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Oficial: Mercedes-Benz confirma venda de fábrica para Great Wall

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Oficial: Mercedes-Benz confirma venda de fábrica para Great Wall

Agora é oficial! A Mercedes-Benz confirmou a venda da fábrica de Iracemápolis, no interior de São Paulo, para a montadora chinesa Great Wall Motors, negócio que já havia sido comentado pela Reuters há algum tempo.

“Com a transformação da Companhia e o realinhamento da capacidade produtiva da nossa rede global de produção, estamos aumentando de forma sustentável a nossa eficiência produtiva. Com a Great Wall Motors, encontramos um comprador que dará à fábrica de Iracemápolis e região uma nova perspectiva para o futuro”, diz Jörg Burzer, Membro do Conselho de Administração da Mercedes-Benz AG, responsável pela Gestão da Cadeia de Produção e Abastecimento.

A Mercedes falou ainda que a venda da fábrica não compromete a rede de automóveis da marca no país, que continuará operando normalmente, assim como também não impactará na produção de caminhões e ônibus no Brasil.

Oficial: Mercedes-Benz confirma venda de fábrica para Great Wall

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Neste caso, a Mercedes-Benz opera nas plantas de São Bernardo do Campo e Juiz de Fora. Com a venda, a Daimler mantém ainda a operação de peças e componentes em Campinas, além do campo de provas e centro de testes em parceria com a Bosch em Iracemápolis.

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A parte vendida para a Great Wall Motors compreende todos os prédios da planta de produção, assim como maquinário e todos os equipamentos de operação da unidade, distribuídos numa área de 1,2 milhão de metros quadrados.

Oficial: Mercedes-Benz confirma venda de fábrica para Great Wall

Com a aquisição, a GWM poderá iniciar em breve a produção de veículos para o mercado nacional e latino-americano com a possibilidade de iniciar com a picape média Haval Poer e o SUV médio Haval H6, entre outros.

Por ora, a marca chinesa apenas atua nas redes sociais, buscando aproximação com potenciais clientes brasileiros. Não se sabe ainda, porém, se iniciará com importação e depois produção ou se passará direto para esta última.

Com a planta vendida, a Great Wall deverá fazer modificações para adaptá-la aos produtos que irá fabricar, assim como providenciar treinamento da mão de obra local, já especializada em automóveis, assim como trazer da China ou do país, fornecedores para a região.

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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