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Volkswagen Jetta 2022 com motor maior fica mais econômico

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Volkswagen Jetta 2022 com motor maior fica mais econômico

O motor dele aumentou de volume e potência, porém, agrega bem mais tecnologia para se tornar ainda mais eficiente. Este é o caso do Volkswagen Jetta 2022, mas para o mercado norte-americano, onde é vendido por US$ 18.995.

Com números da EPA, a agência ambiental americana, o Jetta 2022 com motor 1.5 TSI mostrou maior economia com o novo propulsor, que estreou no Taos americano. O propulsor de quatro cilindros é uma evolução do EA211 feito em São Carlos, interior de São Paulo.

Volkswagen Jetta 2022 com motor maior fica mais econômico

O consumo médio subiu de 14,0 km/l no 1.4 TSI antigo para 14,9 km/l no caso do 1.5 TSI, tendo este um consumo melhor tanto na cidade quanto na estrada. Tanto com transmissão manual quanto automática, no caso desses números, o Jetta 2022 ficou mais frugal.

O 1.5 TSI usa ainda transmissão Aisin de oito marchas, que confere melhor rendimento em desempenho e consumo. Lá, o antigo 1.4 TSI também usava o mesmo câmbio. No caso do Jetta 2022, a potência chega a 160 cavalos e o torque a 25,5 kgfm.

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Volkswagen Jetta 2022 com motor maior fica mais econômico

Com 10 cavalos a mais e tamanho maior, o 1.5 TSI ainda se apoia na tecnologia para fazer a diferença, tendo ciclo Miller e turbina de geometria variável, comum aos motores diesel, por exemplo. Tendo uma nova programação e sistema de desligamento de cilindro, que o faz trabalhar em baixa apenas com dois pistões.

O antigo 1.4 TSI tinha o que já conhecemos bem: 150 cavalos e 25,5 kgfm. Isso mostra que a troca foi benéfica para o produto, feito em Puebla , no México. Além disso, a linha 2022 melhorou o consumo do Jetta GLI, que não teve alteração do motor EA888 2.0 TSI.

Volkswagen Jetta 2022 com motor maior fica mais econômico

Este tem 230 cavalos e 35,7 kgfm, tendo ainda opção manual ou automática de oito marchas. Aqui, o Jetta deixou de ser oferecido com motor 1.4 TSI, tendo apenas o GLI, com preço sugerido de R$ 192.750. Com isso, o sedã médio da VW abandonou a briga do segmento. Visando a hibridização e o baixo consumo, logo ele estará no lugar do 1.4 TSI também no Brasil.

[Fonte: Carscoops]

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

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Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Dezembro chegou e a Fiat se prepara para encerrar a carreira de três veteranos de seu portfólio, que ficará mais enxuto e moderno. Os modelos Uno, Grand Siena e Doblò deixarão as linhas de produção de Betim para virar história.

O Uno sai de cena após mais de 10 anos de mercado nacional para deixar o caminho livre para o Mobi, que vem tendo grande volume de vendas ao lado do Argo. Pressionado por estes dois, o antigo hatch compacto não tem para onde correr.

Com o aumento dos custos, agora não é mais viável converter o Uno em um SUV subcompacto, visto que o Pulse assumiu bem uma posição com preços a partir de R$ 79.990.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

Assim, um novo Fiat Uno não faria sentido, especialmente se o mesmo se destinasse a substituir o Mobi. Como este último de fato tomou-lhe o lugar, mostrando que ainda há espaço para hatch barato, o Uno fica numa sinuca de bico.

Como se sabe, o Uno sairia de linha na mesma época do VW up!, mas a Fiat decidiu prolongar sua produção para manter o ritmo de Betim, afetada pela pandemia e falta de semicondutores.

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Tal como ele, o Grand Siena também garantiu a manutenção da produção, mas já não é mais um player necessário no segmento, ainda mais com o Cronos em boa forma.

Sem Uno, Grand Siena e Doblò, Fiat ficará enxuta

O sedã compacto garantiu a manutenção dos motores Fire 1.0 e 1.4, sendo a opção mais indicada para motoristas de aplicativo ou taxistas. Com a chegada do Cronos, já deveria ter dito adeus, mas foi mantido para dar volume ao complexo mineiro, agora grande demais.

Diferente do Uno, que sairá sem sucessor e do Grand Siena, que já tem no Cronos seu substituto, a Doblò deverá passar para a próxima geração em comunalidade com os modelos Peugeot Partner e Citroën Berlingo, que terão novos modelos feitos em El Palomar.

Sem eles, a Fiat concentrará seus esforços (e volumes) no Pulse, assim como no próximo irmão, o projeto 376. Argo, Mobi e Fiorino – que atualizará no dia 3 – também garantirão volumes para Betim, enquanto a Toro fica em Pernambuco.

O Cronos continuará vindo da Argentina, com Fiat Scudo do Uruguai e a próxima Doblò da Argentina, além da Ducato feita no México.

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