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Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

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Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

A Audi A4 Allroad já tem uma companheira para comparativos de revistas e sites europeus a partir de agora. A Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain se apresentava para enfrentar a perua aventureira da rival alemã.

Com suspensão elevada em 40 mm, a Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge com alguns diferenciais estéticos, como apliques cromados na grade, grelha inferior com skid plate, molduras e saias laterais protegidas e para-choque traseiro todo preto.

Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

Equipada com rodas de liga leve aros 17 ou 19 polegadas, a Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain tem suspensão com molas e amortecedores convencionais, diferente da Classe E All-Terrain de 2019, que tinha suspensão pneumática.

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Ainda assim, buchas e batentes foram reforçados, bem como barras estabilizadoras maiores para garantir mais robustez e estabilidade no fora de estrada.

Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

Por dentro, a Classe C Estate All-Terrain vem com padronagem do couro dos bancos e portas em preto, bege macchiato e preto ou marrom e preto. Além disso, vem ainda com bancos dianteiros elétricos, padronagem exclusiva e volante esportivo.

No painel, o cluster digital tem 12,3 polegadas, a multimídia MBUX tem 10,25 polegadas, tendo ainda instrumentação auxiliar com bússola, ângulo de inclinação lateral e rampa, entre outras funções.

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Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

Ela tem ainda uma tela específica para o fora de estrada com os modos Offroad e Offroad +, o primeiro focado para areia, terra e cascalho, enquanto o segundo tem controle de velocidade no off-road, pedras e lama.

A Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain tem ainda controle eletrônico de estabilidade de reboque e monitoramento em 360 graus. Com bom espaço para bagagens, a perua aventureira da Daimler vem com dois motores.

Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain surge na Europa

Ambos são hibridizados levemente com sistema elétrico de 48 volts e motor elétrico de 20 cavalos para partida e movimentação lenta do veículo. Ambos 2.0 litros, um deles é abastecido com gasolina e tem 258 cavalos. Já o diesel entrega 265 cavalos.

Com tração integral obrigatória, a Classe C Estate All-Terrain tem câmbio 9G-Tronic de nove marchas, além de modos de condução para o dia a dia.

Mercedes-Benz Classe C Estate All-Terrain 2022 – Galeria de fotos

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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