BRASÍLIA

CLDF

CLDF Saúde assinará convênio com o Sírio-Libanês 

Publicados

em

O credenciamento faz parte da estratégia de ampliar o número de instituições conveniadas diretamente, a fim de reduzir os custos

O Fundo de Assistência à Saúde dos Deputados Distritais e Servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF Saúde/Fascal) assinará termo de credenciamento com o Hospital Sírio-Libanês na próxima quarta-feira (3), na sede da unidade na Asa Sul. Para o vice-presidente da CLDF, deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), responsável pela gestão do Fascal, a assinatura será “um ato simbólico porque representa o retorno da credibilidade do nosso plano no mercado”. Centro de referência internacional em saúde, o Sírio-Libanês é um dos hospitais mais bem conceituados no País.
De acordo com Delmasso, o credenciamento faz parte da estratégia de ampliar o número de instituições conveniadas diretamente com o CLDF Saúde/Fascal, a fim de reduzir os custos ao mesmo tempo em que oferecerá mais opções aos usuários, principalmente em outras unidades da Federação. Por isso, o plano vai iniciar consulta aos associados para avaliar quais estados devem ser prioritários. “Vamos realizar essa pesquisa para credenciarmos grandes hospitais nas capitais brasileiras”, anunciou a gerente-coordenadora do CLDF Saúde/Fascal, Vanessa Malafaia.
Atualmente, o atendimento em outros estados é feito por meio do Unimed Central Nacional, com taxa operacional de 15% paga pelos beneficiários. De acordo com Vanessa Malafaia, não haverá essa cobrança extra, além da coparticipação, para atendimentos realizados pelos credenciados diretos. “Se um associado estiver em viagem, poderá ter sua saúde assistida em nossa rede direta, como também se tiver dependentes que moram em outra cidade”, explicou.

Leia Também:  ABIN desmente, com elegância, mas de maneira contundente, “falsa narrativa” plantada pela mídia do ódio

Mario Espinheira
Foto: Reprodução internet
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CLDF

PL que prevê implantação de chips em animais gera críticas e elogios em audiência pública

Publicados

em

Foto: Reprodução/TV Web CLDF

O Projeto de Lei 1399/2020, que determina a implantação de microchip de identificação em cães e gatos do Distrito Federal, gerou posicionamentos antagônicos em audiência da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Meio Ambiente e Turismo (CDESCTMAT), nesta quarta-feira (14). A proposta, de autoria do deputado Daniel Donizet, tramita na Comissão.

Para a vice-presidente da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), Andrea Carneiro, a proposta é de grande relevância para a saúde, a segurança pública e para combater o abandono de animais. “A identificação ajuda na fiscalização e, ao longo do tempo, vai sim promover a redução de abandono que precisamos”.

Já para a Advogada do Fórum Animal, Ana Paula de Vasconcelos, o PL não atende as principais prioridades da causa animal que, para ela, deve ser vacinação, castração e fiscalização. “É uma lei que não condiz com a realidade que vivemos, não trará qualquer benefício para milhares de animais em situação de abandono. Precisamos adequar os projetos legislativos às necessidades”, criticou. A presidente da Confederação Brasileira De Proteção Animal, Carolina Mourão, afirmou que os protetores já estão “no limite fiscal e emocional”, e que a proposta vai apenas criar mais uma obrigação. “O PL, como está apresentado, só beneficia clínicas particulares e a indústria da chipagem e não se resolve problema algum”.

Leia Também:  Iolando Almeida: PL prevê acessibilidade para consultar preços de produtos

Advogado e diretor jurídico da Associação Brasil Sem Tração Animal, José da Silva Neto defendeu prioridade no levantamento de dados sobre animais abandonados, o que vai embasar a própria Lei e outras políticas públicas. De acordo com ele, essas informações são fundamentais para que se saiba qual o custo para o Poder Executivo, o que evitaria uma possível Ação Direta de Inconstitucionalidade. “A gente precisa antes de tudo minorar a progressão geométrica dos animais com castração”, ressaltou.

A presidente da CDESCTMAT, Júlia Lucy (Novo) sugeriu que, a partir do levantamento sobre a população de cães e gatos, seja feito um programa orçamentário para repasse desses recursos às clínicas. Para ela, impor obrigação da microchipagem, com risco de multa, pode gerar mais abandono, já que as pessoas mais pobres não terão condições de custear o chip. “Uma coisa é escrever no papel, outra é ter executoriedade”, frisou. Diante das divergências e ponderações, Júlia Lucy deu prazo de 15 dias para que os participantes da audiência apresentem sugestões de emendas ao PL.

Leia Também:  Robério Negreiros denuncia à PCDF que golpista está usando nome dele

Aprimorar a proposta

Autor da proposta, Daniel Donizet (PL) agradeceu às opiniões, apoiando a opinião de que o banco de dados e a leitura dos chips devem ter caráter universal. O tipo de aplicativo ou sistema a ser utilizado, no entanto, segundo o distrital, deve ser definido apenas na regulamentação da Lei, pela Secretaria de Meio Ambiente. “O que for importante, com certeza vamos acatar para que o projeto fique cada vez melhor, o que vai beneficiar os nossos animais”, ressaltou.

Ainda de acordo com Donizet, o PL visa criar um marco legal relativo à identificação eletrônica de cães e gatos a fim de garantir a guarda responsável, o controle populacional, o atendimento veterinário e a responsabilização por abandono ou violação de direitos. O microchip é implantando na pele, de forma a não causa dor ao animal.

Fonte: https://www.cl.df.gov.br/-/pl-que-prev-c3-aa-implanta-c3-a7-c3-a3o-de-chips-em-animais-gera-cr-c3-adticas-e-elogios-em-audi-c3-aancia-p-c3-bablica

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

DISTRITO FEDERAL

FALA BOLSONARO

ECONOMIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA