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Registrado no Brasil, Wey Macchiato revela duas opções na China

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Registrado no Brasil, Wey Macchiato revela duas opções na China

O Wey Macchiato é um dos destaques do Salão de Tianjin, na China. O SUV da marca premium da Great Wall, registrado pela empresa ni INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), chega ao mercado chinês em duas opções de propulsão, uma delas é híbrida e a outra é PHEV.

Com 4,520 m de comprimento, 1,855 m de largura, 1,655 m de altura e 2,710 m de entre eixos, o Macchiato tem o sistema híbrido DHT com motor 1.5 a gasolina, além de motor elétrico e bateria de lítio. Ele entrega 190 cavalos e 37,7 kgfm, garantindo um consumo médio de 21,3 km/l.

Registrado no Brasil, Wey Macchiato revela duas opções na China

Para regiões como o Brasil, esse conjunto híbrido da Great Wall seria uma opção interessante, uma vez que a marca chinesa revelou interesse em apostar na eletrificação no país. A outra opção é um sistema híbrido plug-in com motor 1.5 de 96 cavalos, além de propulsão elétrica e bateria de níquel-cobalto-manganês.

O Macchiato PHEV tem consumo médio de 125 km/l. Por fora, o visual é o mesmo registrado no INPI, com faróis full LED, rodas aro 19 polegadas, defletores de ar no para-choque traseiro, lanternas em LED, teto solar panorâmico, entre outros, se apresentam no exterior do Wey.

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Registrado no Brasil, Wey Macchiato revela duas opções na China

Por dentro, o destaque é a multimídia com tela de 14,6 polegadas, tendo ainda cluster digital e console elevado, com alavanca em formato de cristal, ar condicionado dual zone, carregamento sem fio para smartphone, HUD, gravador de vídeo, monitoramento em 360 graus, controle de cruzeiro adaptativo, entre outros.

Bem completo, o Wey Macchiato tem parentesco direto com o Haval H6, assim como o novo modelo da marca premium da Great Wall, o Iatte, um SUV de 4,66 m, sendo este uma variante do próprio H6, igualmente registrado pela GWM no Brasil.

Registrado no Brasil, Wey Macchiato revela duas opções na China

Por ora, a marca ainda analisa o que trazer de fato para o mercado brasileiro. Como já dissemos, a gama de produtos é muito extensa e as quatro marcas da empresa possuem produtos que podem ser vendidos no país, incluindo os elétricos da ORA.

Wey Macchiato 2022 – Galeria de fotos

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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