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Nissan revela a Nova Frontier Attack; picape é surpreendente

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A Nova Attack, conta com novo design e mais equipamentos, mas mantém o preço da versão anterior, de R$ 163.990. Veja o que mudou.

Mesmo preço, porém com novo visual: confira a nova Nissan Frontier Attack

Recentemente, a Nissan mostrou todos os detalhes da nova Nissan Frontier 2023. Agora, a marca destaque todas as novidades da versão Attack da picape, que também recebeu modificações, porém, permaneceu o preço da versão anterior: R$ 163.990.

De acordo com a montadora japonesa, a Nissan Frontier Attack é baseada em três pilares principais: design, tecnologia e robustez.

O resultado é um veículo capaz de enfrentar os mais variados tipos de terreno, mas sempre com muito conforto e segurança.

No caso dessa versão icônica, ela mantém a tradição surgida pela primeira vez em 2005 e apresenta um estilo diferenciado, marcante e ainda mais robusto.

Design mantém detalhes específicos para a versão

No design externo, ela se destaca das demais pelos grafismos exclusivos e vários detalhes de acabamento em preto, como as rodas de 17”, maçanetas externas, retrovisores, estribos laterais e rack de teto, além dos faróis de máscara negra.

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Por dentro, o acabamento também tem detalhes específicos para essa versão.

Ao mesmo tempo, o modelo integra as novas tecnologias e evoluções da Nova Nissan Frontier, o que inclui também mais itens de conforto, segurança e novidades técnicas, como os seis airbags e os freios a disco nas quatro rodas de série.

Versão agrega suspensão traseira multilink

Como destaque, a picape agrega suspensão traseira multilink com molas helicoidais que trabalha em conjunto com um eixo rígido, que ganhou novos ajustes nos amortecedores, do motor diesel 2.3 16V Biturbo, que gera 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

O propulsor atua em conjunto com a transmissão automática de sete marchas com modo sequencial e do sistema de seleção de tração com opções 4X2, 4X4 High e 4X4 Low.

O legado da Nissan Frontier Attack

O configuração Attack surgiu na linha Frontier no Brasil em 2005, quando a opção foi lançada pela primeira vez como série especial da antiga geração da picape, na época produzida no país.

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Inicialmente, a Nissan colocou no mercado, em setembro de 2005, um lote de 800 unidades. Como a forte aceitação dos consumidores e concessionários, a marca decidiu estender sua produção até 2008.

Em 2011, a versão Attack retorna e passa oficialmente a ser usado como versão da linha Frontier.

Desde então, a configuração conquista cada vez mais adeptos e integra cada nova geração da picape japonesa no mercado nacional.

Neste caminho de evolução, o nome também foi usado em uma picape-conceito baseada na Frontier e apresentada no Salão do Automóvel de Buenos Aires, em junho de 2017.

Esse modelo especial, depois, deu origem a Attack de produção que foi lançada no fim de 2018 no Brasil e deixou de ser comercializada recentemente.

Fonte: Garagem360

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Paixão pelo automobilismo, vem aí o Festival Brasília Sobre Rodas

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Em sua 3ª edição, o Festival Brasília Sobre Rodas promove um encontro entre apaixonados por automobilismo no Parque da Cidade. Nos dias 21 e 22 de maio, carros clássicos, supercarros, trucks, jipes e caminhões off-road estarão em exibição em uma festa para os apaixonados por veículos automotores, mas que também trará espaço para karts, skates, patins e bicicletas. A programação vai ser gratuita e, além dos expositores, vai reunir gastronomia, música e atrações para o público adulto e infantil.

O idealizador do Festival, João Coqueiro, 62 anos, é ex-piloto de kart e um apaixonado pelo automobilismo. A influência veio do pai, Dionísio Della, empresário ligado ao setor automotivo e dono da Coqueiro das Oficinas. João afirma que o evento deste ano entra em uma nova fase e que será o maior das edições realizadas. “Vamos ter uma quantidade muito grande de carros clássicos e todos os carros que representam a comunidade do automobilismo”, diz.

Festa sobre rodas

Com a estimativa de grande público, o Festival ocupará um espaço de cerca de 160.000m² no Parque da Cidade. Para Coqueiro, o local foi muito bem escolhido pela arborização e capacidade de atrair pessoas de outros nichos, já que a intenção não é apenas mostrar aspectos do automobilismo, mas contar a história da capital federal e promover um dia de celebração. “Queremos falar de Brasília e trazer aos brasilienses um pouco da nossa história, fazer o resgate dos 62 anos de Brasília sobre rodas”, reforça.

Com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo do Festival, segundo o idealizador, é fazer com que a data seja uma oportunidade para reunir as famílias. Além, claro, de promover o encontro entre todos que compartilham a paixão pelas quatro rodas.

Histórias de vida

Henrique Costa, 57, é colecionador de carros desde 1997, quando comprou um Ford Landau. Hoje, ele reúne 38 automóveis, sendo o Fusca seu modelo preferido. Com quase todos os lançamentos entre 1970 e 1980 do carro, ele é um dos expositores do Festival Brasília Sobre Rodas.

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Apesar da empolgação em participar, ele ressalta que não conseguirá apresentar todos os automóveis no dia do evento. “Vou levar apenas 20 carros, não tem como levar todos pela questão da logística”, destaca Costa, que também é presidente do Antigo.Club, uma associação de carros antigos da capital federal, que este mês comemora seu 7º ano de existência. Na visão do colecionador, o evento é muito importante para unir famílias e mostrar a realidade automobilística de outras épocas. Como ele vai expor exemplares dos anos de 1970 a 1980, acredita que muitos visitantes aficionados pelo antigomobilismo — admiração por veículos antigos — poderão se conectar.

“O carro antigo é especial”, comenta o médico Joaquim Barros, 64, participante ativo do festival e entusiasta da cultura automobilística. Em avaliação, ele destaca que a presença do público em eventos como esse ainda é fraca, apesar da notoriedade que grandes clubes do ramo conseguiram no cenário nacional.

Este ano, com toda a estrutura e tantas novidades, ele está confiante que haverá mais reconhecimento. “No evento, as crianças param e se maravilham. É nessas datas em que temos oportunidade de vermos esses carros que só aparecem em filmes”, afirma o morador de Taguatinga, que ainda vê no olhar de outras pessoas mais velhas as boas lembranças de um passado melhor, motivadas pelo encontro com a antiguidade e nostalgia presente nos veículos.

Para o dia do Festival, ele está indeciso sobre quantos e quais automóveis colocará em exposição. Colecionando nove deles em casa, o mais antigo é um Chevrolet 1937 e o “mais novo” é um Aero Willys 1964. E como todo colecionador, Barros tem seus diletos, o Chevrolet 1958 e o Belair 1953, que vieram para Brasília quando ela ainda estava sendo construída. “Os carros ficaram por aqui e envelheceram. Quando tive a oportunidade, entrei em contato com a família de proprietários e fizemos negócio”, relembra.

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Fã de carros desde a adolescência, o empresário José Luiz Dias, 59, é outro encantado pelo antigomobilismo. Assim que fez 18 anos, ele ganhou do pai o primeiro carro, uma caminhonete 1950. “Eu tenho brinquedos em miniatura até hoje. Sou realmente aficionado pela cultura automobilística”, ressalta. Sempre que tem disponibilidade, ele comparece a encontros de carros e, desta vez, não vai ser diferente em relação ao Festival Brasília Sobre Rodas.

Colecionador de cinco carros, ele levará para a programação somente três. “Os automóveis que vou levar são o Mini Cooper 1975, Pontiac Woody 1952 e o Ford Roadster 1931 Hot Rod”, aponta. Para o morador de Vicente Pires, um dos prazeres de possuir carros antigos é justamente compartilhar com o público, principalmente em lugares em que muitos se identificam com algumas lembranças ou filmes.

Visitante frequente

Presença garantida no Festival, aposentado Osdymar Montenegro, 69, não é expositor ou colecionador, mas é figura conhecida nos encontros de automóveis em Brasília. A paixão por carros começou em 1970, quando começou a participar de corridas de kart. Na época, ele relembra que a largada começava à 0h, saindo da Rodoviária. Os treinos eram no antigo Automóvel Clube de Brasília.

Hoje, de longe, o aposentado apenas transita entre festivais e alimenta o amor que semeou lá atrás. Sempre que pode aproveita para apreciar carros antigos e originais, além daqueles que são customizados. Esse aspecto, inclusive, desperta grande admiração no aposentado, já que é encantado pelo trabalho de restauração profissional. Para Montenegro, é primordial que encontros como esse aconteçam anualmente. “Essas datas ajudam a manter a história viva dos veículos brasileiros, bem como acarretam a confraternização entre os amantes do automobilismo”, reforça.

Fonte: Correio Braziliense

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