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Reestruturação no PSL-DF aquece conjuntura política local

Dentre as principais metas do partido estão o fortalecimento do PSL Mulher e do PSL Jovem

Mudanças na liderança partidária do diretório regional do Partido Social Liberal do Distrito Federal têm movimentado o cenário político da capital da República. O presidente do PSL-DF, Manoel Arruda, que assumiu o cargo em junho deste ano, aponta que a cidade tem grandes desafios, principalmente, no período pós-pandemia.

De acordo com o presidente, o comprometimento com a cidade será a principal característica dos candidatos e candidatas que serão escolhidos para a corrida eleitoral pelo PSL-DF. “O Distrito Federal tem muitos desafios, que são únicos, diferentemente do resto do país. É uma cidade com um público diferenciado e precisamos criar alternativas de desenvolver emprego e renda na região”, ressalta o presidente. “Seremos propositivos. Vamos fazer agora, no presente, para garantir um futuro próspero para o DF”, declara. A reestruturação do partido também está focada na participação ativa das mulheres e dos jovens na política brasiliense com o intuito de fortalecer a democracia.

Partido Social Liberal

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O PSL é um partido que defende o liberalismo econômico. Dessa forma, preserva a liberdade da ação produtiva, sendo ela livre de interferências do Estado. “A intenção é criar um ambiente jurídico propício na cidade para atrair grandes empresas, que ainda não tem sede na capital, gerando assim oportunidades de empregos qualificados e com menor interferência do Estado”, explica o presidente do PSL-DF. A mudança tem sido notada pela população, que por iniciativa própria, tem procurado o PSL-DF para se filiar a sigla. “O partido está de portas abertas para tratar sobre filiação partidária ou qualquer outro assunto relacionado às eleições de 2022”, ressalta o líder partidário.

Conheça Manoel Arruda

Advogado, casado, pai de dois filhos, Manoel Arruda está envolvido diretamente com política há cerca de quatro anos. Tudo começou quando Arruda participou na composição da chapa para disputar a diretoria da OAB/DF no cargo de conselheiro. “Foi nesse período que comecei a me identificar com essa questão eleitoral”, reconhece o advogado. Nesse tempo, ele ainda não tinha pretensões políticas, principalmente partidárias. Em 2018 começou a participar e colaborar com algumas campanhas políticas e atuou como delegado eleitoral no dia das eleições.

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Em 2019, Arruda assumiu a subsecretaria de Prevenção à Criminalidade da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP/DF). “Eu acredito na boa política, aquela que busca o bem comum, o desenvolvimento econômico, humano e social”, conclui o presidente do PSL-DF.

Assessoria de imprensa PSL-DF
Fabíola Souza
(61) 3039-3347
(61) 99987-7747

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Usuários de lentes de contato sofrem em tempo de seca

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Devido à baixa umidade, acessório pode causar coceira, irritação e até lesões corneanas

 Comum na região Centro-Oeste nesta época do ano, a seca vem castigando os brasilienses. Além de aumentar o caso de alergias, causar mal-estar e ressecamento da pele, também gera desconfortos na visão, causando aumento de pacientes com síndrome do olho seco. O problema, entretanto, ficou ainda mais acentuado neste período de pandemia, quando muitos usuários de óculos trocaram esse acessório por um outro: a lente de contato, mais prática neste tempo indispensável do uso das máscaras de proteção facial.

Para quem se adapta bem, as lentes são uma ótima opção pois permitem uma visão total, já que acompanham o direcionamento olhos, proporcionando mais liberdade de movimento. Porém, durante este período do inverno aqui de Brasília, as lentes de contato podem ser uma fonte de irritação. Isso porque a baixa umidade do ar acarreta uma maior evaporação da lágrima, o que aumenta o atrito das lentes com a superfície ocular, o que pode provocar coceira, deixar os olhos constantemente vermelhos e causar, inclusive, lesões corneanas. “O incômodo é tamanho que muitos pacientes sequer conseguem usá-las. Alguns precisam de medicamentos para ajudá-los a aumentar a lubrificação dos olhos”, explica o Dr. José Geraldo Pereira, especialista em Estrabismo, Pterígio e Lentes de Contato Grupo Inob, uma empresa do Opty.

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O especialista ressalta que para aliviar o desconforto, existem colírios apropriados: os vasoconstritores, com corticóides ou mesmo os lubrificantes. Mas é preciso ficar atento, apesar de serem facilmente adquiridos nas farmácias, colírios são remédios e só podem ser utilizados com indicação de um médico.  “Muita gente tem o hábito de pedir a indicação de um amigo ou mesmo usar o colírio que um familiar já está utilizando. Cuidado! Isso pode  outros problemas. Até mesmo aqueles lubrificantes, vendidos sem a necessidade de receita, só podem ser usados à vontade caso não tenham conservantes e o oftalmologista é quem vai orientar seu uso”, assegura.

Apesar da praticidade, as lentes de contato demandam cuidados especiais. Por estar em contato direto com o olho, elas podem provocar uma infecção, caso não sejam manuseadas de forma segura. Mais da metade dos casos de contaminação de córnea no mundo são causados pelo uso de lentes fora da validade, má higienização ou armazenamento incorreto. “É fundamental ter uma solução de limpeza específica e um estojo apropriado para armazená-las. Também é recomendado lavar as mãos com um sabonete bactericida antes de pegá-las. Nada de soro fisiológico, que não possui agentes de limpeza adequados para lubrificar e desinfetar as lentes, e nunca cuspa ou use água corrente na lente ou no estojo, pois ao invés de limpá-los você pode contaminá-los ainda mais. Outra recomendação é não dormir com as lentes, pois isso diminui a chegada do oxigênio por meio da lágrima, castigando muito a córnea”, avisa. “É importante frisar que a adaptação de lentes de contato é um ato médico. Só o especialista, no caso o oftalmologista vai indicar a melhor maneira de evitar este desconforto e usar suas lentes com toda segurança”, completa.

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O Dr. José Geraldo ressalta que, no início da pandemia, o recomendado era abandonar as lentes de contato e usar os óculos. Isso porque imaginava-se que o processo de colocar e tirar a lente dos olhos poderia facilitar a transmissão da Covid-19, já que a doença também é propagada pelo contato com as mãos. Porém, o especialista assegura que não há evidências que atestem que o uso das lentes favoreça o contágio do novo coronavírus. “O asseio é fundamental para afastar o risco de contaminação, seja pelo coronavírus ou por partículas estranhas. Reforçando que com ou sem lentes, no dia a dia, devemos evitar o contato das mãos não higienizadas nos olhos. O segredo para manter seus olhos saudáveis é um só: higiene”, finaliza.

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