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Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

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Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

A Great Wall tem uma gama diversificada de modelos dos mais variados segmentos de mercado. Por aqui, embora o foco seja inicialmente apenas picapes e SUVs, a marca chinesa tem que definir muito bem o que trará ao Brasil.

Oficialmente, o que se sabe é que ela registrou o Haval H6, um SUV de porte médio com 4,65 m de comprimento, suficiente para peitar modelos como VW Tiguan, Chevrolet Equinox e mesmo o conterrâneo Ford Territory, para citar alguns.

Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

Ainda assim, o que realmente está “pegando” no segmento de SUVs é a faixa que atinge um player de peso, o Jeep Compass. Toyota e Volkswagen, por exemplo, decidiram atacar a liderança do modelo feito em Pernambuco.

Sendo um dos SUVs mais vendidos, independente de não ser barato, o Compass atrai a atenção de concorrentes e o Corolla Cross, por exemplo, mostra que disputar na mesma faixa com ele, é o caminho certo e ambos estão no Top 10 mensal.

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Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

Por conta disso, a Great Wall tem uma opção que já chegou na região, o Jolion, um SUV médio de 4,47 m que, em porte, rivaliza com Compass, Taos e Corolla Cross.

Com visual moderno, o Jolion parece uma boa aposta, mas ele é uma opção simplificada dentro do portfólio da Haval, haja visto que seu irmão Chitu, apresenta visual e acabamento superior.

Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

O Haval Chitu usa a mesma carroceria e até foi elogiado por vários leitores do NA, vendo nele uma opção mais atraente. Lançado em março de 2021, o SUV tem 4,45 m de comprimento e 2,70 m de base, a chamada plataforma modular Lemon.

Com estilo menos chamativo que o Jolion (foto abaixo e na galeria), o Haval Chitu aposta em uma proposta mais premium, com linhas mais próximas da picape Poer (a mais simples), cotada para ser nacionalizada em Iracemápolis.

Haval Chitu é outra opção da Great Wall para enfrentar o Compass

Mostrado com um kit de personalização, o Chitu só não encanta muito na traseira, com lanternas um tanto simples. Por dentro, no entanto, apresenta um painel com detalhes mais bem elaborados, incluindo alavanca no lugar de botão de marchas.

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Ambos possuem cluster digital e multimídia com tela de 12,3 polegadas. Na mecânica, o Chitu tem um motor 1.5 Turbo com injeção direta e 150 cavalos, entregando 22,4 kgfm. Haverá ainda uma opção mais forte com 184 cavalos. O que você acha dele?

Haval Chitu e Jolion – Galeria de fotos

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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