso pela PGR. No entanto, o próprio órgão esclareceu que analisou as ponderações apresentadas, mas decidiu manter a contratação, “por entender que foi feita a melhor escolha considerando as restrições orçamentárias e legais”.

Contracheques de um dos procuradores que reclamaram do aparelho funcional, disponíveis no sistema de transparência do MPF, registram salários brutos de R$ 102 mil em janeiro. O valor levaria em conta a remuneração básica, 13º salário, um terço de férias e verbas indenizatórias, não sujeitas a abate do teto. Membros do Judiciário e do MPF têm direito a dois meses de férias anuais.

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Fonte: Metropoles
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