BRASÍLIA

CARROS E MOTOS

Nivus passa dos R$ 100.000 e T-Cross fica até mais caro que Taos

Publicados

em

Nivus passa dos R$ 100.000 e T-Cross fica até mais caro que Taos

Se você vai comprar um carro novo e, de preferência lançamento, então quando esse ocorrer, corra lá e compre, porque depois de um ano, ele já estará muito mais caro. Esse é o caso do Nivus, que acaba de passar a marca dos R$ 100 mil e está R$ 15.000 mais caro que há um ano.

O crossover com estilo cupê da VW, agora parte de R$ 100.500 na versão Comfortline, que antes custava R$ 98.550, tendo assim alta de R$ 1.950. Já a versão Highline pulou de R$ 112.950 para R$ 114.650, num adicional de R$ 1.700. Completo, ele chega a R$ 117.310.

Já o T-Cross mantém o preço de R$ 92.990 na versão Sense, vislumbrando os clientes PCD em um novo limite. No caso da versão 200 TSI com transmissão manual de seis marchas, passou de R$ 104.190 para R$ 105.690, alta de R$ 1.500.

Com transmissão automática, a mesma opção custa agora R$ 114.450 ante R$ 112.790, alta de R$ 1.660. O T-Cross Comfortline subiu de R$ 127.390 para R$ 129.290, um acréscimo de R$ 1.900.

VEJA TAMBÉM:

Por fim, a versão Highline 250 TSI subiu de R$ 136.890 para R$ 138.950, um adicional de R$ 2.060. Com tudo dentro, essa opção do T-Cross simplesmente passa o Taos Comfortline em preço, alcançando a marca de R$ 155.890 ante o preço do SUV médio argentino, que é de R$ 154.990.

Leia Também:  Polo e Virtus ficam mais caros e com um “extra” – Confira

Nesse caso, cabe uma pergunta ao leitor: você compraria qual deles? Ambos usam a mesma mecânica, centrada no motor EA211 1.4 TSI Flex de 150 cavalos e 25,5 kgfm, também compartilhando a transmissão automática de seis marchas.

Contudo, o tamanho é bem diferente, assim como o equipamento.

Volkswagen Nivus e T-Cross – Preços

  • Volkswagen Nivus Comfortline 1.0 TSI – R$ 100.050 (antes era R$ 98.550)
  • Volkswagen Nivus Highline 1.0 TSI – R$ 114.650 (antes era R$ 112.950)
  • Volkswagen T-Cross Sense 1.0 TSI AT – R$ 92.990 (sem aumento)
  • Volkswagen T-Cross 1.0 TSI MT – R$ 105.690 (antes era R$ 104.190)
  • Volkswagen T-Cross 1.0 TSI AT – R$ 114.450 (antes era R$ 112.790)
  • Volkswagen T-Cross Comfortline 1.0 TSI AT – R$ 129.290 (antes era R$ 127.390)
  • Volkswagen T-Cross Highline 1.4 TSI AT – R$ 138.950 (antes era R$ 136.890)

AUTOMOTIVO

COMENTE ABAIXO:
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

CARROS E MOTOS

Paixão pelo automobilismo, vem aí o Festival Brasília Sobre Rodas

Avatar

Publicados

em

Em sua 3ª edição, o Festival Brasília Sobre Rodas promove um encontro entre apaixonados por automobilismo no Parque da Cidade. Nos dias 21 e 22 de maio, carros clássicos, supercarros, trucks, jipes e caminhões off-road estarão em exibição em uma festa para os apaixonados por veículos automotores, mas que também trará espaço para karts, skates, patins e bicicletas. A programação vai ser gratuita e, além dos expositores, vai reunir gastronomia, música e atrações para o público adulto e infantil.

O idealizador do Festival, João Coqueiro, 62 anos, é ex-piloto de kart e um apaixonado pelo automobilismo. A influência veio do pai, Dionísio Della, empresário ligado ao setor automotivo e dono da Coqueiro das Oficinas. João afirma que o evento deste ano entra em uma nova fase e que será o maior das edições realizadas. “Vamos ter uma quantidade muito grande de carros clássicos e todos os carros que representam a comunidade do automobilismo”, diz.

Festa sobre rodas

Com a estimativa de grande público, o Festival ocupará um espaço de cerca de 160.000m² no Parque da Cidade. Para Coqueiro, o local foi muito bem escolhido pela arborização e capacidade de atrair pessoas de outros nichos, já que a intenção não é apenas mostrar aspectos do automobilismo, mas contar a história da capital federal e promover um dia de celebração. “Queremos falar de Brasília e trazer aos brasilienses um pouco da nossa história, fazer o resgate dos 62 anos de Brasília sobre rodas”, reforça.

Com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo do Festival, segundo o idealizador, é fazer com que a data seja uma oportunidade para reunir as famílias. Além, claro, de promover o encontro entre todos que compartilham a paixão pelas quatro rodas.

Histórias de vida

Henrique Costa, 57, é colecionador de carros desde 1997, quando comprou um Ford Landau. Hoje, ele reúne 38 automóveis, sendo o Fusca seu modelo preferido. Com quase todos os lançamentos entre 1970 e 1980 do carro, ele é um dos expositores do Festival Brasília Sobre Rodas.

Leia Também:  Ford permanece na Anfavea apesar de não produzir mais no Brasil

Apesar da empolgação em participar, ele ressalta que não conseguirá apresentar todos os automóveis no dia do evento. “Vou levar apenas 20 carros, não tem como levar todos pela questão da logística”, destaca Costa, que também é presidente do Antigo.Club, uma associação de carros antigos da capital federal, que este mês comemora seu 7º ano de existência. Na visão do colecionador, o evento é muito importante para unir famílias e mostrar a realidade automobilística de outras épocas. Como ele vai expor exemplares dos anos de 1970 a 1980, acredita que muitos visitantes aficionados pelo antigomobilismo — admiração por veículos antigos — poderão se conectar.

“O carro antigo é especial”, comenta o médico Joaquim Barros, 64, participante ativo do festival e entusiasta da cultura automobilística. Em avaliação, ele destaca que a presença do público em eventos como esse ainda é fraca, apesar da notoriedade que grandes clubes do ramo conseguiram no cenário nacional.

Este ano, com toda a estrutura e tantas novidades, ele está confiante que haverá mais reconhecimento. “No evento, as crianças param e se maravilham. É nessas datas em que temos oportunidade de vermos esses carros que só aparecem em filmes”, afirma o morador de Taguatinga, que ainda vê no olhar de outras pessoas mais velhas as boas lembranças de um passado melhor, motivadas pelo encontro com a antiguidade e nostalgia presente nos veículos.

Para o dia do Festival, ele está indeciso sobre quantos e quais automóveis colocará em exposição. Colecionando nove deles em casa, o mais antigo é um Chevrolet 1937 e o “mais novo” é um Aero Willys 1964. E como todo colecionador, Barros tem seus diletos, o Chevrolet 1958 e o Belair 1953, que vieram para Brasília quando ela ainda estava sendo construída. “Os carros ficaram por aqui e envelheceram. Quando tive a oportunidade, entrei em contato com a família de proprietários e fizemos negócio”, relembra.

Leia Também:  Montana 2008: motor, consumo, preços, ficha técnica, versões

Fã de carros desde a adolescência, o empresário José Luiz Dias, 59, é outro encantado pelo antigomobilismo. Assim que fez 18 anos, ele ganhou do pai o primeiro carro, uma caminhonete 1950. “Eu tenho brinquedos em miniatura até hoje. Sou realmente aficionado pela cultura automobilística”, ressalta. Sempre que tem disponibilidade, ele comparece a encontros de carros e, desta vez, não vai ser diferente em relação ao Festival Brasília Sobre Rodas.

Colecionador de cinco carros, ele levará para a programação somente três. “Os automóveis que vou levar são o Mini Cooper 1975, Pontiac Woody 1952 e o Ford Roadster 1931 Hot Rod”, aponta. Para o morador de Vicente Pires, um dos prazeres de possuir carros antigos é justamente compartilhar com o público, principalmente em lugares em que muitos se identificam com algumas lembranças ou filmes.

Visitante frequente

Presença garantida no Festival, aposentado Osdymar Montenegro, 69, não é expositor ou colecionador, mas é figura conhecida nos encontros de automóveis em Brasília. A paixão por carros começou em 1970, quando começou a participar de corridas de kart. Na época, ele relembra que a largada começava à 0h, saindo da Rodoviária. Os treinos eram no antigo Automóvel Clube de Brasília.

Hoje, de longe, o aposentado apenas transita entre festivais e alimenta o amor que semeou lá atrás. Sempre que pode aproveita para apreciar carros antigos e originais, além daqueles que são customizados. Esse aspecto, inclusive, desperta grande admiração no aposentado, já que é encantado pelo trabalho de restauração profissional. Para Montenegro, é primordial que encontros como esse aconteçam anualmente. “Essas datas ajudam a manter a história viva dos veículos brasileiros, bem como acarretam a confraternização entre os amantes do automobilismo”, reforça.

Fonte: Correio Braziliense

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

Nos siga no Facebook

DISTRITO FEDERAL

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Gostou da notícia? Quer mais?

Nos Siga no Facebook 

para mais Notícias

Gostou da notícia? Nos Siga para Mais.

ENVIAR MENSAGEM
Estamos Online!
Olá
Podemos Ajudar?
ENVIAR MENSAGEM
Estamos Online!
Olá
Podemos Ajudar?