BRASÍLIA

CARROS E MOTOS

Toyota Hilux 2022 tem novidades e chega até R$ 306.990

Publicados

em

Toyota Hilux 2022 tem novidades e chega até R$ 306.990

A Toyota Hilux 2022 chegou com novidades em segurança e conforto. A picape média da marca japonesa, no entanto, ficou mais cara. Seu preço agora chega a R$ 306.990, superando até a Amarok V6 mais cara.

Como novidade, a Hilux 2022 agora vem de série com ar-condicionado dual zone com saídas para o banco traseiro, além de sistema de câmeras em 360°. Outra novidade é a ampliação das capacidades do pacote Toyota Safety Sense.

O ar dual zone passa a fazer parte das versões SR, SRV e SRX, ampliando ainda o conforto com as saídas de ar traseiras, que garantem mais comodidade para quem vai atrás.

Já o sistema de monitoramento em 360 graus é apresentado na multimídia Toyota Play, que tem 8 polegadas e projeção para sistemas Google Android Auto e Apple CarPlay.

O sistema é chamado Panoramic View Monitor (PVM), sendo exclusivo da versão topo de linha SRX. Na segurança, o Toyota Safety Sense passa a detectar também pedestres e ciclistas.

Toyota Hilux 2022 tem novidades e chega até R$ 306.990

Esse pacote inclui ainda controle de cruzeiro adaptativo e sistema de alerta de mudança de faixa com correção de direção. Na Hilux SR, agora o conteúdo inclui sensores de estacionamento frontais e traseiros.

Leia Também:  Toyota Yaris e Yaris Sedan aumentam de preço em agosto

Com garantia de cinco anos ou 150.000 km, a Toyota Hilux 2022 é oferecido nas versões cabine simples, dupla ou chassi cabine, tendo ainda seis airbags (CD), controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, controle de descida, entre outros itens de segurança.

Tendo ainda navegador GPS nativo, TV digital e reprodutor de DVD na multimídia, a Hilux 2022 também oferece bancos em couro e volante multifuncional. O motor é centrado no diesel GD 2.8 com 204 cavalos e 50,9 kgfm a 2.800 rpm com câmbio automático.

Igualmente com seis marchas, a versão manual tem 42,8 kgfm a 3.400 rpm e ambas possuem tração 4×4 com reduzida.

Toyota Hilux 2022 – Preços

Toyota Hilux SRX – R$ 306.990
Toyota Hilux SRV – R$ 273.990
Toyota Hilux SR – R$ 257.490
Toyota Hilux DC/C STD – R$ 230.590
Toyota Hilux S/C STD – R$ 215.490
Toyota Hilux C/C – R$ 208.090

AUTOMOTIVO

COMENTE ABAIXO:
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

CARROS E MOTOS

Paixão pelo automobilismo, vem aí o Festival Brasília Sobre Rodas

Avatar

Publicados

em

Em sua 3ª edição, o Festival Brasília Sobre Rodas promove um encontro entre apaixonados por automobilismo no Parque da Cidade. Nos dias 21 e 22 de maio, carros clássicos, supercarros, trucks, jipes e caminhões off-road estarão em exibição em uma festa para os apaixonados por veículos automotores, mas que também trará espaço para karts, skates, patins e bicicletas. A programação vai ser gratuita e, além dos expositores, vai reunir gastronomia, música e atrações para o público adulto e infantil.

O idealizador do Festival, João Coqueiro, 62 anos, é ex-piloto de kart e um apaixonado pelo automobilismo. A influência veio do pai, Dionísio Della, empresário ligado ao setor automotivo e dono da Coqueiro das Oficinas. João afirma que o evento deste ano entra em uma nova fase e que será o maior das edições realizadas. “Vamos ter uma quantidade muito grande de carros clássicos e todos os carros que representam a comunidade do automobilismo”, diz.

Festa sobre rodas

Com a estimativa de grande público, o Festival ocupará um espaço de cerca de 160.000m² no Parque da Cidade. Para Coqueiro, o local foi muito bem escolhido pela arborização e capacidade de atrair pessoas de outros nichos, já que a intenção não é apenas mostrar aspectos do automobilismo, mas contar a história da capital federal e promover um dia de celebração. “Queremos falar de Brasília e trazer aos brasilienses um pouco da nossa história, fazer o resgate dos 62 anos de Brasília sobre rodas”, reforça.

Com o apoio da Secretaria de Turismo (Setur) e do Governo do Distrito Federal (GDF), o objetivo do Festival, segundo o idealizador, é fazer com que a data seja uma oportunidade para reunir as famílias. Além, claro, de promover o encontro entre todos que compartilham a paixão pelas quatro rodas.

Histórias de vida

Henrique Costa, 57, é colecionador de carros desde 1997, quando comprou um Ford Landau. Hoje, ele reúne 38 automóveis, sendo o Fusca seu modelo preferido. Com quase todos os lançamentos entre 1970 e 1980 do carro, ele é um dos expositores do Festival Brasília Sobre Rodas.

Leia Também:  Australianos ganham a ressuscitada perua Subaru WRX Sportwagon

Apesar da empolgação em participar, ele ressalta que não conseguirá apresentar todos os automóveis no dia do evento. “Vou levar apenas 20 carros, não tem como levar todos pela questão da logística”, destaca Costa, que também é presidente do Antigo.Club, uma associação de carros antigos da capital federal, que este mês comemora seu 7º ano de existência. Na visão do colecionador, o evento é muito importante para unir famílias e mostrar a realidade automobilística de outras épocas. Como ele vai expor exemplares dos anos de 1970 a 1980, acredita que muitos visitantes aficionados pelo antigomobilismo — admiração por veículos antigos — poderão se conectar.

“O carro antigo é especial”, comenta o médico Joaquim Barros, 64, participante ativo do festival e entusiasta da cultura automobilística. Em avaliação, ele destaca que a presença do público em eventos como esse ainda é fraca, apesar da notoriedade que grandes clubes do ramo conseguiram no cenário nacional.

Este ano, com toda a estrutura e tantas novidades, ele está confiante que haverá mais reconhecimento. “No evento, as crianças param e se maravilham. É nessas datas em que temos oportunidade de vermos esses carros que só aparecem em filmes”, afirma o morador de Taguatinga, que ainda vê no olhar de outras pessoas mais velhas as boas lembranças de um passado melhor, motivadas pelo encontro com a antiguidade e nostalgia presente nos veículos.

Para o dia do Festival, ele está indeciso sobre quantos e quais automóveis colocará em exposição. Colecionando nove deles em casa, o mais antigo é um Chevrolet 1937 e o “mais novo” é um Aero Willys 1964. E como todo colecionador, Barros tem seus diletos, o Chevrolet 1958 e o Belair 1953, que vieram para Brasília quando ela ainda estava sendo construída. “Os carros ficaram por aqui e envelheceram. Quando tive a oportunidade, entrei em contato com a família de proprietários e fizemos negócio”, relembra.

Leia Também:  Toyota Yaris e Yaris Sedan aumentam de preço em agosto

Fã de carros desde a adolescência, o empresário José Luiz Dias, 59, é outro encantado pelo antigomobilismo. Assim que fez 18 anos, ele ganhou do pai o primeiro carro, uma caminhonete 1950. “Eu tenho brinquedos em miniatura até hoje. Sou realmente aficionado pela cultura automobilística”, ressalta. Sempre que tem disponibilidade, ele comparece a encontros de carros e, desta vez, não vai ser diferente em relação ao Festival Brasília Sobre Rodas.

Colecionador de cinco carros, ele levará para a programação somente três. “Os automóveis que vou levar são o Mini Cooper 1975, Pontiac Woody 1952 e o Ford Roadster 1931 Hot Rod”, aponta. Para o morador de Vicente Pires, um dos prazeres de possuir carros antigos é justamente compartilhar com o público, principalmente em lugares em que muitos se identificam com algumas lembranças ou filmes.

Visitante frequente

Presença garantida no Festival, aposentado Osdymar Montenegro, 69, não é expositor ou colecionador, mas é figura conhecida nos encontros de automóveis em Brasília. A paixão por carros começou em 1970, quando começou a participar de corridas de kart. Na época, ele relembra que a largada começava à 0h, saindo da Rodoviária. Os treinos eram no antigo Automóvel Clube de Brasília.

Hoje, de longe, o aposentado apenas transita entre festivais e alimenta o amor que semeou lá atrás. Sempre que pode aproveita para apreciar carros antigos e originais, além daqueles que são customizados. Esse aspecto, inclusive, desperta grande admiração no aposentado, já que é encantado pelo trabalho de restauração profissional. Para Montenegro, é primordial que encontros como esse aconteçam anualmente. “Essas datas ajudam a manter a história viva dos veículos brasileiros, bem como acarretam a confraternização entre os amantes do automobilismo”, reforça.

Fonte: Correio Braziliense

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

Nos siga no Facebook

DISTRITO FEDERAL

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA

Gostou da notícia? Quer mais?

Nos Siga no Facebook 

para mais Notícias

Gostou da notícia? Nos Siga para Mais.

ENVIAR MENSAGEM
Estamos Online!
Olá
Podemos Ajudar?
ENVIAR MENSAGEM
Estamos Online!
Olá
Podemos Ajudar?