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Carnaval: aproveite o feriado para conhecer uma Brasília diferente de tudo que você já viu

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Em vídeo de tirar o fôlego, Setur-DF convida população e visitantes a aproveitar a cidade: rotas turísticas não faltam para isso

Quantas conexões você faria para ver de perto cachoeiras enormes? Quantos vistos você pediria para praticar esporte no maior lago urbano artificial da América Latina? Quantos passaportes você carimbaria para ver outros ângulos de uma arquitetura sem igual? Essas são algumas perguntas de uma emocionante campanha criada pela Secretaria de Turismo (Setur-DF) para incentivar moradores e visitantes a conhecerem melhor o que Distrito Federal tem a oferecer. Lançado nesta sexta-feira (12/2), véspera de Carnaval, nas redes sociais da Setur-DF, o vídeo mostra uma Brasília diferente de tudo o que as pessoas imaginam e reforça porque a capital brasileira está no topo dos destinos turísticos tendência de 2021, em levantamento realizado pelo Ministério do Turismo.

O vídeo mostra o novo olhar do turismo com que o nosso Governador, Ibaneis Rocha, vem trabalhando em nossa cidade, com a integração de toda a sua equipe, para revelar a todos a potência turística que é Brasília, uma cidade que amamos e que é muito mais do que a maioria das pessoas, que ainda não conhece, pode imaginar. Reforça que não precisamos sair da nossa casa e estamos de braços abertos para receber nossos visitantes e, juntos, aproveitarmos atrativos que vão desde as belezas dos nossos monumentos arquitetônicos, verdadeiros museus a céu aberto, a paisagens de tirar o fôlego em pleno cerrado. Atrações, inclusive, que atendem à demanda do novo turista no cenário pós-pandemia, que passa a valorizar ainda mais o turismo doméstico, viagem com a família, biossegurança, proximidade, experiências ao ar livre e em contato com a natureza”, afirma a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça.

Além das rotas tradicionais, como arquitetônica, cívica, religiosa e náutica – que vão desde aos monumentos imponentes da arquitetura moderna, como a Catedral, a Torre Digital, a Ponte JK e o Lago Paranoá – a Rota do Cerrado, segundo maior bioma da América latina e local onde está todo o DF, oferece diversos atrativos, que envolvem a prática de ecoturismo e turismo de aventura, além das belezas naturais que só a região proporciona. Para ter uma ideia da dimensão, DF possui mais de 70 parques ecológicos e urbanos, além de outras 22 unidades de conservação de proteção integral ou de uso sustentável.

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Entre as opções de passeio, o Parque Nacional de Brasília, também conhecido como Água Mineral, é uma boa escolha para quem deseja se aventurar em família ou com amigos, em trilhas de pequena e média dificuldade ou aproveitar as águas cristalinas. A natureza do local também é um show à parte. Repleta de vários tipos de vegetação e de uma diversificada fauna, a unidade de conservação abriga espécies raras ou ameaçadas de extinção, tais como lobo-guará, tatu-canastra, tamanduá-bandeira e a jaguatirica.

Ainda dentro do “Quadradinho” do DF, os praticantes de Mountain Bike têm à disposição, na Floresta Nacional de Brasília, a maior trilha sinalizada para a prática do esporte em unidade de conservação do país. Ao todo, são aproximadamente 136 km de percursos contínuos e sinalizados.

Na Rota do Morcego, na Região Administrativa Fercal, cerca de 40 km do Plano Piloto, é possível ainda percorrer trilhas com moto no melhor estilo off road, vivenciando experiências sensoriais de emoções, superação e liberdade em meio à natureza. “São 15 km de trilha dentro da fazenda e mais 150 km em toda a região”, ressalta Gustavo Viegas, proprietário da Fazenda Confiança. Ele explica que qualquer pessoa pode aproveitar a aventura. “Somos também uma escola off road. Mesmo quem nunca andou de moto vai aprender e curtir conosco”, garante.

Turismo rural

O turismo rural é um dos protagonistas dessa retomada do setor no DF. Com mais de 30 opções de fazendas, chalés e chácaras, a rota também é uma das alternativas para quem pretende aproveitar os dias de folga do Carnaval no DF, sem ir muito longe, seguindo todos os protocolos de distanciamento social e higiene, em meio a belezas naturais. De acordo com o Sindicato do Turismo Rural e Ecológico do DF e Entorno (Ruraltur), apenas em 2020, em meio à pandemia, mais de 36 mil brasilienses passaram por algum desses locais, representando um aumento de 20% em relação ao ano anterior. “E a expectativa é de um crescimento ainda maior esse ano porque a procura por esse tipo de turismo envolvendo o contato com a natureza, saúde e bem-estar, é uma demanda global. E Brasília oferece todos os recursos para atender os visitantes. Além de toda a beleza da nossa região, somos um destino inteligente, com rotas estruturadas, estradas sinalizadas e tecnologia presente em muitas áreas rurais. Somos também um destino consciente, tanto em relação à preservação ambiental, quanto aos cuidados com a segurança contra a Covid-19”, explica o presidente do sindicato Fernando Mesquita.

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Entre as opções da Rota, o Núcleo Rural lago Oeste, localizado apenas 22 km de Brasília, entre a Reserva Biológica da Contagem e o Parque nacional de Brasília, é uma região que une natureza e cultura. Devido ao crescente interesse do público pela região, moradores locais e empreendedores criaram o roteiro Viva Lago Oeste, que conta com pousadas rústicas, hospedagem de charme, trilhas, ciclovias, cachoeiras, restaurantes e empórios. “É muito importante este trabalho que Secretaria de Turismo vem realizando, promovendo diferentes opções de lazer e as belezas que o nosso cerrado oferece a população e visitantes”, avalia Djeini Aparecida de Carvalho, proprietária de um sítio na região. “Estamos de portas abertas, seguindo todas as medidas de segurança necessárias, e recebendo famílias, tanto da nossa cidade, como também de diferentes regiões do Brasil. Para essa semana de descanso por conta do Carnaval, já estamos com 70% de nossas reservas fechadas”, comemora.

Quer mais dicas?

Para ajudar moradores e visitantes a conhecerem essas e outras riquezas do Planalto Central, a Secretaria de Turismo do DF elaborou uma coleção de rotas: a Rota Fora dos Eixos; a do Cerrado; a da Paz; a Cultural; e a Náutica, Cívica e Arquitetônica. A Coleção Rotas Brasília pode ser acessada no site da Setur-DF pelo link: http://www.turismo.df.gov.br/colecao-rotas-brasilia/

Já o vídeo da campanha “Brasília diferente de tudo que você já viu” pode ser conferido no instagram @SeturDF,  Youtube: http://bit.ly/YoutubeSeturDF e Facebook http://bit.ly/FacebookSeturDF

Fonte: Ascom Setur

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Para justificar dificuldade de vacinação, subsecretário de Saúde do DF superestima população de idosos

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O subsecretário de Vigilância à Saúde informou quase o dobro da quantidade de pessoas com 60 a 65 anos que vivem no DF

Divino ValeroReprodução/YouTube

Ao tentar explicar a dificuldade na vacinação contra a Covid-19 no DF – que saltou de primeira unidade da Federação para 15ª no índice de eficiência de imunização –, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins, superestimou grosseiramente a quantidade de pessoas das faixas etárias de 60 a 65 anos.

O subsecretário calculou o prazo de um mês e meio para o início da vacinação de indivíduos a partir de 60 anos, com base em um número que é quase o dobro da realidade. Em um primeiro momento da reunião, Divino Valero disse que há 400 mil pessoas com 60 a 65 anos no DF. Porém, esses dados são gritantemente diferentes dos que foram levantados pelo próprio Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). De acordo com a empresa pública, há 136.042 pessoas dessas faixas etárias na capital do país. Ou seja, para contemplar esse público com as duas etapas de imunização, seriam necessárias 272.084 doses de vacina.

“É simples: estamos recebendo uma média de 60 mil doses por semana. É só multiplicar por uma população, de 65 a 60 anos, em torno de 400 mil habitantes, a gente já consegue fazer uma projeção de um mês e meio, no mínimo, para que nós consigamos chegar aos 60 anos. Isso é o meu cálculo racional”, afirmou Divino Valero.

O cálculo racional do subsecretário está equivocado. Vinte e oito minutos depois de ter citado 400 mil habitantes, sem fazer nenhuma menção a sua primeira fala superestimada, ele informa os dados da Codeplan, segundo os quais existem 136 mil pessoas nessas faixas etárias.
Ritmo da imunização

A vacinação no DF começou num ritmo que posicionou a capital entre as primeiras unidades da Federação com o melhor desempenho na imunização. Em fevereiro, o DF chegou a ocupar o primeiro lugar no ranking em distribuição de vacina, mas, dois meses depois, caiu para a 15ª posição, conforme os dados do Portal Covid-19 no Brasil, atualizados com informações de órgãos oficiais.

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O Distrito Federal vacinou, até terça-feira, 329.639 pessoas com a primeira dose, quantidade que representa 10,79% dos moradores. O Rio Grande do Sul é a unidade da Federação que mais imunizou seus cidadãos, até o momento: 15,47%.

Veja o ranking das UFs:

O outro lado

Questionada pela coluna Grande Angular sobre a expressiva queda no ranking de vacinação, a Secretaria de Saúde informou que guarda 163 mil doses para usá-las como segunda aplicação, no caso de quem já passou pela primeira etapa.

Segundo a pasta, a reserva dos imunizantes para a segunda dose é orientada por meio de Informes Técnicos do Ministério da Saúde, expedidos quando novas remessas de vacina são enviadas para os estados.

Em nota, a Secretaria de Saúde do DF pontuou que o subsecretário Divino Valero “se equivocou neste momento da reunião ao falar ‘400 mil habitantes’, uma vez que, ao longo do próprio debate com os deputados, ele já havia falado o número de 136 mil pessoas de 60 a 65 anos”.

“Portanto, considerando este público a ser vacinado e o quantitativo de doses que o Ministério tem encaminhado para ser usado como D1 [primeira dose], a expectativa é que leve cerca de um mês e meio para vacinar todo o grupo de 60 a 65 anos com D1. O subsecretário destacou ainda que, caso haja o envio de um quantitativo maior de doses, o Distrito Federal tem capacidade plena para realizar a vacinação de forma célere”, pontuou.

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Sobre a queda no ranking das UFs que mais vacinam, a pasta respondeu que o DF “segue à risca as determinações do Ministério da Saúde quanto ao uso das vacinas em primeira e em segunda dose”. “Até o momento, não houve qualquer documento do órgão federal que libere o uso da D2 [segunda dose] como D1”, afirmou.

“Em segundo lugar, o Distrito Federal está vacinando um quantitativo alto de pessoas do Entorno e de outros estados. Só em primeira dose, já foram vacinadas mais de 38.318 pessoas de fora. Em terceiro lugar, a Secretaria de Saúde considera que estão subestimados alguns públicos-alvo usados pelo Ministério da Saúde para cálculo de percentual de vacinas. Entre eles, os de profissionais de saúde”, frisou.

De acordo com a Secretaria de Saúde, há em estoque, atualmente, 123 mil doses para segunda aplicação, na Rede de Frio Central, e outras 40 mil doses D2 já estão distribuídas nas Regiões de Saúde.

“O Ministério da Saúde, até o momento, não encaminhou qualquer documento que libere o uso de D2 como D1. Os informes que são enviados pelo órgão federal junto às remessas de vacinas continuam com as informações da guarda de doses para uso de D2”, pontuou a pasta, que enviou um documento do Ministério da Saúde orientando a aplicação de segunda dose. Veja a nota técnica:

Informe técnico do Ministério da SaúdeInforme técnico do Ministério da Saúde
Informe técnico do Ministério da Saúde sobre armazenamento de doses de vacinas contra a Covid-19

O Ministério da Saúde disse à coluna que a estratégia de vacinação é definida a cada nova pauta de distribuição, semanalmente, entre governo federal, estados e municípios. Estados e municípios têm autonomia para seguir com a campanha local, de acordo com as demandas regionais.

Fonte: Metropoles
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