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Mercedes apresenta Classe C renovado e eletrificadao

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Mercedes apresenta Classe C completamente renovado em duas versões. Fotos: MB.

Com novo visual, o sedã cresceu em tamanho, lista de equipamentos e preço. A motorização passa a ser híbrida leve

Em 2021, a Mercedes-Benz decidiu encerrar a produção da planta de Iracemápolis, no interior de São Paulo. Com o fim da fábrica, o Classe C deixou de ser nacional e voltou a ser importado. Agora, o modelo é apresentado em nova versão, completamente renovada.

Disponível em duas versões, o sedã premium já está disponível nas concessionárias da marca pelo país. De visual renovado, lista de equipamentos maior e com motorização híbrida leve, o Classe C parte de salgados R$ 349.900 na C 200 AMG Line e R$ 399.900 no C 300 AMG Line.

Mercedes-Benz C 200 AMG Line 2022.

Mercedes-Benz C 200 AMG Line 2022.

Como de costume da marca, o visual do Classe C está alinhado ao de outros modelos da montadora. Apesar de ter crescido (agora ele mede 4.751mm de comprimento, 1.820mm de largura e 2.865mm de entre-eixos), o estilo é bem parecido com o irmão menor, o Classe A Sedan, principalmente na traseira.

Mercedes-Benz C 200 AMG Line 2022.

A cabine foi totalmente reformulada, com destaque para as telas.

De uns tempos para cá, a Mercedes vem se destacando com o tamanho dos displays na cabine. Para a nova geração do Classe C, a alemã foi além. A nova tela não é só grande, de 11,9 polegadas, como é na vertical e ligeiramente inclinada para o motorista. Onde seria o painel de instrumentos, há um outro display 100% digital de 12,3 polegadas.

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Assim como o irmão mais nobre, o Classe S, o novo Classe C está equipado com a segunda geração do Mercedes-Benz User Experience (MBUX). Segundo a marca, o interior está ainda mais digital e inteligente, pois tanto o hardware quanto o software avançaram muito, com o assistente de voz ainda mais interativo.

Mercedes-Benz C 200 AMG Line 2022.

A motorização das duas versões tem sistema híbrido leve.

Agora, as duas versões do Classe C contam com sistema híbrido leve aliado ao conjunto mecânico turbo. O sedã utiliza um gerador de partida integrado de 48v para assistência inteligente em baixas rotações do motor. De acordo com a marca, ele otimiza a função start/stop e as movimentações em marcha lenta.

Além disso, o motor é o mesmo, um 2.0 turbo, mas com calibrações diferentes. Na C 200 ele gera 204 cavalos, já na C 300 são 258 cavalos. O gerador de energia adiciona até 27 cavalos e 20,3kgfm de torque nos dois propulsores. O câmbio é automático de nove velocidades aliado a direção elétrica.

Mercedes-Benz C 300 AMG Line 2022.

Mercedes-Benz C 300 AMG Line 2022.

A Mercedes atualizou os auxiliares de condução do sedã. Chamado de Pacote de Assistência à Direção Distronic, ele consegue responder a colisões iminentes seja na dianteira, traseira ou nas laterais do veículo. Os sensores aprimorados também auxiliam o motorista na hora de manobrar em estacionamentos, facilitando as ações.

Mercedes-Benz C 300 AMG Line 2022.

A C 300 conta com ar-condicionado de quatro zonas.

 

Fonte: Diário do Poder
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Paixão pelo automobilismo, vem aí o Festival Brasília Sobre Rodas

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Em sua 3ª edição, o Festival Brasília Sobre Rodas promove um encontro entre apaixonados por automobilismo no Parque da Cidade. Nos dias 21 e 22 de maio, carros clássicos, supercarros, trucks, jipes e caminhões off-road estarão em exibição em uma festa para os apaixonados por veículos automotores, mas que também trará espaço para karts, skates, patins e bicicletas. A programação vai ser gratuita e, além dos expositores, vai reunir gastronomia, música e atrações para o público adulto e infantil.

O idealizador do Festival, João Coqueiro, 62 anos, é ex-piloto de kart e um apaixonado pelo automobilismo. A influência veio do pai, Dionísio Della, empresário ligado ao setor automotivo e dono da Coqueiro das Oficinas. João afirma que o evento deste ano entra em uma nova fase e que será o maior das edições realizadas. “Vamos ter uma quantidade muito grande de carros clássicos e todos os carros que representam a comunidade do automobilismo”, diz.

Festa sobre rodas

Com a estimativa de grande público, o Festival ocupará um espaço de cerca de 160.000m² no Parque da Cidade. Para Coqueiro, o local foi muito bem escolhido pela arborização e capacidade de atrair pessoas de outros nichos, já que a intenção não é apenas mostrar aspectos do automobilismo, mas contar a história da capital federal e promover um dia de celebração. “Queremos falar de Brasília e trazer aos brasilienses um pouco da nossa história, fazer o resgate dos 62 anos de Brasília sobre rodas”, reforça.

Com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo do Festival, segundo o idealizador, é fazer com que a data seja uma oportunidade para reunir as famílias. Além, claro, de promover o encontro entre todos que compartilham a paixão pelas quatro rodas.

Histórias de vida

Henrique Costa, 57, é colecionador de carros desde 1997, quando comprou um Ford Landau. Hoje, ele reúne 38 automóveis, sendo o Fusca seu modelo preferido. Com quase todos os lançamentos entre 1970 e 1980 do carro, ele é um dos expositores do Festival Brasília Sobre Rodas.

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Apesar da empolgação em participar, ele ressalta que não conseguirá apresentar todos os automóveis no dia do evento. “Vou levar apenas 20 carros, não tem como levar todos pela questão da logística”, destaca Costa, que também é presidente do Antigo.Club, uma associação de carros antigos da capital federal, que este mês comemora seu 7º ano de existência. Na visão do colecionador, o evento é muito importante para unir famílias e mostrar a realidade automobilística de outras épocas. Como ele vai expor exemplares dos anos de 1970 a 1980, acredita que muitos visitantes aficionados pelo antigomobilismo — admiração por veículos antigos — poderão se conectar.

“O carro antigo é especial”, comenta o médico Joaquim Barros, 64, participante ativo do festival e entusiasta da cultura automobilística. Em avaliação, ele destaca que a presença do público em eventos como esse ainda é fraca, apesar da notoriedade que grandes clubes do ramo conseguiram no cenário nacional.

Este ano, com toda a estrutura e tantas novidades, ele está confiante que haverá mais reconhecimento. “No evento, as crianças param e se maravilham. É nessas datas em que temos oportunidade de vermos esses carros que só aparecem em filmes”, afirma o morador de Taguatinga, que ainda vê no olhar de outras pessoas mais velhas as boas lembranças de um passado melhor, motivadas pelo encontro com a antiguidade e nostalgia presente nos veículos.

Para o dia do Festival, ele está indeciso sobre quantos e quais automóveis colocará em exposição. Colecionando nove deles em casa, o mais antigo é um Chevrolet 1937 e o “mais novo” é um Aero Willys 1964. E como todo colecionador, Barros tem seus diletos, o Chevrolet 1958 e o Belair 1953, que vieram para Brasília quando ela ainda estava sendo construída. “Os carros ficaram por aqui e envelheceram. Quando tive a oportunidade, entrei em contato com a família de proprietários e fizemos negócio”, relembra.

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Fã de carros desde a adolescência, o empresário José Luiz Dias, 59, é outro encantado pelo antigomobilismo. Assim que fez 18 anos, ele ganhou do pai o primeiro carro, uma caminhonete 1950. “Eu tenho brinquedos em miniatura até hoje. Sou realmente aficionado pela cultura automobilística”, ressalta. Sempre que tem disponibilidade, ele comparece a encontros de carros e, desta vez, não vai ser diferente em relação ao Festival Brasília Sobre Rodas.

Colecionador de cinco carros, ele levará para a programação somente três. “Os automóveis que vou levar são o Mini Cooper 1975, Pontiac Woody 1952 e o Ford Roadster 1931 Hot Rod”, aponta. Para o morador de Vicente Pires, um dos prazeres de possuir carros antigos é justamente compartilhar com o público, principalmente em lugares em que muitos se identificam com algumas lembranças ou filmes.

Visitante frequente

Presença garantida no Festival, aposentado Osdymar Montenegro, 69, não é expositor ou colecionador, mas é figura conhecida nos encontros de automóveis em Brasília. A paixão por carros começou em 1970, quando começou a participar de corridas de kart. Na época, ele relembra que a largada começava à 0h, saindo da Rodoviária. Os treinos eram no antigo Automóvel Clube de Brasília.

Hoje, de longe, o aposentado apenas transita entre festivais e alimenta o amor que semeou lá atrás. Sempre que pode aproveita para apreciar carros antigos e originais, além daqueles que são customizados. Esse aspecto, inclusive, desperta grande admiração no aposentado, já que é encantado pelo trabalho de restauração profissional. Para Montenegro, é primordial que encontros como esse aconteçam anualmente. “Essas datas ajudam a manter a história viva dos veículos brasileiros, bem como acarretam a confraternização entre os amantes do automobilismo”, reforça.

Fonte: Correio Braziliense

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