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Governo altera decretos para ampliar acesso a armas e munições

A medida também estabelece, entre outras mudanças, novos parâmetros para a análise do pedido de concessão de porte de armas

O presidente Jair Bolsonaro alterou quatro decretos federais com o objetivo de desburocratizar e ampliar o acesso a armas de fogo e munições no país. As medidas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta sexta (12). Todas elas regulamentam o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.823/2003).

Uma das mudanças, no Decreto 9.845/2019, permite que profissionais com direito a porte de armas, como Forças Armadas, polícias e membros da magistratura e do Ministério Público, possam adquirir até seis armas de uso restrito. Antes, esse limite era de quatro armas.

O Decreto 9.846/2019 foi atualizado para permitir que atiradores possam adquirir até 60 armas e caçadores, até 30, sendo exigida autorização do Exército somente quando essas quantidades forem superadas. A medida também eleva a quantidade de munições que podem ser adquiridas por essas categorias, que passam a ser 2.000 para armas de uso restrito e 5.000 para armas de uso permitido.

“A justificativa para este aumento é que os calibres restritos ainda são muito utilizados pelos atiradores e caçadores, nas competições com armas longas raiadas, assim como nas atividades de caça. Um competidor facilmente realiza 500 tiros por mês, somente em treinamentos, de modo que as 1.000 unidades de munição e insumos para recarga atualmente previstas não são suficientes nem para participar do Campeonato Brasileiro, que são 10 etapas ao longo do ano”, disse o Palácio do Planalto, em nota para divulgar as mudanças.

O decreto garante aos chamados CACs, que são caçadores, atiradores e colecionadores, o direito de transportar as armas utilizadas, por exemplo, em treinamentos, exposições e competições, por qualquer itinerário entre o local da guarda e o local da realização destes eventos.

Por fim, Bolsonaro atualizou o Decreto 10.030/2019 para desclassificar alguns armamentos como Produtos Controlados pelo Exército (PCEs), dispensar da necessidade de registro no Exército para comerciantes de armas de pressão (como armas de chumbinho), a regulamentação da  atividade dos praticantes de tiro recreativo e a possibilidade da Receita Federal e dos CACs solicitarem autorização para importação de armas de fogo e munição.

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O decreto ainda estabelece atribuição clara da competência do Exército para regulamentar a atividade das escolas de tiro e do instrutor de tiro desportivo, e autoriza ainda o colecionamento de armas semiautomáticas de uso restrito e automáticas com mais de 40 anos de fabricação.

Na manhã deste sábado (13), o presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para divulgar os decretos publicados no Diário Oficial da União e voltou a defender o direito de armamento das pessoas. “Em 2005, via referendo, o povo decidiu pelo direito às armas e pela legítima defesa”, escreveu.(ABr)

Fonte: Diário do Poder

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Hyundai Ioniq virá ao Brasil com preço competitivo, diz jornal

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Hyundai Ioniq virá ao Brasil com preço competitivo, diz jornal

A CAOA venceu a disputa com a Hyundai pela representação no Brasil, o que lhe garante a exclusividade de importação e também a produção de parte do portfólio da marca sul-coreana no país.

Tendo conseguido garantir mais uma década com a Hyundai, a CAOA promete trazer novos carros da marca para o mercado nacional e um deles é um velho namoro, o híbrido Ioniq, de acordo com o jornal Estadão.

Hyundai Ioniq virá ao Brasil com preço competitivo, diz jornal

Apresentado ao público brasileiro no Salão do Automóvel de 2016, o Ioniq é um rival confesso do Toyota Prius e quer iniciar a eletrificação da Hyundai por aqui. Estima-se que o preço ficará em torno de R$ 180 mil. Menos que os R$ 190,5 mil do japonês.

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O Ioniq, embora rival do Prius, é um pouco menor, mas segue a risca o que o japonês em muitos aspectos, especialmente na carroceria de estilo liftback, embora mais simples que o Toyota.

Hyundai Ioniq virá ao Brasil com preço competitivo, diz jornal

Ele também tem uma versão plug-in, mas leva a vantagem de ter uma opção 100% elétrica. No que a CAOA deve estar planeja, a versão que virá, será a híbrida comum, com motor 1.6 Kappa II GDi com 106 cavalos e 15 kgfm.

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No Ioniq, ele trabalha com um motor elétrico de 43 cavalos, com mais 17,2 kgfm, garantindo assim que o modelo tenha potência combinada de 141 cavalos e torque de 26,9 kgfm. A transmissão é de dupla embreagem com seis marchas.

Contudo, assim como o Prius, o Hyundai Ioniq é abastecido somente com gasolina e não se sabe se a marca introduzirá a tecnologia flex nesse caso, ainda mais pelo motor Kappa II 1.6 GDi ser bem específico do híbrido.

Hyundai Ioniq virá ao Brasil com preço competitivo, diz jornal

Na Toyota, mesmo com o Corolla e o Corolla Cross usando a propulsão híbrida do Prius, este último não é flex como os companheiros nacionais. A marca, é claro, poderia reagir ser a Hyundai decidisse por um Ioniq Hybrid Flex.

Fora o Ioniq, devemos esperar pela nova geração do Elantra, assim como dos Tucson e Santa Fé mais recentes. Outro que deve chegar é a picape Santa Cruz, produzida nos EUA.

Hyundai Ioniq 2022 – Galeria de fotos

[Fonte: Estadão]

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