BRASÍLIA

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Professora Maria Antônia é empossada como deputada distrital

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Foto: Rinaldo Morelli/CLDF

Com histórico político na cidade do Gama, a parlamentar comprometeu-se a trabalhar por uma realidade social mais justa para os cidadãos e cidadãs de todo o DF

Tomou posse na Câmara Legislativa, nesta segunda-feira (20), a deputada distrital Professora Maria Antônia (Solidariedade). A parlamentar é a primeira suplente de Martins Machado (Republicanos), que assumiu a Secretaria Extraordinária da Família do Distrito Federal. Servidora aposentada da secretaria de educação do Distrito Federal, Maria Antônia já foi administradora regional do Gama e foi recentemente reeleita para diretoria nacional do Sindicato Nacional dos Aposentados Pensionistas e Idosos (SINDNAPI).

A posse ocorreu no gabinete da presidência da Câmara Legislativa e contou com a presença do presidente, Rafael Prudente (MDB), de políticos, familiares e amigos. Em seu discurso de posse, Maria Antônia agradeceu ao governador, à Mesa Diretora da Casa, destacou a boa convivência como prática política e afirmou sua postura em prol da democracia e da participação popular. Comprometeu-se ainda a trabalhar por uma realidade social mais justa para os cidadãos e cidadãs do DF.

“Venho para colaborar com novas conquistas nos direitos civis, políticos e sociais, que se traduzam em políticas públicas de saúde, transporte de qualidade, segurança pública humanizada, moradia, geração de emprego e renda, meio ambiente equilibrado e oportunidades para pequenas e médias empresas e pequenos produtores rurais”, disse a distrital.

A deputada disse que vai guiar seu mandato pela “defesa dos direitos humanos e pela ampliação da qualidade de vida para o Distrito Federal, em especial para a minha querida região do Gama”.
Professora Maria Antônia comentou o reforço na bancada feminina da Casa, que agora passa a contar com quatro deputadas. “Venho colaborar com a voz das mulheres, juntamente com as deputadas dessas Casa que têm honrado seus mandatos legislativos”.

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Já Rafael Prudente comentou que, se a Casa não estivesse de recesso, a cerimônia teria ocorrido no plenário, e relatou a felicidade e o privilégio de empossar uma amiga que conhece “desde menino”. O presidente relembrou que, em seu mandato passado, sempre que precisou de Maria Antônia, em nenhum momento, ela se furtou de estar ao seu lado, sempre o tratando de forma carinhosa.

“O Gama está em festa hoje. Por sua história, você só deixou boas recordações e bons resultados. Serão três meses que farão muita diferença, em que você deixará a sua marca com emendas e projetos de lei aprovados. Falo em nome da Mesa Diretora que você terá todo o nosso apoio”, garantiu o presidente da CLDF.
Biografia

Maria Antônia nasceu em Unaí (MG), em 5 de abril de 1957. É casada com Amelindo Inácio de Magalhães, mãe de dois filhos e tem três netos. É formada em pedagogia, bacharel em Direito e pós-graduada em docência universitária.

A nova deputada distrital é umas das fundadoras do partido Solidariedade e delegada no Distrito Federal. Ela também é presidente do Conselho de Segurança do Gama e vice-presidente dos Conselhos de Segurança do DF. Além disso, ocupou diversos cargos nas esferas do Governo do Distrito Federal, entre eles o de diretora regional de ensino.

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Como membro da executiva nacional da Força Sindical, participou de eventos internacionais, como o Fórum Social Mundial na Tunísia e a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP20) no Peru, em dezembro de 2014.

Bruno Sodré/CLDF

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Sancionada lei da Deputada Júlia Lucy, que garante absorvente e coletor menstrual a mulheres vulneráveis

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O Governador Ibaneis Rocha sancionou nesta terça-feira a Lei 7051/2022, de autoria da Deputada Júlia Lucy (Novo), que prevê que o GDF forneça coletores menstruais a mulheres de baixa renda. A nova legislação altera a Lei nº 6.569, de 5 de maio de 2020, que institui a Política de Assistência Integral à Saúde da Mulher no DF. O texto acrescenta o acesso ao coletor à lei já em vigor na capital federal que decreta a distribuição de absorventes em escolas públicas e UBS’s.

O coletor menstrual, que começou a ser produzido industrialmente nos anos 1930, possui inúmeras vantagens, como a autonomia (diferente dos absorventes, que devem ser rocados em intervalos de poucas horas, os coletores menstruais só precisam ser retirados, esvaziados e lavados aproximadamente a cada 12 horas), o conforto e a sustentabilidade.

Para a autora da lei, Deputada Júlia Lucy (NOVO), a medida irá dar mais opções para as mulheres a um custo menor e com proteção ao meio ambiente. “Além de dar a liberdade de escolha às mulheres, essa alteração na lei vai representar uma grande economia aos cofres públicos, já que a vida útil dos coletores é de até 10 anos. Irá também diminuir significativamente a produção de lixo, contribuindo para a preservação do meio ambiente”, justifica.

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A matéria ainda acrescenta que a opção pelo coletor menstrual importará na realização de curso sobre utilização e higienização do produto, ministrados em ambiente escolar ou em UBS, bem como na assinatura de Termo de Uso Livre e Esclarecido.

Segundo a proposta, o Poder Executivo poderá firmar parcerias e realizar convênios com órgãos governamentais e entidades privadas e/ou não governamentais.

No Brasil, 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em seu domicílio, e mais de 4 milhões não têm acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas. É o que mostra a pesquisa Pobreza Menstrual no Brasil: Desigualdade e Violações de Direitos, lançada em maio de 2021 pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Dos 4 milhões de meninas que sofrem com pelo menos uma privação de higiene nas escolas, quase 200 mil estão totalmente privadas de condições mínimas para cuidar da menstruação.

Fonte: Assessoria Dep. Julia Lucy

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