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CLDF convoca secretário de Saúde para esclarecer vacinação em Brasília

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A Comissão da Vacinação da Casa divulgou nesta segunda-feira o plano de trabalho para fiscalizar a aplicação do imunizante no DF

Comissão de Vacinação Covid-19

REPRODUÇÃO/CLDF

Comissão Especial de Vacinação da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) divulgou nesta segunda-feira (18/1) o plano de trabalho para fiscalizar a imunização contra o novo coronavírus em Brasília. Preocupados com a logística, datas e andamento de todo o processo, os parlamentares vão fazer uma série de ações dentro de suas competências a fim de informar e ajudar a população.

O plano foi apresentado pelos integrantes da comissão, os deputados Fábio Felix (presidente), Jorge Vianna (vice), Rodrigo Delmasso (relator) e os distritais João Cardoso (Avante) e Iolando Almeida (PSC). Conforme anunciou o GDF, a vacinação na capital começa nesta terça-feira (19/1), às 10h.

“Serão realizadas audiências públicas e diligências fiscalizatórias externas, para que contribua para o aperfeiçoamento do plano de vacinação contra o novo coronavírus e garanta a sua execução, da forma mais ágil possível”, afirmou o presidente da comissão, deputado Fábio Félix.

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“Conforme coletiva realizada, a vacinação vai se dar nos hospitais públicos. A segunda vacinação vem em 14 dias. O próximo passo, ainda dentro dessas 100 mil doses é vacinar os profissionais nas unidades de saúde privadas. Só que não tem doses suficientes. Isso será parte dos questionamentos realizados ao secretário de Saúde nesta terça-feira (18/1). Vamos questionar tudo o que houver de dúvida. Eles precisam apresentar como serão as prioridades, pois não tem vacina suficiente nessa primeira leva”, afirmou o presidente da comissão, Fábio Félix.

Audiências públicas e oitivas

As audiências e oitivas serão realizadas com a participação da sociedade civil e oitivas de autoridades responsáveis pelo Plano de Vacinação contra a Covid-19 no DF. As audiências têm a finalidade de informar a população sobre a eficácia da vacinação contra a covid-19, colaborar para o aperfeiçoamento do Plano de Vacinação elaborado pela Secretaria de Saúde do DF, e divulgar as informações a ele pertinentes.

A primeira será com o secretário de Saúde. Na quarta-feira (20/1), às 18h, ocorre audiência pública da Comissão de Educação Saúde e Cultura (CESC) com Maurício Zuma, presidente do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz, BioManguinhos.

O BioManguinhos, vinculado à Fiocruz, será responsável pela produção da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca no Brasil. O objetivo da audiência é inquirir sobre a capacidade de produção e eventuais possibilidades de oferecimento da vacina à população do DF.

Há a previsão de audiências com autoridades do Governo do Distrito Federal, responsáveis por pesquisas científicas na área de imunização, pela operacionalização da campanha de vacinação e pelo orçamento destinado a essas políticas.

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Deputado Iolando propõe projeto de lei que insere acessibilidade na Central 156 para pessoas com deficiência auditiva

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O PL do deputado Iolando dispõe sobre o Programa Brasília para todos a ser inserido na Central de Atendimento ao Cidadão do Distrito Federal – Central 156, para acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva e foi protocolado nesta segunda-feira (1), na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

O projeto prevê a regulamentação do artigo 107 da Lei 6.637 que estabelece o Estatuto da Pessoa com Deficiência.
A ideia é que seja criado no âmbito da Central de Atendimento ao Cidadão do Distrito Federal – Central 156, o Programa Brasília para todos que terá por objetivo a acessibilidade das pessoas com deficiência auditiva às informações oferecidas pelo referido serviço de atendimento ao cidadão.

O serviço a ser prestado pela Central 156 às pessoas com deficiência auditiva, se dará por meio de atendimento de excelência com acessibilidade comunicacional e atitudinal por Vídeo-chat para utilização de interpretação em Libras dos serviços oferecidos.

Por meio da Central 156 a pessoa com deficiência auditiva será direcionada para um intérprete fluente na língua dos surdos passando as informações solicitadas sobre o serviço procurado.

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Para o atendimento às pessoas com deficiência auditiva (surdos) na Central 156, será necessário a disponibilização de profissionais técnicos qualificados e capacitados na Interpretação de Libras.

O projeto de lei tem como objetivo a inclusão das pessoas com deficiência auditiva denominados surdos por usarem a Língua Brasileira de Sinais (Língua da Comunidade Surda) como meio de comunicação de acordo com a Lei nº 10.436/2002.
Estima-se que 45.623.910 (23,9%) da população Brasileira tem algum tipo de deficiência, desses, 9.722.163 tem deficiência auditiva, segundo dados do último Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE 2010. Desses, cerca de 110 mil moram no Distrito Federal, onde mais de 22 mil tem a deficiência auditiva severa e são estes, que geralmente usam a Língua de Sinais como meio de comunica

Fonte: Ascom Deputado Iolando

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