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Com exposição diária de problemas no Iges-DF, Leandro Grass cobra investigação no instituto

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O deputado distrital Leandro Grass (Rede) voltou a ressaltar os problemas do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (Iges-DF) na sessão desta terça-feira (23) e cobrar investigações na instituição. Grass é um dos proponentes da Comissão Parlamentar de Inquérito que trabalharia na apuração dos fatos suspeitos dentro do Iges, apresentada na última sexta-feira por cinco parlamentares da oposição.

Citando a matéria publicada pela revista Crusoé na sexta-feira e as recentes publicadas na TV Globo, Grass criticou a forma como o Iges é gerido. “O Iges virou um balcão para atender os amigos do governador”, disse, ao lembrar que o instituto aluga um imóvel de uma pessoa próxima a Ibaneis. “Não quiseram investigar a saúde, mas está difícil não investigar o IGES. Tem gente morrendo por causa da corrupção, da incompetência e da falta de transparência”, completou.

Lembrando que sua oposição não é apenas para criticar o Executivo, mas também para propor e sugerir ideias para melhorias, Grass lembrou que elogiou o governador no começo da pandemia, quando tomou decisões rápidas de isolamento no DF. Contudo, as ações seguintes, as decisões questionáveis e, agora, suspeitas, não podem ser ignoradas.

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“Ninguém fica batendo, questionando, porque gosta. Não dá pra ficar indiferente. É ensurdecedor o silêncio diante de tantas denúncias gravíssimas. Não dá pra passar pano, fazer vista grossa ao que está errado. Não está tudo bem nesta cidade. Precisamos investigar. Está aberto o requerimento para a CPI do IGES para quem quiser assinar para que se estabeleça a comissão de forma equilibrada e técnica”, convidou.

Grass ainda ressaltou que a Casa também não pode ficar em silêncio em relação às denúncias apresentadas pela publicação. No texto da matéria, Ibaneis é citado em possíveis casos de tráfico de influência, caixa 2 de campanha, favorecimento de amigos, entre outros. “Se essas informações forem comprovadas, e por isso devem ser investigadas, temos gravíssimos crimes aqui. Não estamos condenando. Mas não é possível que a CLDF vai ficar calada diante dessas denúncias”, analisou.

Assessoria de imprensa Deputado Leandro Grass

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CLDF

Projeto que isenta R$ 50 mi em ICMS de empresas de ônibus chega à CLDF

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De autoria do Governo do Distrito Federal, proposta tem o objetivo de prorrogar isenção do imposto até 31 de dezembro de 2023

Jacqueline Lisboa/Especial Metrópoles

Mesmo com todos os problemas do sistema de transporte público de Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) pretende prorrogar a isenção do ICMS do óleo diesel para empresas de ônibus e micro-ônibus contratadas. É o que prevê proposta de autoria do Executivo distrital e que tramita em regime de urgência na Câmara Legislativa (CLDF).

Em 2021, a isenção será próxima de R$ 48.710.242,00. No ano que vem, a previsão é de R$ 50.423.974,00. No último ano de isenção, em 2023, a estimativa é de R$ 52.188.813,00.

Apesar de ser uma prorrogação de isenção já concedida pelo Poder Público, a matéria tem encontrado críticas entre os parlamentares. Para o deputado distrital Chico Vigilante (PT), diante das falhas do sistema e do sofrimento dos passageiros, o benefício deve ser, no mínimo, questionado.

Já na avaliação do líder do governo na CLDF, deputado Hermeto (MDB), a isenção é necessária para não gerar impactos no bolso dos passageiros ou nos cofres públicos. “O incentivo tem o intuito de diminuir o impacto do preço do combustível no valor das passagens”, explicou.

Em conversa reservada, os deputados distritais consideram que o fim da isenção apenas iria jogar o problema para frente, pois as empresas pressionariam o GDF pelo aumento das passagens ou da tarifa técnica, custeada pelos cofres públicos.

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O que diz o governo?

Segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), nos contratos de concessão do transporte público coletivo do Distrito Federal está prevista a isenção. “Como uma forma de reduzir o impacto do preço dos combustíveis nas tarifas e evitar reajuste das passagens para os usuários”, justificou a pasta.

Fonte: Metropoles
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