BRASÍLIA

CÂMARA DISTRITAL

PTB do DF tem novo comandante, Fadi Faraj

Na lenda do famoso xeque mate do pastor, vence o mais fraco, mas nesta partida foi diferente, o apóstolo Fadi Faraj, da igreja Comunidade da Fé teve mais de 260 mil votos como candidato ao Senado em 2018, assumiu a Presidência do PTB-DF, uniu-se com seu vice-presidente do PTB-DF, o advogado Paulo Fernando, que comanda a Associação Nacional PRÓVIDA, foi candidato à Deputado Federal teve 31.183 votos, ambos ocuparam a Regional do partido no DF, espaço anteriormente da deputada distrital Jaqueline Silva que teve um pouco mais de 13 mil votos.

O Presidente Nacional do PTB, o ex-deputado federal Roberto Jefferson, parece que fez as contas e viu que o tabuleiro ficará recheado com a dupla Fadi e Paulo, além de construir um palanque de oposição, trazer de volta para CLDF a ex-distrital Sandra Faraj e auferir uma boa votação para a cláusula de barreira.

Difícil mesmo foi para a distrital Jaqueline Silva que terá que procurar um novo partido na altura do campeonato, pois estava compondo uma nominata representativa para o PTB-DF.

Leia Também:  De Honório Gurgel para o mundo! Confira o valor da fortuna de Anitta

O tabuleiro do PTB-DF embaralhou as pedras do jogo!

Fonte: BSB TIMES

COMENTE ABAIXO:

CÂMARA DISTRITAL

Secretaria turbina em R$ 10 milhões contrato ligado a deputado do DF

Publicados

em

Por

Secretaria turbina em R$ 10 milhões contrato ligado a deputado do DF

Real JG é de familiares do distrital José Gomes (ex-PSB) e mantém contrato com a pasta para limpeza e manutenção de escolas públicas

RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Secretaria de Educação do Distrito Federal turbinou em R$ 9.276.961,79 o contrato de terceirização de serviços gerais mantido desde 2018 com a empresa Real JG, ligada à família do deputado distrital José Gomes (ex-PSB). A justificativa seria a retomada do ensino presencial na rede pública local.

A empresa é uma das que prestam serviços para a pasta do Governo do Distrito Federal (GDF) em unidades de ensino localizadas em diversas regiões: Ceilândia, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Guará, Recanto das Emas, Taguatinga, Brazlândia, Plano Piloto, Cruzeiro, Paranoá, São Sebastião, Gama e Santa Maria.

O aditivo ocorre cerca de uma semana após a nova secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, assumir a cadeira deixada por Leandro Cruz, que saiu do primeiro escalão do Palácio do Buriti ainda durante as férias do governador Ibaneis Rocha (MDB).

Em 2019, a própria Secretaria de Educação chegou a abrir investigação de contratos milionários fechados com a Real JG e outras duas empresas que prestavam serviço de manutenção, limpeza, higiene e conservação para o órgão. Os 11 acordos alvos da apuração e os respectivos termos aditivos somavam mais de meio bilhão e também foram denunciados na Câmara Legislativa (CLDF).

Já o grupo Real JG informou que o procedimento foi realizado “em estrita observância ao que determina a legislação aplicável, e os preços praticados obedeceram exatamente aos valores já existentes, os quais foram definidos em procedimento licitatório, onde fora assegurada a todos os participantes a completa e irrestrita igualdade de direitos”.

A Secretaria de Educação foi procurada pelo Metrópoles, mas não havia se pronunciado até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto e o conteúdo será atualizado quando houver posicionamento oficial do órgão.

Cassação

Em outubro do ano passado, o TSE cassou o mandato de José Gomes. Ele foi declarado inelegível por oito anos e teve o mandato revogado por abuso do poder econômico durante a campanha eleitoral de 2018.

Leia Também:  Comissão de Saúde da CLDF aprova PL que permite ao GDF comprar vacinas contra o coronavírus

Em 11 de abril de 2019, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) já havia condenado o parlamentar à perda da cadeira na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A decisão foi unânime.

A defesa de José Gomes chegou a questionar no TSE a ausência de um magistrado na decisão do TRE, sugerindo a nulidade do julgamento inicial, mas a sentença foi mantida.

Como revelou o Metrópoles, Gomes teria coagido funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais durante a eleição de 2018. O parlamentar foi denunciado por trabalhadoras demitidas após terem se recusado a fazer campanha para ele. Estão anexados ao processo áudios de um primo de José Gomes pedindo que os empregados fossem leais ao empresário e votassem nele.

Contudo, a defesa de José Gomes reforçou que não cometeu qualquer ato ilícito e acredita que os vícios cometidos pela sentença serão corrigidos no processo que tramita no STF. “Prova disso é que o Supremo concedeu uma liminar para ele continuar exercendo o mandato”, disse, em nota.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA