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Lordstown: Fabricante chinesa do iPhone compra fábrica de picape

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Lordstown: Fabricante chinesa do iPhone compra fábrica de picape

Os rumores sobre a venda da fábrica da Lordstown Motors, na cidade homônima em Ohio, se concretizaram. A enorme planta que fora da General Motors por décadas e terminou sua carreira com a fabricação do Chevrolet Cruze, agora mudará de mãos.

Foi anunciado pela Foxconn, a aquisição da fábrica americana por US$ 230 milhões e no acordo, a Lordstown Motors receberá ainda mais US$ 50 milhões de investimentos da gigante chinesa de eletrônicos, mais conhecida por ser a fabricante do iPhone da Apple.

Com a venda, a Lordstown garantirá a produção da picape elétrica Endurance e algo mais, a produção em outra parte da fábrica, de veículos da marca Fisker. Sem capital suficiente para dar seguimento ao projeto, muito em parte devido a denúncias de fraude, a startup assegura seu futuro.

A aquisição por parte da chinesa também permitirá que a Foxconn tenha uma base de produção de carros elétricos nos EUA quando decidir adicionar seus próprios modelos por lá. Young Liu, presidente da Foxconn, comentou que a operação permitirá “estabelecer capacidade de produção de veículos elétricos na América do Norte”.

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Liu falou ainda: “este relacionamento mutuamente benéfico é um marco importante para os negócios de EV da Foxconn e nossa estratégia de transformação. Acredito que o design inovador da picape Endurance, com seus motores de cubo exclusivos, oferece uma experiência de usuário vantajosa e tem eficiência de fabricação. Sem dúvida, ele irá prosperar sob nossa parceria e modelo de negócios. ”

Isso sem dúvidas mostra que a Foxconn também está muito comprometida com a Lordstown, mesmo que tenha comprado apenas a fábrica e aplicado um capital relativamente baixo para dar partida na produção do modelo.

Quando comprou a fábrica da GM, a então startup pagou US$ 75 milhões, mas o escândalo envolvendo Steve Burns, ex-CEO da Lordstown, prejudicou o desempenho da empresa no mercado financeiro.

[Fonte: GM Authority]

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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