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Cooperativa de Brazlândia pede apoio do deputado Iolando para aquisição de caminhão para coleta

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O deputado Iolando (PSC) se reuniu nesta terça-feira (23), juntamente com a secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, Mayara Rocha, para tratar de diversos assuntos de interesses da comunidade de Brazlândia na área de políticas sociais.
O objetivo da reunião foi para pleitear a aquisição de um caminhão para a coleta dos produtos. Para tanto, o deputado destinou R$ 300 mil reais, cujo processo será agilizado pela secretária Mayara Rocha.
Além do deputado Iolando e a secretária do GDF, participaram da reunião, os representantes da Cooperativa Acobraz de produtos recicláveis de Brazlândia.

Fonte: Assessoria Deputado Iolando

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Projeto que isenta R$ 50 mi em ICMS de empresas de ônibus chega à CLDF

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De autoria do Governo do Distrito Federal, proposta tem o objetivo de prorrogar isenção do imposto até 31 de dezembro de 2023

Jacqueline Lisboa/Especial Metrópoles

Mesmo com todos os problemas do sistema de transporte público de Brasília, o Governo do Distrito Federal (GDF) pretende prorrogar a isenção do ICMS do óleo diesel para empresas de ônibus e micro-ônibus contratadas. É o que prevê proposta de autoria do Executivo distrital e que tramita em regime de urgência na Câmara Legislativa (CLDF).

Em 2021, a isenção será próxima de R$ 48.710.242,00. No ano que vem, a previsão é de R$ 50.423.974,00. No último ano de isenção, em 2023, a estimativa é de R$ 52.188.813,00.

Apesar de ser uma prorrogação de isenção já concedida pelo Poder Público, a matéria tem encontrado críticas entre os parlamentares. Para o deputado distrital Chico Vigilante (PT), diante das falhas do sistema e do sofrimento dos passageiros, o benefício deve ser, no mínimo, questionado.

Já na avaliação do líder do governo na CLDF, deputado Hermeto (MDB), a isenção é necessária para não gerar impactos no bolso dos passageiros ou nos cofres públicos. “O incentivo tem o intuito de diminuir o impacto do preço do combustível no valor das passagens”, explicou.

Em conversa reservada, os deputados distritais consideram que o fim da isenção apenas iria jogar o problema para frente, pois as empresas pressionariam o GDF pelo aumento das passagens ou da tarifa técnica, custeada pelos cofres públicos.

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O que diz o governo?

Segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob), nos contratos de concessão do transporte público coletivo do Distrito Federal está prevista a isenção. “Como uma forma de reduzir o impacto do preço dos combustíveis nas tarifas e evitar reajuste das passagens para os usuários”, justificou a pasta.

Fonte: Metropoles
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