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Risco de rompimento de barragem faz prefeitura de Pará de Minas alertar moradores de 7 cidades

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As equipes da prefeitura e da Defesa Civil estão no local fazendo o acompanhamento da situação após as intensas chuvas na região

A Prefeitura de Pará de Minas, município de Minas Gerais a cerca de 85 quilômetros de Belo Horizonte, emitiu um alerta máximo e pediu aos moradores abaixo da Usina do Carioca, que deixem suas casas imediatamente devido ao alto risco de rompimento da barragem da hidrelétrica, que pertence à empresa Santanense. O comunicado foi dado na noite deste domingo, 9, e vale também para os moradores dos municípios de Pitangui, Onça de Pitangui, São João de Cima, Casquilho de Baixo, Casquilho de Cima e Conceição do Pará.

As equipes da prefeitura e da Defesa Civil estão no local fazendo o acompanhamento da situação após as intensas chuvas na região. A Defesa Civil de Minas Gerais informou, na manhã desta segunda-feira, 10, que o volume de água já desceu 30 centímetros desde às 23 horas do dia anterior. Ainda nesta manhã, uma aeronave do Corpo de Bombeiros está a caminho para retirar preventivamente 27 pessoas que estão ilhadas na comunidade rural de São João de Cima, em Conceição do Pará.

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Em vídeo, bombeiro informa que, caso a barragem rompa, o nível da água deve chegar a 60 metros de altura.

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Um ponto de apoio foi montado em Carioca, no posto de saúde e no salão ao lado da igreja, com o objetivo de receber as famílias que estão deixando suas casas e que não têm um local para se abrigar.

O prefeito Elias Diniz informou, pelas redes sociais, que foram mobilizadas as equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Ação Social. Ônibus foram disponibilizados para levar os moradores da região ao abrigo montado pela prefeitura.

“Esse momento ainda é o momento de um alerta total, pois a gente sabe que os aguapés pesou muito a comporta da barragem da Usina do Carioca, e ainda não sabemos como se encontra a situação envolvendo Britos e até mesmo a barragem de Benfica, em Itaúna, e pode ocorrer um efeito dominó”, alerta o prefeito. Partes de baixo da barragem já estão inundadas, informou Diniz.

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Estadão Conteúdo

Fonte: Jornal de Brasilia

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TJ-SP absolve traficante por ter sido detida por guardas e não por policiais

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Mesmo detida em flagrante traficando crack, a mulher foi absolvida porque a ação foi de guardas municipais – Foto: site Justiça de Saia.

Tribunal decide que guardas não podem fazer revistas em suspeitos

A 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo reformou sentença de primeiro grau e absolveu uma mulher acusada por tráfico de drogas por ter sido detida por guardas civis municiais e não por integrantes de forças policiais. A decisão considerou ilegal a revista à criminosa realizada pelos guardas.

A ré foi abordada por guardas civis municipais enquanto carregava porções de crack. Em primeira instância, ela havia sido condenada a 5 anos de prisão, em regime fechado. No entanto, a turma julgadora verificou “ilegalidades” na abordagem dos guardas e invalidou as provas, o que levou à absolvição da acusada.

O relator do caso, desembargador Geraldo Wohlers, considerou que “a diligência da Guarda Municipal que culminou na apreensão do entorpecente foi irregularmente realizada”. Ele sustentou que guardas não podem fazer investigações próprias de polícia, citando a Constituição.

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Conforme Wohlers, embora a Guarda Municipal possa efetuar prisões em flagrante quando se depara com alguém praticando crimes, essa não seria essa a hipótese dos autos.

“Pelo contrário, como visto, ao depararem com a acusada na via pública, os sentinelas não tinham conhecimento do que ela trazia consigo ou guardava, sendo certo que a descoberta de estupefaciente resultou de posterior exame, de revista a ré (corporal, portanto), típica de policiamento preventivo/ostensivo, normalmente afeto à Polícia Militar, algumas vezes desempenhado pela Civil”, completou.

Fonte: Diário do Poder

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