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Estão abertas as inscrições para a XXV edição do Congresso Nacional de Cerimonial e Protocolo

Neste ano de 2021, o Congresso Nacional de Cerimonial e Protocolo (CONCEP) ganhará um novo formato, uma versão híbrida. A parte presencial será realizada no Parlamundi, em Brasília, para os inscritos para essa modalidade e transmitida para todo o Brasil de forma virtual para os inscritos na modalidade on line. A XXV edição do Congresso terá como temática principal “Reflexões para um tempo de mudança” e ocorrerá nos dias 27, 28 e 29 de outubro.

Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo – CNCP Brasil junto à Academia Brasileira de Cerimonial e Protocolo – ABCP, instituições que estudam cerimonial de forma sistematizada, obtendo o conhecimento via observação, identificação, pesquisa, explicação de fenômenos e fatos, formulados de forma metódica e racionalmente, prepararam uma programação de alto conteúdo científico.

O congresso reunirá cerimonialistas, mestres de cerimônias, celebrantes, organizadores de eventos, outros profissionais do segmento e áreas afins, além de autoridades, estudantes e pessoas interessadas no assunto.

A solenidade de abertura seguirá o tradicional ritual, incluindo a entrega do prêmio Cerimonial Brasil 2021.

A programação que contará com mais de 25 palestrantes, terá carga horária de 20 horas e abordará temáticas que contribuirão para o nível de conhecimento dos participantes, além de contar com renomados palestrantes do segmento de eventos e do meio acadêmico – professores doutores e pós doutorados que apresentarão o cerimonial e o protocolo do ponto de vista científico.

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Entre os convidados confirmados estão o Embaixador Consul no Canadá, Renato Mosca, o professor doutor da Universidade de Brasília, Kleber Silva, o professor doutor da Universidade de Minas Gerais, Luiz Dias, o professor doutor da FGV, Davi Poit, a professora doutora em ciências do desporto, Carla Rocha, a Diretora do Centro Diplomacia – República Argentina/República del Perú,  Karina Vilella, o Professor titular da Universidade de Buenos Aires e no Centro de Ex-Becarios de la OEA en la República Argentina, Jorge Vidaurreta, a doutora em Comunicação Social e professora da Universidade Metodista de São Paulo, Andrea Nakane, o Mestre em Relações Internacionais, Cerimonialista, quinto vice-presidente da Organización Internacional de Ceremonial y Protocolo, Amílca Mário Quinta, o professor doutor da UFMS, Sílvio Lobo. A programação conta ainda com a participação de outros expoentes nacionais e internacionais do segmento de eventos.

As inscrições já estão abertas por meio do endereço eletrônico www.cncp.org.br/concep2021  e conta com um lote promocional. O preço do primeiro lote, que varia de R$ 200 a R$ 880 conforme a categoria (evento presencial para membro, presencial para público em geral, on line para membros, on line para público em geral), vale até dia 20 de setembro. Exceto a inscrição por empenho que é preço único, independente de lote.

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 Sobre o CNCP Brasil

O Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo (CNCP), é uma entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo congregar e estimular a colaboração, apoio, participação e integração de todos os profissionais da área de cerimonial, protocolo de eventos que exercem funções junto a órgãos públicos, entidades, empresas públicas e privadas de todo país.

 SERVIÇO

XXV Congresso Nacional de Cerimonial e Protocolo

Quando? De 27 a 29 de outubro

Mais informações: www.cncp.org.br/concep2021

Realização: CNCP Brasil

Apoio: Organização Internacional de Cerimonial e Protocolo – OICP, Academia Brasileira de Cerimonial e Protocolo – ABCP, Associação de Profissionais de Cerimonial e Protocolo de Angola – APCPA.

Assessoria de Imprensa

Contatos: (61) 98153-3318 e 3548-6119

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DF tem a menor mortalidade infantil do Brasil

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Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Novas unidades de saúde e estratégias de saúde da família ampliam a assistência, mas os pais ou responsáveis precisam levar as crianças para a campanha de vacinação

HUMBERTO LEITE, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF | EDIÇÃO: JOHNNY BRAGA

O Distrito Federal tem o menor índice de mortalidade infantil no Brasil. É o que indica o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Enquanto a média de todas as unidades da federação é de 13,3 mortes por cada mil crianças nascidas com vida, o DF registrou 8,5. Os dados são de 2019 e, pela primeira vez, o índice ficou abaixo de 10, seguindo uma trajetória de queda desde 1990, quando foram 28,9 mortes para cada mil crianças nascidas vivas naquele ano.

“A mortalidade infantil não é uma ação só da Secretaria de Saúde. Envolve também saneamento básico, água encanada, transporte, asfalto…”, explica a médica Miriam Santos, presidente do comitê central de prevenção e controle dos óbitos materno fetal e infantil do DF. Ela ressalta a importância de iniciativas como os bancos de leite, e principalmente, a cobertura na rede pública e privada.

É o caso da inauguração das novas Unidades Básicas de Saúde: já foram sete na gestão do governador Ibaneis Rocha e outras três estão previstas para serem entregues neste ano. “Tudo isso vai favorecer a redução da mortalidade infantil”, opina a médica, que ressalta a importância de ações que vão desde o planejamento familiar até o tratamento de doenças infantis.

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Em nível especializado, na semana passada o Hospital da Criança de Brasília José Alencar inaugurou uma nova ala de Terapia Renal Substitutiva, que já está funcionando e beneficia diversas crianças as quais precisam fazer diálise. O DF também se destaca por ter um protocolo especial para uso do medicamento Palivizumabe para recém-nascidos de até 31 semanas e 6 dias para combater doenças respiratórias. No restante do Brasil o uso só vai até às 28 semanas.

O DF também é a única unidade da federação que, desde 2011, possui o Teste do Pezinho ampliado, que detecta 40 doenças. O número será ampliado para 53. Só em 2020 foram realizados 39.500 exames de primeira amostra, com um total de nascidos vivos na rede pública de 37.918 crianças. No total, já foram feitos mais de meio milhão de testes no DF.

Miriam Santos também ressalta a implantação da estratégia de saúde de família, que facilita o acesso ao atendimento, especialmente nas regiões mais vulneráveis do DF. “Nós temos diferenças entre as nossas regiões de saúde. E isso faz com que desejemos batalhar mais para que a gente melhore a qualidade de saúde, da educação, das políticas públicas”, afirma a médica.

Atualmente, os servidores da área também têm passado por treinamentos específicos da chamada Estratégia AIDPI, de atenção integral à doenças prevalentes na infância. A expectativa é a de que, mesmo com a pandemia de covid-19, o DF continue com índices de mortalidade infantil abaixo da média nacional. “E não basta apenas fazer as nossas crianças sobreviverem, a gente quer também que elas tenham qualidade de vida”, finaliza Mirian Santos.

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Campanha de multivacinação

Hoje, o maior desafio para manter o índice de mortalidade infantil em baixa no DF é a vacinação. Há alguns anos o Distrito Federal e outros estados têm registrado queda nas coberturas vacinais. Entre os principais fatores estão as restrições da pandemia, a circulação de fake news e a ideia de que não existe mais o risco de contaminação por doenças como o sarampo, que voltou a ter casos registrados no Brasil.

A cobertura vacinal no DF contra várias doenças estão abaixo do preconizado pelo Ministério da Saúde. No caso da pólio, penta, rotavírus e tríplice, mais de 20% da população brasiliense não está imunizada.

Por isso, até o próximo dia 29 acontece a campanha de multivacinação para crianças de zero a 14 anos e 11 meses. São 111 postos abertos de segunda a sexta-feira para realizar a atualização dos cartões de vacina.

Confira os locais de vacinação aqui.

Saúde

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