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Toyota apresenta linha 2023 do Yaris ainda em janeiro de 2022

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Toyota apresenta linha 2023 do Yaris ainda em janeiro de 2022. Fotos: Toyota.

Tanto o hatch, quanto o sedã, recebe o primeiro facelift – mesmo que leve – de meio de geração, além de novos itens tecnológicos

Assim como fez com a família Corolla, a Toyota já apresenta a linha 2023 do Yaris ainda na segunda semana de janeiro de 2022. Segundo a marca, a “pressa” se deve ao fato do modelo se alinhar ao Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) L7 e, por isso, ela resolveu adiantar as versões do ano seguinte.

Com a aposentadoria do Etios, o Yaris assumiu o posto de modelo de entrada da japonesa no Brasil, mesmo que o preço não seja nada de entrada. O hatch parte de R$ 92.190 e o sedã de R$ 96.390. A nova linha chega com visual levemente redesenhado e novos itens tecnológicos, mas sem alterar o defasado motor 1.5 aspirado.

Toyota Yaris Sedan 2023

A dianteira foi levemente redesenhada e a grade ficou ainda maior.

Além das mudanças estéticas da lista de equipamentos, o Yaris 2023 que chega ainda neste mês nas concessionárias da marca, estará mais enxuto. Tanto o hatch quanto o sedã contará apenas com três versões: XL (R$ 92.190 e R$ 96.390), XS (R$ 101.490 e R$ 104.990) e XLS (R$ 112.690 e R$ 116.990).

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Na parte visual, as alterações são bem discretas. Na dianteira, foca mais o para-choque que, mesmo redesenhado, mantém o mesmo estilo mas com uma pegada mais esportiva. Assim como a grade, que está um pouco maior e conversa melhor com os faróis, com luz de circulação diurna e de neblina em LED.

Toyota Yaris 2023

O interior praticamente não foi alterado.

Por dentro, as mudanças foram ainda mais acanhadas, focadas no revestimento dos bancos em cinza nas versões XL e XS. Além disso, todas contam com central multimídia de sete polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay e a topo de linha, a XLS, ganha um pequeno display no painel de instrumentos.

Em relação a lista de equipamentos, as principais novidades estão nos itens de segurança. Focados nas versões XS e XLS, ele conta com sistema de pré-colisão (que emite um alerta sonoro e visual ao motorista, além de fornecer uma carga extra no sistema de frenagem) e alerta de evasão de faixa, que avisa quando o motorista sai da faixa de rolagem sem ligar as setas.

Toyota Yaris 2023

A motorização não foi alterada, mas adaptada para atender ao Proconve L7.

O Yaris ainda conta, de série em todas as versões, com sete airbags (um de joelho, dois frontais, dois laterais e dois de cortina), controles de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa.

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Ainda na lista de equipamentos, as opções XS e XLS contam com ar-condicionado automático e digital, chave sensorial para abertura das portas e partida do motor, câmera de ré e a topo de linha conta com espelho retrovisor interno eletrocrômico e teto solar elétrico.

Toyota Yaris hatch 2023

Toyota Yaris hatch 2023.

A motorização recebeu ajustes apenas na questão de emissões de poluentes para poder se enquadrar no Proconve L7, a potência permanece a mesma. Ou seja, os Yaris contam com o antiquado 1.5 aspirado de 110 cavalos e 14,9kgfm de torque, aliado à transmissão automática CVT com sete marchas simuladas e modos Eco e Sport e direção elétrica.

Toyota Yaris Sedan 2023

Toyota Yaris Sedan 2023
Toyota Yaris Sedan 2023

Toyota Yaris Sedan 2023
Toyota Yaris Sedan 2023
Fonte: Diário do Poder
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Paixão pelo automobilismo, vem aí o Festival Brasília Sobre Rodas

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Em sua 3ª edição, o Festival Brasília Sobre Rodas promove um encontro entre apaixonados por automobilismo no Parque da Cidade. Nos dias 21 e 22 de maio, carros clássicos, supercarros, trucks, jipes e caminhões off-road estarão em exibição em uma festa para os apaixonados por veículos automotores, mas que também trará espaço para karts, skates, patins e bicicletas. A programação vai ser gratuita e, além dos expositores, vai reunir gastronomia, música e atrações para o público adulto e infantil.

O idealizador do Festival, João Coqueiro, 62 anos, é ex-piloto de kart e um apaixonado pelo automobilismo. A influência veio do pai, Dionísio Della, empresário ligado ao setor automotivo e dono da Coqueiro das Oficinas. João afirma que o evento deste ano entra em uma nova fase e que será o maior das edições realizadas. “Vamos ter uma quantidade muito grande de carros clássicos e todos os carros que representam a comunidade do automobilismo”, diz.

Festa sobre rodas

Com a estimativa de grande público, o Festival ocupará um espaço de cerca de 160.000m² no Parque da Cidade. Para Coqueiro, o local foi muito bem escolhido pela arborização e capacidade de atrair pessoas de outros nichos, já que a intenção não é apenas mostrar aspectos do automobilismo, mas contar a história da capital federal e promover um dia de celebração. “Queremos falar de Brasília e trazer aos brasilienses um pouco da nossa história, fazer o resgate dos 62 anos de Brasília sobre rodas”, reforça.

Com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo do Festival, segundo o idealizador, é fazer com que a data seja uma oportunidade para reunir as famílias. Além, claro, de promover o encontro entre todos que compartilham a paixão pelas quatro rodas.

Histórias de vida

Henrique Costa, 57, é colecionador de carros desde 1997, quando comprou um Ford Landau. Hoje, ele reúne 38 automóveis, sendo o Fusca seu modelo preferido. Com quase todos os lançamentos entre 1970 e 1980 do carro, ele é um dos expositores do Festival Brasília Sobre Rodas.

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Apesar da empolgação em participar, ele ressalta que não conseguirá apresentar todos os automóveis no dia do evento. “Vou levar apenas 20 carros, não tem como levar todos pela questão da logística”, destaca Costa, que também é presidente do Antigo.Club, uma associação de carros antigos da capital federal, que este mês comemora seu 7º ano de existência. Na visão do colecionador, o evento é muito importante para unir famílias e mostrar a realidade automobilística de outras épocas. Como ele vai expor exemplares dos anos de 1970 a 1980, acredita que muitos visitantes aficionados pelo antigomobilismo — admiração por veículos antigos — poderão se conectar.

“O carro antigo é especial”, comenta o médico Joaquim Barros, 64, participante ativo do festival e entusiasta da cultura automobilística. Em avaliação, ele destaca que a presença do público em eventos como esse ainda é fraca, apesar da notoriedade que grandes clubes do ramo conseguiram no cenário nacional.

Este ano, com toda a estrutura e tantas novidades, ele está confiante que haverá mais reconhecimento. “No evento, as crianças param e se maravilham. É nessas datas em que temos oportunidade de vermos esses carros que só aparecem em filmes”, afirma o morador de Taguatinga, que ainda vê no olhar de outras pessoas mais velhas as boas lembranças de um passado melhor, motivadas pelo encontro com a antiguidade e nostalgia presente nos veículos.

Para o dia do Festival, ele está indeciso sobre quantos e quais automóveis colocará em exposição. Colecionando nove deles em casa, o mais antigo é um Chevrolet 1937 e o “mais novo” é um Aero Willys 1964. E como todo colecionador, Barros tem seus diletos, o Chevrolet 1958 e o Belair 1953, que vieram para Brasília quando ela ainda estava sendo construída. “Os carros ficaram por aqui e envelheceram. Quando tive a oportunidade, entrei em contato com a família de proprietários e fizemos negócio”, relembra.

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Fã de carros desde a adolescência, o empresário José Luiz Dias, 59, é outro encantado pelo antigomobilismo. Assim que fez 18 anos, ele ganhou do pai o primeiro carro, uma caminhonete 1950. “Eu tenho brinquedos em miniatura até hoje. Sou realmente aficionado pela cultura automobilística”, ressalta. Sempre que tem disponibilidade, ele comparece a encontros de carros e, desta vez, não vai ser diferente em relação ao Festival Brasília Sobre Rodas.

Colecionador de cinco carros, ele levará para a programação somente três. “Os automóveis que vou levar são o Mini Cooper 1975, Pontiac Woody 1952 e o Ford Roadster 1931 Hot Rod”, aponta. Para o morador de Vicente Pires, um dos prazeres de possuir carros antigos é justamente compartilhar com o público, principalmente em lugares em que muitos se identificam com algumas lembranças ou filmes.

Visitante frequente

Presença garantida no Festival, aposentado Osdymar Montenegro, 69, não é expositor ou colecionador, mas é figura conhecida nos encontros de automóveis em Brasília. A paixão por carros começou em 1970, quando começou a participar de corridas de kart. Na época, ele relembra que a largada começava à 0h, saindo da Rodoviária. Os treinos eram no antigo Automóvel Clube de Brasília.

Hoje, de longe, o aposentado apenas transita entre festivais e alimenta o amor que semeou lá atrás. Sempre que pode aproveita para apreciar carros antigos e originais, além daqueles que são customizados. Esse aspecto, inclusive, desperta grande admiração no aposentado, já que é encantado pelo trabalho de restauração profissional. Para Montenegro, é primordial que encontros como esse aconteçam anualmente. “Essas datas ajudam a manter a história viva dos veículos brasileiros, bem como acarretam a confraternização entre os amantes do automobilismo”, reforça.

Fonte: Correio Braziliense

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