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Em expansão, Great Wall quer comprar fábrica da Nissan na Europa

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Em expansão, Great Wall quer comprar fábrica da Nissan na Europa

A Great Wall Motors decidiu pisar fundo no pedal da expansão e agora contempla uma quinta fábrica fora da China. O olho da montadora agora está sobre a Espanha, onde a Nissan está perto de fechar sua enorme fábrica em Barcelona, onde deixará de fazer a picape Frontier (Navara), por exemplo.

Já tendo adquirido ou em processo de aquisição de duas fábricas da General Motors (Tailândia e Índia, nessa ordem), bem como outra da Mercedes-Benz no Brasil (Iracemápolis-SP), a Great Wall até agora só construiu uma única fábrica fora de seu país, na Rússia, com uma parceria local.

Em expansão, Great Wall quer comprar fábrica da Nissan na Europa

Agora, surge a oportunidade de fixar um pé na Europa com a planta da Nissan que poucos querem. Isso porque o complexo da marca japonesa tem três fábricas, sendo que as duas menores ficarão nas mãos das empresas Silence e QV Technologies.

A primeira fará motos e scooters elétricas. A segunda produzirá utilitários comerciais elétricos da sueca Inzile e os caminhões elétricos de entrega urbana da inglesa Volta. Então, ficou restando a fábrica maior, que para startups interessadas em fazer carros elétricos, é grande demais.

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Em expansão, Great Wall quer comprar fábrica da Nissan na Europa

Contudo, a Reuters diz que as coisas podem não funcionar do jeito descrito, pois, a Great Wall estaria interessada nas três plantas, ou seja, no complexo todo da Nissan. A montadora japonesa, no entanto, pondera sobre a iniciativa, dizendo que buscará uma solução para benefício de todos.

Com planos de lançar os carros elétricos da ORA no mercado europeu em 2022, a Great Wall pode utilizar uma das plantas menores ou as duas, para produzir esses modelos na região. Já em relação à planta maior, SUVs híbridos como o Wey Macchiato (já registrado no Brasil) podem ganhar terreno no continente.

Por ora, o que se sabe nos bastidores é que a Great Wall quer manter os 1.300 empregos atuais do complexo, uma oferta interessante que Barcelona deve aceitar e apoiar a Nissan nesse caso. Aqui, a empresa quer empregar 2.000 pessoas em Iracemápolis e alcançar 100.000 carros por ano em 2027.

[Fonte: Carscoops]

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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