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DF é destaque em hospitalidade, aponta pesquisa de Demanda Turística Internacional do Ministério do Turismo

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Dados reforçam outro levantamento realizado pelo MTur, que colocou a capital do Brasil no topo dos destinos turístico tendência em 2021

Marca registrada do povo brasileiro, a hospitalidade também é reconhecida pelos turistas internacionais que desembarcaram no Brasil em 2019, segundo a Pesquisa de Demanda Turística Internacional realizada pelo Ministério do Turismo, por meio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). De acordo com os dados, 9 em cada 10 turistas internacionais aprovaram a hospitalidade brasileira em 2019, confirmando a característica de bom anfitrião do nosso povo.

“Temos o povo mais hospitaleiro do mundo. De Norte a Sul do país os brasileiros estão sempre de braços abertos para receber brasileiros e estrangeiros. Não tem como dar errado, o lugar mais bonito do mundo tem também as pessoas mais simpáticas para o turista”, comenta o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

A avaliação, que tem escala até 10, ratificou a excelência da hospitalidade nas cinco regiões do Brasil e em todas as nossas unidades federativas. Destaque para o Distrito Federal, que alcançou nota 8,9, empatado com o Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Ainda segundo o levantamento, a boa acolhida é um dos atrativos que fazem com que 95% dos ouvidos manifestem a intenção de retornar ao país e 94% recomendem o Brasil como destino. Outro achado importante e positivo da pesquisa é o fato de 86% dos turistas internacionais acharem que a viagem atendeu ou ainda superou as expectativas.

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Secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça comemora. “A pesquisa confirma a característica singular do brasiliense de receber com muito carinho todos os seus visitantes. Somos uma cidade estruturada, temos mais de 40 mil leitos, com a qualidade de nossos serviços reconhecida. Patrimônio Cultural da Humanidade, Brasília nasceu acolhendo moradores de todos os cantos do país e do mundo, que vieram em busca de novas oportunidades e trouxeram consigo suas raízes culturais. Este respeito e gosto pela diversidade fazem da capital brasileira um lugar hospitaleiro também para estrangeiros, que se sentem em casa nesta cidade, sede de embaixadas de mais de 130 países. Todos que conhecem e vivem Brasília se encantam com a nossa energia”, afirma a secretária.

Vanessa destaca ainda o trabalho que a pasta vem exercendo nos dois últimos anos para fortalecer Brasília como destino turístico. “O fato de os turistas internacionais confirmarem que a viagem superou as expectativas comprova o novo olhar do turismo sobre o qual este Governo está trabalhando. Desde o início da nossa gestão, estamos promovendo experiências únicas para a nossa população e visitantes, como a estruturação, capacitação e promoção de rotas, apresentando uma Brasília diferente de tudo o que as pessoas já viram, em meio à beleza do Cerrado, com suas paisagens de tirar o fôlego. Mostrando que o DF é muito mais que a cidade cosmopolita que nos encanta, mas também é lugar de gastronomia incrível, é turismo de aventura e ecoturismo, com suas cachoeiras e trilhas. Queremos que todas as pessoas que nos visitem vivam essa Brasília ao máximo”, completa a secretária de Turismo.

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A pesquisa de Demanda Turística Internacional reforça outro levantamento realizado pelo Ministério do Turismo, divulgado em janeiro deste ano, que colocou a capital do Brasil no topo dos destinos turístico tendência em 2021.

Presidente da Associação Brasiliense das Agências de Turismo Receptivo (ABARE-DF), Reinaldo Ferreira também ressalta a importância dos resultados neste momento de aquecimento do setor, por conta da pandemia. “São notícias que nos trazem esperança neste momento de retomada. Mostram o quanto o Governo do DF tem se destacado em preparar Brasília como um destino para receber e o trabalho que a Secretaria de Turismo vem realizando, unindo todos os segmentos do nosso trade, como empresários da hotelaria, as agências e a mobilidade para mostrar Brasília como uma cidade com muitas coisas para fazer. Isso tem levado a nossa população e visitantes a conhecerem melhor a capital do Brasil, gerando ainda mais trabalho, mais emprego e renda. Não há no país um esforço sendo feito neste nível, com tanto diálogo, e isso nos deixa animados, diante das novas perspectivas”, concluiu Reinaldo

Fonte: Ascom Secretaria do turismo

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Para justificar dificuldade de vacinação, subsecretário de Saúde do DF superestima população de idosos

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O subsecretário de Vigilância à Saúde informou quase o dobro da quantidade de pessoas com 60 a 65 anos que vivem no DF

Divino ValeroReprodução/YouTube

Ao tentar explicar a dificuldade na vacinação contra a Covid-19 no DF – que saltou de primeira unidade da Federação para 15ª no índice de eficiência de imunização –, o subsecretário de Vigilância à Saúde, Divino Valero Martins, superestimou grosseiramente a quantidade de pessoas das faixas etárias de 60 a 65 anos.

O subsecretário calculou o prazo de um mês e meio para o início da vacinação de indivíduos a partir de 60 anos, com base em um número que é quase o dobro da realidade. Em um primeiro momento da reunião, Divino Valero disse que há 400 mil pessoas com 60 a 65 anos no DF. Porém, esses dados são gritantemente diferentes dos que foram levantados pelo próprio Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan). De acordo com a empresa pública, há 136.042 pessoas dessas faixas etárias na capital do país. Ou seja, para contemplar esse público com as duas etapas de imunização, seriam necessárias 272.084 doses de vacina.

“É simples: estamos recebendo uma média de 60 mil doses por semana. É só multiplicar por uma população, de 65 a 60 anos, em torno de 400 mil habitantes, a gente já consegue fazer uma projeção de um mês e meio, no mínimo, para que nós consigamos chegar aos 60 anos. Isso é o meu cálculo racional”, afirmou Divino Valero.

O cálculo racional do subsecretário está equivocado. Vinte e oito minutos depois de ter citado 400 mil habitantes, sem fazer nenhuma menção a sua primeira fala superestimada, ele informa os dados da Codeplan, segundo os quais existem 136 mil pessoas nessas faixas etárias.
Ritmo da imunização

A vacinação no DF começou num ritmo que posicionou a capital entre as primeiras unidades da Federação com o melhor desempenho na imunização. Em fevereiro, o DF chegou a ocupar o primeiro lugar no ranking em distribuição de vacina, mas, dois meses depois, caiu para a 15ª posição, conforme os dados do Portal Covid-19 no Brasil, atualizados com informações de órgãos oficiais.

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O Distrito Federal vacinou, até terça-feira, 329.639 pessoas com a primeira dose, quantidade que representa 10,79% dos moradores. O Rio Grande do Sul é a unidade da Federação que mais imunizou seus cidadãos, até o momento: 15,47%.

Veja o ranking das UFs:

O outro lado

Questionada pela coluna Grande Angular sobre a expressiva queda no ranking de vacinação, a Secretaria de Saúde informou que guarda 163 mil doses para usá-las como segunda aplicação, no caso de quem já passou pela primeira etapa.

Segundo a pasta, a reserva dos imunizantes para a segunda dose é orientada por meio de Informes Técnicos do Ministério da Saúde, expedidos quando novas remessas de vacina são enviadas para os estados.

Em nota, a Secretaria de Saúde do DF pontuou que o subsecretário Divino Valero “se equivocou neste momento da reunião ao falar ‘400 mil habitantes’, uma vez que, ao longo do próprio debate com os deputados, ele já havia falado o número de 136 mil pessoas de 60 a 65 anos”.

“Portanto, considerando este público a ser vacinado e o quantitativo de doses que o Ministério tem encaminhado para ser usado como D1 [primeira dose], a expectativa é que leve cerca de um mês e meio para vacinar todo o grupo de 60 a 65 anos com D1. O subsecretário destacou ainda que, caso haja o envio de um quantitativo maior de doses, o Distrito Federal tem capacidade plena para realizar a vacinação de forma célere”, pontuou.

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Sobre a queda no ranking das UFs que mais vacinam, a pasta respondeu que o DF “segue à risca as determinações do Ministério da Saúde quanto ao uso das vacinas em primeira e em segunda dose”. “Até o momento, não houve qualquer documento do órgão federal que libere o uso da D2 [segunda dose] como D1”, afirmou.

“Em segundo lugar, o Distrito Federal está vacinando um quantitativo alto de pessoas do Entorno e de outros estados. Só em primeira dose, já foram vacinadas mais de 38.318 pessoas de fora. Em terceiro lugar, a Secretaria de Saúde considera que estão subestimados alguns públicos-alvo usados pelo Ministério da Saúde para cálculo de percentual de vacinas. Entre eles, os de profissionais de saúde”, frisou.

De acordo com a Secretaria de Saúde, há em estoque, atualmente, 123 mil doses para segunda aplicação, na Rede de Frio Central, e outras 40 mil doses D2 já estão distribuídas nas Regiões de Saúde.

“O Ministério da Saúde, até o momento, não encaminhou qualquer documento que libere o uso de D2 como D1. Os informes que são enviados pelo órgão federal junto às remessas de vacinas continuam com as informações da guarda de doses para uso de D2”, pontuou a pasta, que enviou um documento do Ministério da Saúde orientando a aplicação de segunda dose. Veja a nota técnica:

Informe técnico do Ministério da SaúdeInforme técnico do Ministério da Saúde
Informe técnico do Ministério da Saúde sobre armazenamento de doses de vacinas contra a Covid-19

O Ministério da Saúde disse à coluna que a estratégia de vacinação é definida a cada nova pauta de distribuição, semanalmente, entre governo federal, estados e municípios. Estados e municípios têm autonomia para seguir com a campanha local, de acordo com as demandas regionais.

Fonte: Metropoles
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