BRASÍLIA

CÂMARA DISTRITAL

“Só nos resta amar” confira a mensagem musical de Natal e Ano Novo dos servidores da CLDF

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Foto: Lisflavia Reis/CLDF
O clima de fim de ano tomou conta da Praça do Servidor da CLDF nesta última semana de trabalho do legislativo. Os servidores se encontraram, seguindo os protocolos sanitários de prevenção à covid-19, para cantar juntos a música “Só nos Resta Amar”, canção autoral composta especialmente por servidores para essa iniciativa, buscando celebrar uma mensagem de união, amor, paciência e fé.

A composição nasceu de colegas de diversas áreas da CLDF que têm a música como ponto em comum de interesse: Mário Espinheira, jornalista, Patrícia Duboc, consultora legislativa da área de finanças públicas e Victor Ramon, técnico legislativo.

O objetivo do Núcleo de Comunicação Organizacional, idealizador da ação, é espalhar o sentimento fraterno entre os colegas, o que se estende agora como recado da CLDF para toda a população.

Assista ao clipe abaixo.

Só nos resta amar

Se sabemos cantar numa só voz
Nunca estaremos sós
A esperança amanhece em nós
Nova brisa traz toda a paz
que a gente sonhou
A luz do sol já raiou

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Só nos resta amar
E como diz o poeta
Fé não costuma falhar
Vamos andar sem pressa
Quem sabe tente outra vez
Com toda paciência
Vamos brincar de viver
Como na velha infância

Agência CLDF

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CÂMARA DISTRITAL

Sancionada lei da Deputada Júlia Lucy, que garante absorvente e coletor menstrual a mulheres vulneráveis

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O Governador Ibaneis Rocha sancionou nesta terça-feira a Lei 7051/2022, de autoria da Deputada Júlia Lucy (Novo), que prevê que o GDF forneça coletores menstruais a mulheres de baixa renda. A nova legislação altera a Lei nº 6.569, de 5 de maio de 2020, que institui a Política de Assistência Integral à Saúde da Mulher no DF. O texto acrescenta o acesso ao coletor à lei já em vigor na capital federal que decreta a distribuição de absorventes em escolas públicas e UBS’s.

O coletor menstrual, que começou a ser produzido industrialmente nos anos 1930, possui inúmeras vantagens, como a autonomia (diferente dos absorventes, que devem ser rocados em intervalos de poucas horas, os coletores menstruais só precisam ser retirados, esvaziados e lavados aproximadamente a cada 12 horas), o conforto e a sustentabilidade.

Para a autora da lei, Deputada Júlia Lucy (NOVO), a medida irá dar mais opções para as mulheres a um custo menor e com proteção ao meio ambiente. “Além de dar a liberdade de escolha às mulheres, essa alteração na lei vai representar uma grande economia aos cofres públicos, já que a vida útil dos coletores é de até 10 anos. Irá também diminuir significativamente a produção de lixo, contribuindo para a preservação do meio ambiente”, justifica.

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A matéria ainda acrescenta que a opção pelo coletor menstrual importará na realização de curso sobre utilização e higienização do produto, ministrados em ambiente escolar ou em UBS, bem como na assinatura de Termo de Uso Livre e Esclarecido.

Segundo a proposta, o Poder Executivo poderá firmar parcerias e realizar convênios com órgãos governamentais e entidades privadas e/ou não governamentais.

No Brasil, 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em seu domicílio, e mais de 4 milhões não têm acesso a itens mínimos de cuidados menstruais nas escolas. É o que mostra a pesquisa Pobreza Menstrual no Brasil: Desigualdade e Violações de Direitos, lançada em maio de 2021 pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Dos 4 milhões de meninas que sofrem com pelo menos uma privação de higiene nas escolas, quase 200 mil estão totalmente privadas de condições mínimas para cuidar da menstruação.

Fonte: Assessoria Dep. Julia Lucy

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