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Prostitutas protestam por inclusão em grupo prioritário da vacinação

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Devido a imposição da Onda Roxa, no dia 17 de março, cerca de três mil mulheres cis e trans não puderam dar continuidade em suas atividades trabalhistas

Foto: AFP

Com o objetivo de serem incluídas no grupo prioritário da vacinação contra a Cvid-19, prostitutas realizaram na manhã desta segunda-feira (5) uma manifestação em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais. Com faixas que continham frases como “Trabalhadoras sexuais são profissionais de saúde também”, as representantes da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig) pedem que sejam imunizadas, pois estão exposta ao contágio da doença devido a prática da atividade. Com informações do G1.

Devido a imposição da Onda Roxa, no dia 17 de março, cerca de três mil mulheres cis e trans não puderam dar continuidade em suas atividades trabalhistas por causa do fechamento de hóteis boêmios, localizados na cidade de BH.

Esta não é a primeira manifestação realizada pelo grupo, que já havia protestado na semana passada. Cida Vieira, presidente da associação, destacou que a imunização é um importante requisitos para que as trabalhadoras possam retornar a desenvolver suas atividades.

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“A sociedade hipócrita precisa dos nossos serviços, mas nos repele. Muito preconceito e estigma. O que aumentou com a pandemia”, alegou Cida.

Além disso, a presidetne da associação frisou o perigo que prostitutas têm ao continuarem trabalhando, mesmo sem estarem imunizadas. Segundo ela, esse fator faz com que as trablhadoras deixem de exercer a atividade.

Confira as fotos do protesto abaixo:

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Mais de 35 mil restaurantes fecharam as portas este ano no Brasil

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Ao todo, 300 mil estabelecimentos voltados à alimentação encerraram suas atividades em 2020, diante da pandemia da Covid-19

Reprodução/Instagram

Nos três primeiros meses deste ano, a pandemia da Covid-19 provocou o fechamento de mais 35 mil restaurantes no país. Ao todo, 300 mil estabelecimentos voltados à alimentação encerraram as atividades em 2020.

O levantamento também aponta os desafios desses comerciantes para honrar salários, dívidas e as contas do dia a dia.

O atraso na compra de vacinas, que promoveu o fechamento do comércio por longos períodos, zerou o faturamento de alguns negócios. De acordo com a Abrasel, os estabelecimentos que faturavam acima de R$ 140 mil ao mês caíram de 23% para 10% (comparando março de 2020 com março de 2021).

No geral, 82% do comércio alimentício operou o mês de março no vermelho, ante 66% em janeiro, quando as medidas de lockdown estavam mais flexíveis diante das festas de fim de ano.

Fonte: Metropoles
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